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	<title>Comentários sobre: Um sistema de armas às terças::Antey 2500 (S-300V) Mobile Universal Air &amp; Missile Defense System</title>
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	<description>Se dizes que uma boa causa santifica uma guerra, eu vos digo: uma boa guerra santifica qualquer causa::Friedrich Nietzshe</description>
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		<title>Por: helvio alves de alvarenga</title>
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		<dc:creator>helvio alves de alvarenga</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jun 2008 14:31:14 +0000</pubDate>
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		<description>Vejo eu que neste momento os EUA, não podem confrontar com a Russia pois os armamentos Russos escalares, são superiores aos do EUA, e Israel vejo que a Esquadra da marinha dos EUA, esta comprometida por causa dos Misseis MOSKIT,  sem falar nos canhões de tesla  Russos que são muito mais supériores aos canhões  maericanos se hoje acontecer um embate entre os RUSSOS e os AMERICANOS provavelmente os americanos irão perder este jogo e serão humilhados para sempre, e o Brasil será a segunda potência do mundo onde os americanos irão lavar as privadas dos quarteis do  Russos e os Brasileiros pisarão  o solo americano juntos com as tropas  do IRÂ  e  e as tropas das CHINA, RÁ RÁ.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Vejo eu que neste momento os EUA, não podem confrontar com a Russia pois os armamentos Russos escalares, são superiores aos do EUA, e Israel vejo que a Esquadra da marinha dos EUA, esta comprometida por causa dos Misseis MOSKIT,  sem falar nos canhões de tesla  Russos que são muito mais supériores aos canhões  maericanos se hoje acontecer um embate entre os RUSSOS e os AMERICANOS provavelmente os americanos irão perder este jogo e serão humilhados para sempre, e o Brasil será a segunda potência do mundo onde os americanos irão lavar as privadas dos quarteis do  Russos e os Brasileiros pisarão  o solo americano juntos com as tropas  do IRÂ  e  e as tropas das CHINA, RÁ RÁ.</p>
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	<item>
		<title>Por: bitt</title>
		<link>http://jbitten.wordpress.com/2007/09/25/um-sistema-de-armas-as-tercasantey-2500-s-300v-mobile-universal-air-missile-defense-system/#comment-129</link>
		<dc:creator>bitt</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Sep 2007 13:59:46 +0000</pubDate>
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		<description>Prof e Renato,
de fato vcs tem razão. Esse formato não está agradando. Eu mesmo tenho dificuldade em operar com ele. Estou pensando em compor uma webpage. Esses blogs oferecem recursos mto limitados e acabam se tornando cansativos, caso os textos forem mais longos.

As observaç~eos sobre o clima quente são interessantes. Parece q, de fato, nenhuma providência é totalmente eficaz contra condições como aquelas. Li na biografia de um piloto da Luftwaffe q pilotou aeronaves iraquianas em 1941 que os filtros eram qse inúteis, visto q a areia se inflitrava também através de cubos de hélice, cabine, cano das armas, e por aí vai. Fico imaginando como os países da região lidam com este problema.
Tenente,
uma verdadeira aula!
Jamais imaginei q o Irã ou a Síria possam se opor aos EUA. Imagino q com exceção de Rússia ou China, ninguiém possa. Por outro lado, o Irã é capaz de opr-se eficazmente à Israel, e as considerações que estou fazendo dizem respeito à essa hipótese. A IIRAF é grande e, segundo avaliações recentes (publicadas em Jane´s), tem tripulações bem treinadas. Todos os vetores passaram por diversos tipos de upgrade, com apoio russo e chinês. Claro que não podemos saber a realidade até, como disse vc, &quot;a porca torcer o rabo&quot;. Por outro lado, com relação aos EUA, se o poder militar deles é isuperável, pelo mns daqui a futuro previsível, por outro lado não parecem preparados para conflitos de baixa intensidade, como nos mostra a situação no Iraque. Por outra, a economia euroipéia ainda é mto dependente do petróleo da região. Esta, acho eu, continuará sendo a melhor defes</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prof e Renato,<br />
de fato vcs tem razão. Esse formato não está agradando. Eu mesmo tenho dificuldade em operar com ele. Estou pensando em compor uma webpage. Esses blogs oferecem recursos mto limitados e acabam se tornando cansativos, caso os textos forem mais longos.</p>
<p>As observaç~eos sobre o clima quente são interessantes. Parece q, de fato, nenhuma providência é totalmente eficaz contra condições como aquelas. Li na biografia de um piloto da Luftwaffe q pilotou aeronaves iraquianas em 1941 que os filtros eram qse inúteis, visto q a areia se inflitrava também através de cubos de hélice, cabine, cano das armas, e por aí vai. Fico imaginando como os países da região lidam com este problema.<br />
Tenente,<br />
uma verdadeira aula!<br />
Jamais imaginei q o Irã ou a Síria possam se opor aos EUA. Imagino q com exceção de Rússia ou China, ninguiém possa. Por outro lado, o Irã é capaz de opr-se eficazmente à Israel, e as considerações que estou fazendo dizem respeito à essa hipótese. A IIRAF é grande e, segundo avaliações recentes (publicadas em Jane´s), tem tripulações bem treinadas. Todos os vetores passaram por diversos tipos de upgrade, com apoio russo e chinês. Claro que não podemos saber a realidade até, como disse vc, &#8220;a porca torcer o rabo&#8221;. Por outro lado, com relação aos EUA, se o poder militar deles é isuperável, pelo mns daqui a futuro previsível, por outro lado não parecem preparados para conflitos de baixa intensidade, como nos mostra a situação no Iraque. Por outra, a economia euroipéia ainda é mto dependente do petróleo da região. Esta, acho eu, continuará sendo a melhor defes</p>
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	<item>
		<title>Por: proftel</title>
		<link>http://jbitten.wordpress.com/2007/09/25/um-sistema-de-armas-as-tercasantey-2500-s-300v-mobile-universal-air-missile-defense-system/#comment-124</link>
		<dc:creator>proftel</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Sep 2007 22:40:02 +0000</pubDate>
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		<description>bitt:

Olha, tô achando meio complicado navegar entre os post&#039;s e os comentários, da uma olhada nisso.

:-) :-)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>bitt:</p>
<p>Olha, tô achando meio complicado navegar entre os post&#8217;s e os comentários, da uma olhada nisso.</p>
<p> <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' />  <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
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	<item>
		<title>Por: proftel</title>
		<link>http://jbitten.wordpress.com/2007/09/25/um-sistema-de-armas-as-tercasantey-2500-s-300v-mobile-universal-air-missile-defense-system/#comment-122</link>
		<dc:creator>proftel</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Sep 2007 22:06:07 +0000</pubDate>
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		<description>Renato e bitt:

Qualquer leitura mais aprofundada sobre as campanhas da II Guerra no norte da África mostra o estrago que a areia fazia nos motores a pistão.
Foi desenvolvido na época o cromeamento dos anéis para melhorar a durabilidade dos motores à gasolina utilizados nos tanques Shermann, Jeep&#039;s e aviões (são interessantes as fotos destes com enormes filtros de ar).
Trabalho com equipamentos de informática aqui em Goiás, sei o que um cooler pode significar na durabilidade desse equipamento (aliás não monto um gabinete sem um cooler no HD, aumenta a durabilidade em até três anos).
Fico aqui imaginando o que as interpéries não estão fazendo com esse equipamento delicado lá no Iraque, Afeganistão e possivelmente (espero que não), no Irã.
Sempre que vejo fotos dos conflitos atuais procuro mirar o que há no fundo da foto, em algumas se apresentam equipamento sucateado (e imagino que não é pouco). Daí veio a curiosidade sobre o assunto.

Quanto à um efetivo ataque ao Irã, creio que essas defesas estão muito bem protegidas em túneis.
O relevo proporciona um excelente refúgio para esse equipamento.
Não se pode imaginar um campo de batalha como o papel de parede do Windows XP numa guerra moderna.
O bitt já deve ter tido essa impressão com alguns comentaristas por aí que associam determinado equipamento à um terreno plano e gramado (rsrsrsrs) esses não devem ter feito o serviço militar (rsrsrsrsrs).
Voltando ao assunto, no caso específico do Irã concordo com um comentário que o bitt fez sobre o relevo.
E, isso me fez lembrar um velho filme, &quot;Os Canhões de Navarone&quot;.
Gostei do pedaço bitt.
Tô por aqui.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Renato e bitt:</p>
<p>Qualquer leitura mais aprofundada sobre as campanhas da II Guerra no norte da África mostra o estrago que a areia fazia nos motores a pistão.<br />
Foi desenvolvido na época o cromeamento dos anéis para melhorar a durabilidade dos motores à gasolina utilizados nos tanques Shermann, Jeep&#8217;s e aviões (são interessantes as fotos destes com enormes filtros de ar).<br />
Trabalho com equipamentos de informática aqui em Goiás, sei o que um cooler pode significar na durabilidade desse equipamento (aliás não monto um gabinete sem um cooler no HD, aumenta a durabilidade em até três anos).<br />
Fico aqui imaginando o que as interpéries não estão fazendo com esse equipamento delicado lá no Iraque, Afeganistão e possivelmente (espero que não), no Irã.<br />
Sempre que vejo fotos dos conflitos atuais procuro mirar o que há no fundo da foto, em algumas se apresentam equipamento sucateado (e imagino que não é pouco). Daí veio a curiosidade sobre o assunto.</p>
<p>Quanto à um efetivo ataque ao Irã, creio que essas defesas estão muito bem protegidas em túneis.<br />
O relevo proporciona um excelente refúgio para esse equipamento.<br />
Não se pode imaginar um campo de batalha como o papel de parede do Windows XP numa guerra moderna.<br />
O bitt já deve ter tido essa impressão com alguns comentaristas por aí que associam determinado equipamento à um terreno plano e gramado (rsrsrsrs) esses não devem ter feito o serviço militar (rsrsrsrsrs).<br />
Voltando ao assunto, no caso específico do Irã concordo com um comentário que o bitt fez sobre o relevo.<br />
E, isso me fez lembrar um velho filme, &#8220;Os Canhões de Navarone&#8221;.<br />
Gostei do pedaço bitt.<br />
Tô por aqui.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Renato</title>
		<link>http://jbitten.wordpress.com/2007/09/25/um-sistema-de-armas-as-tercasantey-2500-s-300v-mobile-universal-air-missile-defense-system/#comment-120</link>
		<dc:creator>Renato</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Sep 2007 18:25:04 +0000</pubDate>
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		<description>Ah Proftel, realmente sua preocupação é muito pertinente. No caso dos russos, lembro que eles tem um longo histórico de criação de máquinas resistentes a más condições de uso. 

Não sei se isso permanece no caso atual, mas nos tempos da guerra fria eles sempre tiveram essa preocupação</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ah Proftel, realmente sua preocupação é muito pertinente. No caso dos russos, lembro que eles tem um longo histórico de criação de máquinas resistentes a más condições de uso. </p>
<p>Não sei se isso permanece no caso atual, mas nos tempos da guerra fria eles sempre tiveram essa preocupação</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Manuel Cunha</title>
		<link>http://jbitten.wordpress.com/2007/09/25/um-sistema-de-armas-as-tercasantey-2500-s-300v-mobile-universal-air-missile-defense-system/#comment-119</link>
		<dc:creator>Manuel Cunha</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Sep 2007 18:24:52 +0000</pubDate>
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		<description>Sr. Bitt

Penso que o facto de haver esses sistemas de defesa aérea no Irão (cerca de 20 baterias TOR M1/SA-15 Gauntlet) poderá ser eventualmente um factor táctico sempre a ter em conta,... dissuasor e &quot;desencorajador&quot; é certo... um tanto limitativo, mas com certeza absoluta jamais impeditivo!

Essas baterias autopropulsadas de defesa anti-aérea, à falta de comprovação em guerra real contra aparelhos ocidentais, têm logo à partida as seguintes considerações:
Hipotéticamente têm tantas hipóteses de abaterem um qualquer avião norte-americano ou da NATO como serem imediatamente destruídas pelos próprios aviões (em missões específicas de supressão de defesas inimigas SEAD). Basta a sua rede operativa de radares de aquisição e comando e control ser eliminada para ficarem totalmente inoperativos. A partir daí, os autopropulsados serão fácilmente arrasados pelos mísseis anti-radiação (que há muitos e altamente letais). Esses sistemas anti-aéreos poderão eventualmente revelarem-se efectivos contra determinados tipos de aviões menos bem equipados em autodefesas, mas decerto serão inviáveis em relação a outros bem equipados com modernos e sofisticadíssimos sistemas ASPJ e de &quot;jammings&quot; activos (ECM/ECCM/LCM/IRCM/chaff/flares dispensers) que cobrem e interferem em toda a gama de espectros de frequências em &quot;multi-salto&quot;). Ora neste plano puramente de tecnologia de ponta na área electrónica quem domina, sem a menor dúvida, continuam a ser os ocidentais com um avanço aplastante por parte dos centros de pesquisa da USAF/US NAVY, centros de testes e pelos imensos institutos politécnicos dos EUA que sempre tiveram uma fortíssima presença no domínio da Defesa.
Portanto, acredito veemente e com a máxima certeza que a Rússia, como reza o seu historial, nesse domínio continua a estar muitos degráus abaixo das capacidades dos EUA e da NATO.

Muito mais perigosos que esses escassos sistemas terrestres de defesa meramente localizada (cujos lóbulos de cobertura podem ser fácilmente &quot;driblados&quot; por EW/ECM/ECCM/ELINT e contornados) são os ainda um tanto numerosos sistemas de defesa aérea altamente móvel, de cobertura aérea ampla e de longo alcance, com velocidade supersónica, capazes de cobrir rápidamente com um &quot;guarda chuva&quot; defensivo toda a amplidão do Irão e em todas as direcções, defendendo qualquer lugar do país por mais recondito e afastado que esteja! Estou óbviamente a falar dos cerca de 20 caças iranianos F-14A Tomcat (modernizados por vários programas de Upgrade), dos 40 excelentes Mig-29A Fulcrum-A foragidos do Iraque (e incorporados no efectivo da IRIAF), dos cerca de 45 pequenos F-5E Tiger II muito ágeis e altamente esquivos à detecção radárica e ainda dos cerca de 45 a 50 veteranos F-4D/E Phantom II que são sempre uns experimentados e perigosíssimos aparelhos a ter em conta. Os mísseis ar-ar por eles aerotransportados podem esticar ainda muito mais o alcance do seu longuíssimo aguilhão, já de si preocupante. Não esquecer que a IRIAF possui ainda um arsenal considerável de mísseis ar-ar de longo alcance AIM-54A Phoenix (equivalentes ao standard AIM-54C via-upgrade chinesa), imensas centenas de temíveis AIM-7E/F Sparrow (&quot;upgradizados&quot; com electrónica chinesa) e com capacidades fenomenais práticamente equivalentes aos modernos (AMRAAM) AIM-120C. Sabe-se que a IRIAF opera também um número substancial de mísseis ar-ar chineses PL-2/5/8/11/12 além de arsenais de avançados e perigosíssimos AA-10 Alamo e AA-11 Archer russos com capacidades multidireccionais &quot;all aspect&quot; (inclusivé para trás, via-capacete electro-digital HMS). Não esquecer ainda que os F-14A Tomcat (Upgrade), graças às capacidades possantes do seu avançadíssimo radar AWG-9, podem funcionar como detectores antecipados multidireccionais de ameaças aéreas, uma espécie de &quot;mini-AWACS&quot;. Esse radar pode detectar mais de 150 alvos simultâneamente a mais de 300Km de distância, identificar e seleccionar os 20 mais ameaçadores, e abater de uma só salva nada mais que 6 deles de cada vez com os mísseis ar-ar &quot;dispare-e-esqueça&quot;. Agora imagine-se o que poderão fazer os 20 interceptores Tomcat em cada dia/noite de missões. Podem realmente erguer uma muralha defensiva, sobre todo o Irão, prácticamente impenetável. Não é por acaso que os F-14 Tomcat foram durante 34 anos (até recentemente) os &quot;guardiões da frota naval dos EUA&quot;, montando em pareceria com o aparelho de detecção aérea antecipada E-2 Hawkeye (AEW) um &quot;guarda chuva&quot; protector sobre toda a frota de navios e submarinos da US Navy, cobrindo prioritáriamente os anéis dos perímetros de longa e média distâncias.

Mas há ainda um aspecto importantíssimo e deveras vital a ter em atenção: o Irão não possui uma rede de Comando, Control e Comunicações C3I digna deste nome. De facto, é uma falha gravíssima e é precisamente por aqui que a porca troce o rabo! 
Uma nação desprovida duma rede desse género é certeiramente violável perante invasões do seu espaço aéreo e está derrotada logo à partida. A partir daqui:

 &quot;-quem controlar o ar, dominará a terra e o mar&quot; (Gen. Giulio Douhet)

Esta é a &quot;Chave da Vitória&quot;!
Em consequência, abre-se todo o processo duma derrota rápida, implacável, que destruirá não só todo o programa nuclear iraniano, como contemplará a destruição alargada de todas as instalações das forças armadas iranianas além da destruição física das suas componentes própriamente ditas. Tal como no Iraque, essa campanha de ataques aéreos visará em apenas 72 horas (segundo estimativas do Pentágono) não só o programa nuclear em pleno como o próprio regime tirano iraniano, derrocando-o pela base tal como um castelo de cartas. 
As forças armadas iranianas num todo, as bases aéreas, os sistemas de radar, as baterias SAM e AAA, os portos da Marinha Iraniana, os seus navios e lanchas, as vias de comunicação terrestres, as instalações do exército e seus veículos e tanques, as comunicações e redes de comando... e tudo que sirva de apoio e logística serão rápidamente destruídos quebrando-se a espinha dorsal do próprio país. 
As instalações do programa nuclear, dissimuladas e espalhadas um pouco por todo o mapa iraniano, serão visadas pelos ataques aéreos em pleno, estejam enterradas onde estiverem (nem que para isso sejam usadas bombas &quot;penetrators&quot; de alta precisão-cirúrgica ou até &quot;mini-nukes&quot; ou ainda engenhos nucleares tácticos).

No fundo é a velha máxima:
&quot;-São os caças e os bombardeiros que, ao serem as forças bélicas mais poderosas, mais decisivas, mais dominadoras e mais predominantes em todas as frentes, ganham não só as batalhas cruciais como todas as principais campanhas. 
Ao contrário das outras forças, operam tridimensionalmente sobre todos os cenários bélicos, semeando a destruição por toda a parte... sobre a terra, sobre o mar e... no ar! 
Para além disso, com as suas bem sucedidas acções defensivas, impedem o alastramento das incursões inimigas para outras frentes, defendendo não meros pelotões de soldados ou ínfimos locais diminutos, mas países inteiros do espectro da Guerra!&quot; 
(in As Grandes Batalhas Aéreas da Segunda Guerra Mundial).
 
&quot;-Ao nível táctico e estratégico, o Poder Aéreo é que modela todo o corpo da Guerra, destruindo nações inteiras, de dentro para fora, tornando-as infuncionais. 
Quando essas nações não pudem funcionar, as suas forças armadas seguem-lhes o exemplo!&quot; 
(disse em 1945 o Gen. Dwight Eisenhower, comandante supremo das forças aliadas na Europa).
  
“-O efeito moral e material dos bombardeamentos estratégicos supera largamente os efeitos das lutas terrestres numa proporção de 100 para 1. É fundamental criar o Maior Efeito Destruidor possível. 
Foi o Poder Aéreo aliado na Primeira e Segunda Guerras Mundiais, e em todos os conflitos que se lhe seguiram, que traçou e abriu o caminho para a Liberdade e para a Democracia, eliminando a Tirania!” 
(Gen. do Ar Hugh Trenchard da RAF num discurso na Câmara dos Comuns em 1945).

&quot;- Sem desprimor para as forças militares de superfície, que dentro das suas imensas limitações também fizeram o melhor que puderam, a verdade pura e crua é que foram os aviões aliados os grandes protagonistas das principais batalhas que viraram os ventos da História. Os aviões de guerra, foram (e continuarão a ser) destacadamente os meios bélicos que tiveram a acção mais arrasadora, mais vasta, mais abrangente e mais decisiva. Foram os meios aéreos que, actuando sobre as três dimensões (terra, mar e ar) com um alcance e uma abrangência incomparáveis, provocaram as maiores repercussões e geraram as maiores consequências para os países beligerantes. O que daí resultou foi a Ordem Mundial equilibrada pela balança de forças, com especial destaque para os Poderios Aéreos bipolares das duas superpotências EUA versus URSS!&quot;
(Revista &quot;Mais Alto&quot; - FAP).

Ora nem mais! 
É bom que os regimes párias do Irão, Síria, Coreia do Norte, China, Rússia, Cuba, Venezuela, movimentos esquerdistas, comunas &quot;Staline-saudosistas&quot;, anti-imperialistas, anti-semitas, pró-islâmicos e outros escumas afins... aprendam o seguinte:

“- Nenhuma nação jamais poderá garantir a sua defesa e integridade física sem o escudo protector de uma forte aviação!” (Gen. Billy Mitchell).

&quot;-Se o atacante conquistar o domínio dos céus, o defensor está perdido!&quot; (Almirante Carl Vinson).



Mas sugiro-lhe que leia também a minha intervenção no seu blog sobre o (SAM) TOR M1. Já lhe enviei duas vezes o mesmo texto, pos julguei que o sistema link de envio estava com problemas. Daí tentei por duas vezes. Deve encontrar lá alguma coisa! Veja isso, ok? Estão lá considerações importantes que o aconselho a ler com tempo e calma.

Despeço-me com as melhores saudações e cumprimentos pessoais!

Ten. Manuel Cunha (FAP)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sr. Bitt</p>
<p>Penso que o facto de haver esses sistemas de defesa aérea no Irão (cerca de 20 baterias TOR M1/SA-15 Gauntlet) poderá ser eventualmente um factor táctico sempre a ter em conta,&#8230; dissuasor e &#8220;desencorajador&#8221; é certo&#8230; um tanto limitativo, mas com certeza absoluta jamais impeditivo!</p>
<p>Essas baterias autopropulsadas de defesa anti-aérea, à falta de comprovação em guerra real contra aparelhos ocidentais, têm logo à partida as seguintes considerações:<br />
Hipotéticamente têm tantas hipóteses de abaterem um qualquer avião norte-americano ou da NATO como serem imediatamente destruídas pelos próprios aviões (em missões específicas de supressão de defesas inimigas SEAD). Basta a sua rede operativa de radares de aquisição e comando e control ser eliminada para ficarem totalmente inoperativos. A partir daí, os autopropulsados serão fácilmente arrasados pelos mísseis anti-radiação (que há muitos e altamente letais). Esses sistemas anti-aéreos poderão eventualmente revelarem-se efectivos contra determinados tipos de aviões menos bem equipados em autodefesas, mas decerto serão inviáveis em relação a outros bem equipados com modernos e sofisticadíssimos sistemas ASPJ e de &#8220;jammings&#8221; activos (ECM/ECCM/LCM/IRCM/chaff/flares dispensers) que cobrem e interferem em toda a gama de espectros de frequências em &#8220;multi-salto&#8221;). Ora neste plano puramente de tecnologia de ponta na área electrónica quem domina, sem a menor dúvida, continuam a ser os ocidentais com um avanço aplastante por parte dos centros de pesquisa da USAF/US NAVY, centros de testes e pelos imensos institutos politécnicos dos EUA que sempre tiveram uma fortíssima presença no domínio da Defesa.<br />
Portanto, acredito veemente e com a máxima certeza que a Rússia, como reza o seu historial, nesse domínio continua a estar muitos degráus abaixo das capacidades dos EUA e da NATO.</p>
<p>Muito mais perigosos que esses escassos sistemas terrestres de defesa meramente localizada (cujos lóbulos de cobertura podem ser fácilmente &#8220;driblados&#8221; por EW/ECM/ECCM/ELINT e contornados) são os ainda um tanto numerosos sistemas de defesa aérea altamente móvel, de cobertura aérea ampla e de longo alcance, com velocidade supersónica, capazes de cobrir rápidamente com um &#8220;guarda chuva&#8221; defensivo toda a amplidão do Irão e em todas as direcções, defendendo qualquer lugar do país por mais recondito e afastado que esteja! Estou óbviamente a falar dos cerca de 20 caças iranianos F-14A Tomcat (modernizados por vários programas de Upgrade), dos 40 excelentes Mig-29A Fulcrum-A foragidos do Iraque (e incorporados no efectivo da IRIAF), dos cerca de 45 pequenos F-5E Tiger II muito ágeis e altamente esquivos à detecção radárica e ainda dos cerca de 45 a 50 veteranos F-4D/E Phantom II que são sempre uns experimentados e perigosíssimos aparelhos a ter em conta. Os mísseis ar-ar por eles aerotransportados podem esticar ainda muito mais o alcance do seu longuíssimo aguilhão, já de si preocupante. Não esquecer que a IRIAF possui ainda um arsenal considerável de mísseis ar-ar de longo alcance AIM-54A Phoenix (equivalentes ao standard AIM-54C via-upgrade chinesa), imensas centenas de temíveis AIM-7E/F Sparrow (&#8220;upgradizados&#8221; com electrónica chinesa) e com capacidades fenomenais práticamente equivalentes aos modernos (AMRAAM) AIM-120C. Sabe-se que a IRIAF opera também um número substancial de mísseis ar-ar chineses PL-2/5/8/11/12 além de arsenais de avançados e perigosíssimos AA-10 Alamo e AA-11 Archer russos com capacidades multidireccionais &#8220;all aspect&#8221; (inclusivé para trás, via-capacete electro-digital HMS). Não esquecer ainda que os F-14A Tomcat (Upgrade), graças às capacidades possantes do seu avançadíssimo radar AWG-9, podem funcionar como detectores antecipados multidireccionais de ameaças aéreas, uma espécie de &#8220;mini-AWACS&#8221;. Esse radar pode detectar mais de 150 alvos simultâneamente a mais de 300Km de distância, identificar e seleccionar os 20 mais ameaçadores, e abater de uma só salva nada mais que 6 deles de cada vez com os mísseis ar-ar &#8220;dispare-e-esqueça&#8221;. Agora imagine-se o que poderão fazer os 20 interceptores Tomcat em cada dia/noite de missões. Podem realmente erguer uma muralha defensiva, sobre todo o Irão, prácticamente impenetável. Não é por acaso que os F-14 Tomcat foram durante 34 anos (até recentemente) os &#8220;guardiões da frota naval dos EUA&#8221;, montando em pareceria com o aparelho de detecção aérea antecipada E-2 Hawkeye (AEW) um &#8220;guarda chuva&#8221; protector sobre toda a frota de navios e submarinos da US Navy, cobrindo prioritáriamente os anéis dos perímetros de longa e média distâncias.</p>
<p>Mas há ainda um aspecto importantíssimo e deveras vital a ter em atenção: o Irão não possui uma rede de Comando, Control e Comunicações C3I digna deste nome. De facto, é uma falha gravíssima e é precisamente por aqui que a porca troce o rabo!<br />
Uma nação desprovida duma rede desse género é certeiramente violável perante invasões do seu espaço aéreo e está derrotada logo à partida. A partir daqui:</p>
<p> &#8220;-quem controlar o ar, dominará a terra e o mar&#8221; (Gen. Giulio Douhet)</p>
<p>Esta é a &#8220;Chave da Vitória&#8221;!<br />
Em consequência, abre-se todo o processo duma derrota rápida, implacável, que destruirá não só todo o programa nuclear iraniano, como contemplará a destruição alargada de todas as instalações das forças armadas iranianas além da destruição física das suas componentes própriamente ditas. Tal como no Iraque, essa campanha de ataques aéreos visará em apenas 72 horas (segundo estimativas do Pentágono) não só o programa nuclear em pleno como o próprio regime tirano iraniano, derrocando-o pela base tal como um castelo de cartas.<br />
As forças armadas iranianas num todo, as bases aéreas, os sistemas de radar, as baterias SAM e AAA, os portos da Marinha Iraniana, os seus navios e lanchas, as vias de comunicação terrestres, as instalações do exército e seus veículos e tanques, as comunicações e redes de comando&#8230; e tudo que sirva de apoio e logística serão rápidamente destruídos quebrando-se a espinha dorsal do próprio país.<br />
As instalações do programa nuclear, dissimuladas e espalhadas um pouco por todo o mapa iraniano, serão visadas pelos ataques aéreos em pleno, estejam enterradas onde estiverem (nem que para isso sejam usadas bombas &#8220;penetrators&#8221; de alta precisão-cirúrgica ou até &#8220;mini-nukes&#8221; ou ainda engenhos nucleares tácticos).</p>
<p>No fundo é a velha máxima:<br />
&#8220;-São os caças e os bombardeiros que, ao serem as forças bélicas mais poderosas, mais decisivas, mais dominadoras e mais predominantes em todas as frentes, ganham não só as batalhas cruciais como todas as principais campanhas.<br />
Ao contrário das outras forças, operam tridimensionalmente sobre todos os cenários bélicos, semeando a destruição por toda a parte&#8230; sobre a terra, sobre o mar e&#8230; no ar!<br />
Para além disso, com as suas bem sucedidas acções defensivas, impedem o alastramento das incursões inimigas para outras frentes, defendendo não meros pelotões de soldados ou ínfimos locais diminutos, mas países inteiros do espectro da Guerra!&#8221;<br />
(in As Grandes Batalhas Aéreas da Segunda Guerra Mundial).</p>
<p>&#8220;-Ao nível táctico e estratégico, o Poder Aéreo é que modela todo o corpo da Guerra, destruindo nações inteiras, de dentro para fora, tornando-as infuncionais.<br />
Quando essas nações não pudem funcionar, as suas forças armadas seguem-lhes o exemplo!&#8221;<br />
(disse em 1945 o Gen. Dwight Eisenhower, comandante supremo das forças aliadas na Europa).</p>
<p>“-O efeito moral e material dos bombardeamentos estratégicos supera largamente os efeitos das lutas terrestres numa proporção de 100 para 1. É fundamental criar o Maior Efeito Destruidor possível.<br />
Foi o Poder Aéreo aliado na Primeira e Segunda Guerras Mundiais, e em todos os conflitos que se lhe seguiram, que traçou e abriu o caminho para a Liberdade e para a Democracia, eliminando a Tirania!”<br />
(Gen. do Ar Hugh Trenchard da RAF num discurso na Câmara dos Comuns em 1945).</p>
<p>&#8220;- Sem desprimor para as forças militares de superfície, que dentro das suas imensas limitações também fizeram o melhor que puderam, a verdade pura e crua é que foram os aviões aliados os grandes protagonistas das principais batalhas que viraram os ventos da História. Os aviões de guerra, foram (e continuarão a ser) destacadamente os meios bélicos que tiveram a acção mais arrasadora, mais vasta, mais abrangente e mais decisiva. Foram os meios aéreos que, actuando sobre as três dimensões (terra, mar e ar) com um alcance e uma abrangência incomparáveis, provocaram as maiores repercussões e geraram as maiores consequências para os países beligerantes. O que daí resultou foi a Ordem Mundial equilibrada pela balança de forças, com especial destaque para os Poderios Aéreos bipolares das duas superpotências EUA versus URSS!&#8221;<br />
(Revista &#8220;Mais Alto&#8221; &#8211; FAP).</p>
<p>Ora nem mais!<br />
É bom que os regimes párias do Irão, Síria, Coreia do Norte, China, Rússia, Cuba, Venezuela, movimentos esquerdistas, comunas &#8220;Staline-saudosistas&#8221;, anti-imperialistas, anti-semitas, pró-islâmicos e outros escumas afins&#8230; aprendam o seguinte:</p>
<p>“- Nenhuma nação jamais poderá garantir a sua defesa e integridade física sem o escudo protector de uma forte aviação!” (Gen. Billy Mitchell).</p>
<p>&#8220;-Se o atacante conquistar o domínio dos céus, o defensor está perdido!&#8221; (Almirante Carl Vinson).</p>
<p>Mas sugiro-lhe que leia também a minha intervenção no seu blog sobre o (SAM) TOR M1. Já lhe enviei duas vezes o mesmo texto, pos julguei que o sistema link de envio estava com problemas. Daí tentei por duas vezes. Deve encontrar lá alguma coisa! Veja isso, ok? Estão lá considerações importantes que o aconselho a ler com tempo e calma.</p>
<p>Despeço-me com as melhores saudações e cumprimentos pessoais!</p>
<p>Ten. Manuel Cunha (FAP)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Renato</title>
		<link>http://jbitten.wordpress.com/2007/09/25/um-sistema-de-armas-as-tercasantey-2500-s-300v-mobile-universal-air-missile-defense-system/#comment-118</link>
		<dc:creator>Renato</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Sep 2007 18:22:26 +0000</pubDate>
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		<description>Oi Proftel, 
ok entendi o seu ponto. :-) Realmente a diferença de ambiente pode provocar surpresas desagradáveis. 
Na  I guerra do golfo, por exemplo, os tornados tiveram surpresas desagradáveis ao voar no deserto plano com o mesmo perfil planejado para a montahosa europa. O que custou vários tornados para a defesa aérea, incluindo 1 contra um Mig-29. 

Sobre os americanos, até concordo que seria de difícil para impossível resistir a um ataque deles em grande escala. Mas como eles geralmente estão atacando e não defendendo o conceito de baixas intoleráveis envolve números bem menores. Convenhamos as perdas do Vietnã e do Iraque atual são meras ferroadas na capacidade combativa dos EUA e mesmo assim já causam a comoção que vemos atualmente. 

Resumindo, taticamente eles podem, mas o conflito vai além do nível tático.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Proftel,<br />
ok entendi o seu ponto. <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' />  Realmente a diferença de ambiente pode provocar surpresas desagradáveis.<br />
Na  I guerra do golfo, por exemplo, os tornados tiveram surpresas desagradáveis ao voar no deserto plano com o mesmo perfil planejado para a montahosa europa. O que custou vários tornados para a defesa aérea, incluindo 1 contra um Mig-29. </p>
<p>Sobre os americanos, até concordo que seria de difícil para impossível resistir a um ataque deles em grande escala. Mas como eles geralmente estão atacando e não defendendo o conceito de baixas intoleráveis envolve números bem menores. Convenhamos as perdas do Vietnã e do Iraque atual são meras ferroadas na capacidade combativa dos EUA e mesmo assim já causam a comoção que vemos atualmente. </p>
<p>Resumindo, taticamente eles podem, mas o conflito vai além do nível tático.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: bitt</title>
		<link>http://jbitten.wordpress.com/2007/09/25/um-sistema-de-armas-as-tercasantey-2500-s-300v-mobile-universal-air-missile-defense-system/#comment-117</link>
		<dc:creator>bitt</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Sep 2007 03:29:54 +0000</pubDate>
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		<description>Obrigado pelo excelente comentário. Embora não concordemos politicamente, certamente convergimos no que diz respeito à área técnica (embora meus conhecimentos estejam mais no campo de relações internacionais e história militar).

Certamente a possibilidade de que sírios ou iranianos resistam eficazmente a um ataque dos EUA é nula. Entretanto, a presença de sistemas avançados de def. AA nesses países desencorajaria Israel, e é este o ponto q defendo. Qto à presença de sistemas S300V nos países citados, de fato, vc tem razão - encontrei citações à presença do SA10 na Argélia e a possibilidade não confirmada de entrega de SA12A ao Irã.

De toda maneira, a presença de baterias TOR (SA19) no Irã (e, possivelmente na Síria) se torna um fator desencorajador de uma agressão. Por mais &quot;democratas&quot; e &quot;fomentadores da liberdade&quot; que sejam, as forças armadas dos EUA nunca parecem dispostas a enfrentar perdas do próprio lado, devido ao excesso de interferências na condução da guerra.

Mas isto é outra história..</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigado pelo excelente comentário. Embora não concordemos politicamente, certamente convergimos no que diz respeito à área técnica (embora meus conhecimentos estejam mais no campo de relações internacionais e história militar).</p>
<p>Certamente a possibilidade de que sírios ou iranianos resistam eficazmente a um ataque dos EUA é nula. Entretanto, a presença de sistemas avançados de def. AA nesses países desencorajaria Israel, e é este o ponto q defendo. Qto à presença de sistemas S300V nos países citados, de fato, vc tem razão &#8211; encontrei citações à presença do SA10 na Argélia e a possibilidade não confirmada de entrega de SA12A ao Irã.</p>
<p>De toda maneira, a presença de baterias TOR (SA19) no Irã (e, possivelmente na Síria) se torna um fator desencorajador de uma agressão. Por mais &#8220;democratas&#8221; e &#8220;fomentadores da liberdade&#8221; que sejam, as forças armadas dos EUA nunca parecem dispostas a enfrentar perdas do próprio lado, devido ao excesso de interferências na condução da guerra.</p>
<p>Mas isto é outra história..</p>
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		<title>Por: bitt</title>
		<link>http://jbitten.wordpress.com/2007/09/25/um-sistema-de-armas-as-tercasantey-2500-s-300v-mobile-universal-air-missile-defense-system/#comment-116</link>
		<dc:creator>bitt</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Sep 2007 03:05:56 +0000</pubDate>
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		<description>prof, sds
Sei da existência de armamento &quot;tropicalizado&quot;, ou seja, adaptado para condições extremas de temperatura e rusticidade. As aeronaves e veículos de combate têm versões deste tipo - basta citar que os americanos estão &quot;perdendo&quot; equipamento numa taxa mto mais alta do que o esperado em função do desgaste provocado por abrasão - vento, calor e areia, combinados. Imagino q os mísseis devam ser assim pq tem mto material eletrônico embarcado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>prof, sds<br />
Sei da existência de armamento &#8220;tropicalizado&#8221;, ou seja, adaptado para condições extremas de temperatura e rusticidade. As aeronaves e veículos de combate têm versões deste tipo &#8211; basta citar que os americanos estão &#8220;perdendo&#8221; equipamento numa taxa mto mais alta do que o esperado em função do desgaste provocado por abrasão &#8211; vento, calor e areia, combinados. Imagino q os mísseis devam ser assim pq tem mto material eletrônico embarcado.</p>
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		<title>Por: proftel</title>
		<link>http://jbitten.wordpress.com/2007/09/25/um-sistema-de-armas-as-tercasantey-2500-s-300v-mobile-universal-air-missile-defense-system/#comment-115</link>
		<dc:creator>proftel</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Sep 2007 00:30:52 +0000</pubDate>
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		<description>Renato:

Sim, coloquei o &quot;durante o dia&quot; vinculado ao clima quente e sêco, desértico, sei que as noites são extremamente frias e os ataques iniciais foram noturnos.
O bitt tem escrito muita coisa nova em relação ao armamento utilizado nessas condições, meu questionamento é quanto ao desenvolvimento de armas para uso por exemplo numa região onde um desembarque marítimo for necessário.
:-)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Renato:</p>
<p>Sim, coloquei o &#8220;durante o dia&#8221; vinculado ao clima quente e sêco, desértico, sei que as noites são extremamente frias e os ataques iniciais foram noturnos.<br />
O bitt tem escrito muita coisa nova em relação ao armamento utilizado nessas condições, meu questionamento é quanto ao desenvolvimento de armas para uso por exemplo numa região onde um desembarque marítimo for necessário.<br />
 <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
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