Um sistema de armas…::ASTROS II::


 

Os agitados anos 70… Época de John Travolta rebolando em ritmo discoteque e de Tio Sam voltando pra casa com o rabo entre as pernas, depois de dez anos no Vietnam; a época da gasolina cara, e, no Brasil, dos grandes feitos (1970) e fracassos (1974 e 1978) da Seleção Brasileira e da consolidação do padrão Globo de qualidade. Mas os anos 70 também foram, neste país, talvez a época mais favorável à decolagem de uma indústria nacional de produtos de defesa.

Para as forças armadas brasileiras, os anos 70 não foram assim tão brilhantes. Embora seja outra história, os “setenta” presenciaram o auge da grave obsolescência dos equipamentos das FA nacionais. Não que isso piorasse as coisas: por mais paradoxal que pareça, dificilmente o estado geral de equipamento e aprestamento militar, durante o regime militar, poderia ficar pior. Essa situação resultava de anos de subordinação absoluta à estratégia norte-americana da Guerra Fria e a conseqüente ênfase na preparação para uma hipotética “guerra de contra-insurgência” e na “defesa localizada” (que transformou a Marinha numa força anti-submarino, sem nenhuma capacidade ofensiva ou defensiva de superfície). Depois de um salto qualitativo notável, no período entre 1942 e 1952, resultante da 2a GM, os EUA começaram a selecionar rigidamente o tipo de equipamento de que podiam dispor seus aliados menores, inclusive o Brasil. A superpotência parecia achar que o maior país sul-americano não precisava de armas. Geralmente os pedidos de armamento moderno vindos daqui eram arquivados sem consideração, e os aliados europeus dos EUA sofriam pressão para não vender armas modernas para o Terceiro Mundo. Como se não bastasse, a crise nas relações bilaterais  com a assinatura, pelo presidente Ernesto Geisel, do Acordo de Cooperação Nuclear Brasil-Alemanha, em 1975, a briga com o governo de Jimmy Carter e a denúncia do acordo de cooperação militar, em 1976, apartaram o país de sua principal fonte de equipamento militar. Por outro lado, aquela situação mostrou o que devia ser evidente: tinhamos não apenas de diversificar nossas fontes de equipamento, mas também tentar desenvolver e expandir uma indústria autóctone de defesa.

O Exército já vinha, desde o início dos anos 1950, através da ETE (Escola Técnica do Exército) e do IME, tentando clonar equipamento fornecido pelos EUA, ou produzir versões nativas desses materiais. Entre esses tipos esteve um foguete pesado, que chegou ao estágio de protótipo, notação X-40. Tratava-se de um vetor de trajetória não-guiada, capaz de portar uma cabeça de combate de até 250 quilos e com alcance máximo de 70 quilômetros. Alguns lançamentos de teste chegaram a ser feitos, mas o sistema não foi adiante em função da redemocratização do país (que colocou em cheque TODAS as iniciativas dos governos militares, inclusive as que prestavam…) e da crise econômica dos anos 1980. Entretanto, os resultados do projeto foram repassados à indústria civil, para desenvolvimento e concepção de produtos. É essa a origem mais distante do o sistema ASTROS (Artillery Saturation ROcket System).

Localizada em Jacareí, estado de São Paulo, a Avibras Indústria Aeroespacial S.A. é uma empresa privada que tem se mostrado capaz de alguns feitos interessantes, num país (o nosso, infelizmente…) que nunca chegou a apoiar plenamente sua indústria de defesa – se é que já tivemos alguma. Criada em 1961, Avibras especializou-se em sistemas de alta tecnologia e se tornou pioneira, no Brasil, em produtos aeroespaciais. Desde sua fundação, entrou no setor de defesa, fornecendo equipamentos para as forças armadas daqui e de outras nações. O primeiro produto direcionado à esse mercado foi uma aeronave de treinamento básico denominada “Falcão”, que trazia a inovação de ser fabricada com materiais compostos. Pouco depois vieram os foguetes “Sonda”, com tecnologia e componentes desenvolvidos pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e pela própria empresa. Além de contribuir decisivamente para a implementação do Programa Espacial Brasileiro, a série “Sonda” – I, II e II-C – forneceu a base científica e de engenharia para o desenvolvimento posterior de produtos militares, caminho que, por sinal, é o de todos os países desenvolvidos, nesse setor.

Foi, justamente, o passo seguinte. Ainda nos anos 1960, a empresa passou a desenvolver e fabricar materiais militares. O primeiro desses produtos foi a linha SBAT, em três calibres: 37 e 70 e 127 mm. Trata-se de foguetes ar-terra não-guiado, estabilizados por aletas, com um alcance de uns 8.000 metros, para o SBAT-70. Este último é equipamento-padrão da FAB, e pode ser equipado com diversos tipos de cabeça de combate. O SBAT-127 é mais pesado, com alcance de uns 12 quilômetros e uma cabeça de combate de mais de 20 quilos.

O desenvolvimento da linha SBAT levou a Avibras a redesenhar esses produtos para o uso terrestre, visto que a tecnologia desse tipo de vetor permite sua fácil adaptação a qualquer tipo de plataforma de lançamento.

O problema, entretanto, é que a indústria brasileira de defesa tinha muito pouco apoio do próprio governo brasileiro. Os governos militares, embora apoiassem, nominalmente, as iniciativas para fabricar armamento, esperavam que uma indústria nacional de defesa atuasse principalmente como exportador, já que as sucessivas crises econômicas do período pós-milagre faziam, curiosamente, minguar o orçamento militar do regime militar. Assim, muitos dos produtos oferecidos a países do Terceiro Mundo não tinham similares na forças armadas brasileiras.

A possibilidade de que qualquer empresa se tornasse um sucesso teria de vir de fora. No caso da Avibras, veio, mais exatamente, de Bagdá. Um grande sucesso: em meados dos anos 1980, a Avibras atingiu a marca de US$ 1 bilhão em exportações de material de defesa – bombas especializadas, lançadores de foguetes de saturação, cargas propelentes e ogivas de combate. Todos sabemos que o Iraque passou a maior parte dos anos 1980 em guerra com o Irã. É possível afirmar que a empresa foi um dos principais parceiros do regime iraquiano, durante a luta de oito anos. Nesse período, o país de Saddam Hussein se apresentou não apenas como cliente preferencial dos sistemas que a indústria bélica brasileira oferecia, mas como proponente de certos produtos – como o sistema ASTROS II.

A demanda resultou de uma das características daquela guerra: os ataques maciços da Guarda Revolucionária Iraniana. Composta por milhares de homens com algum treinamento militar e muito bem armados, a Guarda chegou a mudar o resultado de algumas batalhas, ao longo dos anos de 1985 e 1986. A melhor maneira de deter esse tipo de ataque era através de operações que se apoiassem no método chamado de “fogo de barragem“.

O sistema ASTROS II passou a ser entregue ao Iraque a partir de 1985. Em combate, era posicionado com a ajuda das informações de satélites, passadas pelos norte-americanos, na época aliados do regime ba´athista iraquiano. Esse sistema de armas foi um dos fatores que possibilitaram equilibrar a situação militar, pois o emprego maciço de barragens de foguetes mostrou-se eficaz em deter o avanço iraniano nas ofensivas de 1986 e 1987, com grandes perdas para as forças daquele país.

Durante a Guerra do Golfo, em 1991, os norte-americanos manifestaram certa preocupação com as baterias ASTROS II iraquianas. O impacto operacional do sistema brasileiro era bem lembrado pelos EUA, e um relatório apresentado ao Congresso dos EUA após a guerra (Final Report to Congress Conduct of the Persian Gulf War, datado de abril de 1992) apontava o ASTROS II como superior, em alguns aspectos, aos outros sistemas de saturação testados no conflito.

Não se sabe exatamente quantas baterias ASTROS II foram entregues ao Iraque, pois os números nunca foram divilgados pela Avibras, mas se calcula não tenham sido inferiores a 50 baterias, o que envolveria mais de 600 veículos, entre lançadores e remuniciadores.

Uma bateria típica de ASTROS II tem 12 veículos: 6 lançadores e 6 remuniciadores, cada qual com tripulação entre seis e dez homens. Um décimo-terceiro veículo transporta uma central diretora de tiro e pode ser acrescentado à unidade. Todos esses veículos são idênticos: caminhões 6X6 (tração independente nas seis rodas) com cabine blindada para a tripulação, baseados em um chassi Mercedes-Benz modificado.

Essa integração/modularidade é considerada característica diferencial do produto. O usuário pode optar por foguetes de vários calibres, alcance e cargas úteis, o que torna o sistema taticamente muito flexível. Estão disponíveis cinco tipos de vetores: SS-30, SS-40 e SS-60 e SS-80 e AV/MT (este guiado), com alcances variando de 9 a 300 km e opção de 8 tipos de cabeça de combate.  Montados em uma espécie de container, os foguetes são preparados para uso muito rapidamente, bastando que sejam colocados na plataforma basculante do veículo lançador.  Uma vez disparados, voam até o alvo e explodem por contacto ou antes de atingir o solo, conforme a regulagem do fuso de ativação.

O sistema de direção de tiro é objeto de certa controvérsia. Seu desenvolvimento deveu-se exatamente ao alcance dos maiores foguetes disponíveis, respectivamente 60, 80 e 90 km. Não existe concordância entre os usuários, inclusive no Brasil, se sua presença realmente aumenta a precisão ou se o item é desnecessário. Inicialmente a Estação Diretora de Tiro era uma Skyguard, da empresa suíça Contraves, bastante simplificada. Posteriormente, a Avibrás passou a fabricar, sob licença, uma versão própria.

medssil20av_mt203002028close29
Desde agosto de 2001, o inventário do sistema ASTROS II incorporou o Míssil Tático (MT) AV/MT 300 “Matador” , também produzido pela Avibrás. Capaz de atingir alvos a 300 km de distância com grande precisão, o “Matador” é guiado por um sistema digital de navegação (GPS) dotado de inteligência eletrônica, que lhe permite selecionar, procurar e localizar eletronicamente entre uma série de alvos programados em um computador embarcado. Esse sistema está entre os mais modernos disponíveis no mercado, e coloca o “Matador” como  alternativa mais econômica ao “Tomahawk” norte-americano e “Brahmos” russo-indiano.  Outro produto que tem sido desenvolvido pela empresa é o Fiber Optical Guided-Multi- Purpose-Missile (FOG/MPM), 
iniciado em 1985. É um míssil bastante simples, de concepção engenhosa, para uso anti-carro ou anti-aéreo. O vetor tem um comprimento de 1,50m, pesa 33 kg e alcance de 10 km ou 20 km. A cabeça de combate é do tipo “carga oca” e pode penetrar 1.000mm de blindagem homogênea. Uma versão com alcance de 60km foi apresentada em 2001. Tanto o AV/MT MATADOR como o FOG-MPM podem ser disparados através do sistema ASTROS II.

:: :: :: :: :: :: :: :: :: ::

A indústria de defesa brasileira vai, assim, seguindo, aos trancos e barrancos. O fato é que, sem apoio interno, a tendência é que ela desapareça, já que nesse mercado se observa duas situações: ou quem vende são os governos ou as vendas se dão com garantia dos governos. E como se trata de indústria de ponta – indutora de produção de alta tecnologia, grande consumidora de alta tecnologia, financeiramente exuberante – o jogo do mercado é, para se dizer o mínimo, pesado. É um jogo de governos, e o governo brasileiro sempre se mostrou muito sucetível à pressões internas (fatores econômicos e opinião pública) e externas. De fato, as duas tendências se confundem. Sob a capa de “manter sob controle a corrida armamentista”, “manter a estabilidade internacional” e “fomentar a paz”, fornecedores tradicionais, principalmente os EUA, atuam contra a concorrência. Esse jogo de interesses freqüentemente induz à posições equivocadas dos formadores de opinião nacionais. Após a Guerra do Golfo, a indústria brasileira de defesa foi colocada na posição de vilã, e cientistas brasileiros que colaboravam com o esforço bélico do Iraque foram taxados de “mercenários modernos” (a imprensa diária chegou a pedir punição para o brigadeiro Hugo Piva, nosso maior especialista em tecnologia aeroespacial). 

De fato, o Brasil não precisa de forças armadas gigantescas, mas não pode prescindir delas; também é uma posição hilariante, de tão equivocada, imaginar que o melhor papel para as FA nacionais seja o de combater criminalidade urbana. Precisamos de forças armadas proporcionais ao lugar que ocupamos na comunidade internacional e à nossa posição geopolítica. Talvez fosse o caso de refletir mais seriamente sobre nosso papel militar na 2a GM… – o ataque alemão nos encontrou praticamente sem condições de defesa. Por outro lado, mesmo uma posição periférica no dinâmico mercado internacional de defesa pode significar entrada de recursos da ordem de 3 ou 4 bilhões de dólares, anualmente. Não é pouco, diante do montante das exportações brasileiras. Quem sabe não seria bom pensar pelos dois lados?::  

About these ads

25 pensamentos sobre “Um sistema de armas…::ASTROS II::

  1. Uma coisa que muitos interessados em história/tecnologia militar tem aceito, com um certo contragosto, é que o governo atual trouxe o assunto defesa de volta à baila. Acho que desenvolver uma estratégia de defesa nacional para direcionar os gastos e investimento já foi um avanço em si.

    Esperemos que essa posição resista a crise e as demandas imediatistas e nossa indústria de defesa volte a evoluir.

    Falando no assunto soube que a IVECo apresentar um protótipo do Urutu III na LAAD 2009 no Rio de Janeiro. Confesso que a maquete que vi não me animou muito, mas quem sabe pelo menos o assunto não rende um post?

    boa páscoa

  2. bitt,

    De fato, seu texto me despertou um raciocínio algo contraditório: para mim, e acho que tendo a fazer parte daquela parcela da opinião pública manipulável pelos argumentos de lobbistas americanos – a indústria armamentista em si, teria interesse secundário. Por outro lado, como você observa, ela utiliza e induz a alta tecnologia, que acho um dos investimentos vitais para nós, como país.

    Donde, e concordando que precisamos de Forças Armadas que façam jus à nossa mudança de status geopolítico, acho sim, que seria muito interessante o investimento nesses equipamentos.

    Agora, o curioso é que, ao ler o post, lembrei que morei, quando bem criança, em Barra do Garças (MT), cidade gêmea a Aragarças (GO), de onde tentaram derrubar JK e era uma basesinha da Aeronáutica das mais chinfrins. Mesmo assim, meu pai, que era amigo do comandante, chegou a comentar ter visto aqueles helicópteros capazes de carregar um tanque, americanos, pousando meio que clandestinamente, na base, a caminho do Vietnã. Guerra Fria e coisa e tal. :-)

    Feliz Páscoa para você e os frequentadores do blog!

  3. Excelente matéria, Bitt, oportunamente fechada pelos comentários destacando como o Brasil transa mal as suas forças armadas. Há um ranço, ou melhor, diversos ranços que impedem a resolução deste problema. A Ditadura de 64 deixou tão más lembranças que tudo que envolve os militares é mal-visto. Muitos dos atuais membros dos nosso “dirigentes políticos” (não há como evitar as aspas) foram alvos desta ditadura e não têm a grandeza nem a competência de entender a importância das Forças Armadas. Da parte desta, mesmo as novas gerações de oficiais mantém uma cumplicidade absurda com a herança da Ditadura, também lhes faltando grandeza para passar o passado a limpo e competência para profissionalizar-se como é necessário. tudo isso tendo como pano de fundo um “pacifismo” completamente idiota de uma “intelectualidade” (haja aspas!) que não faz a mais remota idéia do que seja a defesa dos interesses nacionais e a importância das F.A. em tal processo. Para coroar tudo isso, o mas patético falastrão do governo foi premiado com a pasta da Defesa: fala, fala, mas eu duvido que ele realmente leve a termo qualquer coisa que tenha falado.

    • Pois é! Imagina q tivemos uma indústria de defesa, e acabamos com ela. Lembro da época em q a imprensa diária parecia ter um przer um tanto masoquista em dizer q a Bernardini, que chegou a desenvolver tecnologias próprias em termos de projetos de blindados, estava fabricando “alças de balde” e “ferramentas de jardinagem”.

  4. Decisão e Coragem (Já Atualizado ) !!!

    Precisamos de capacidade e determinação para mudarmos o Planejamento Estratégico da nossa Lei Orçamentária. O Plano Estratégico de Defesa já foi assinado, muito bem !!!. Agora precisamos programar, com disciplina e certa urgência, o comportamento legal das nossas despesas orçamentárias públicas, ou, vamos concluir, logicamente, que o citado Plano não é importante para a soberania nacional. Não restam dúvidas que decisão e coragem são importantes para o governo tornar a execução do Plano Estratégico possível, com isso ele governo deverá mudar seu pensamento de “fome zero”,” PAC disto ou PAC daquilo” para centrar no cumprimento legal do orçamento, e notadamente, com o Plano Estratégico que ele próprio aprovou.
    Por que assinar um contrato com a IVECO para construção de blindados sob rodas? Não seria mais estratégico renascer, com outro nome, a principal empresa produtora de material bélico ?
    A falta de dinheiro é uma coisa presente nas finanças do Brasil, mas incompetência crassa, é outra coisa!! Temos ainda vivas a AVIBRÁS e a IMBEL. A AVIBRÁS recentemente construí o Guará, blindado de 4×4, mas o EB não se interessou. Quem mostrou competência para fazer um 4×4, certamente, poderá fazer um 6×6, um 8×8, ou até um 10×10, até anfíbio. Repito o que disse, nossos engenheiros militares são muito competentes. Se por acaso, for necessário assinamos, um acordo militar com a Alemanha ( não seria a 1ª tentativa ) ou Rússia, para acelerar a assimilação de conhecimentos atuais sobre blindados. Temos no passado, projetos bem realizados do, URUTU, do Ogum, do Charrua, do Sucuri, do Tamoio, do Osório, do Jararaca, e do CASCÁVEL cuja experiência resultante e o conhecimento de nossos engenheiros e técnicos militares, apesar do tempo ter passado, não se perderam, e nem, faliram. Competência não nos falta. O Centauro italiano é uma cópia descarada do Sucuri brasileiro.
    A IMBEL é a herdeira judicial dos acervos da ENGESA, da BERNARDINI, e da MOTO PEÇAS. A substituição do transporte blindado de tropas infantes M-113 do EB, poderia ser feito, também, usando-se o modelo aperfeiçoado do CHARRUA 01, construído agora pela AVIBRÁS ou a IMBEL, ou ambas as empresas, o blindado anfíbio transporte de tropas, com uma necessária modernização de blindagem, sem perder a condição de ser anfíbio para a região amazônica, com um super-sistema de armamento, artilhados e com mísseis anti-carro, anti-aéreo, ou anti-barcos de desembarques.
    Aliás, esta nova viatura CHARRUA 01, faria frente nas fronteiras da Venezuela ao violento russo BMP -3, a ser comprado pelo exército deste país.
    DEUS queira, que nossas FAs não sejam levadas ao sacrifício inútil, por causa da displicência governamental, nem tudo se resolve, com “tapinhas sindicalistas e cafezinho”. O BMP-3 russo que o Chavez vai comprar ( ou comprou ) é excelente blindado. Se acontecer no futuro, que blindado do EB fará frente a ele na Amazônia ????. Gostaria que alguém do EB me explicasse, pois, de repente existe outra saída, embora seja eu , apenas, um civil consciente de seus devedores ????
    Falta, na verdade, muito dinheiro para este Plano Estratégico virar realidade !!! Por enquanto é somente discursos políticos irritantes, de quem não quer decidir nada, só ganhar tempo. Vamos alistar e incorporar, os filhos, netos, bisnetos e todos ao parentes próximos de todos os governantes e políticos brasileiros nas nossas FAs e remete-los para frente de combate, mais pesado e violento, na região amazônica, se necessário for !!!
    Assim, com certeza, eles verão e sentirão, com exata realidade as verdadeiras necessidades do EB. Para quem sabe o mínimo da história do povos, sabe que isto pode bem acontecer. !!!!!!!
    Por falar em BMP-3 russo, por que o EB, não se utilizar, da AVIBRÁS e da IMBEL, ou, uma 3ª empresa coligada, nestes procedimentos de fortalecimento bélico do Plano Estratégico de Defesa ???? Luiz

  5. O Necessário Trivial + Completo ???

    Mais uma vez vou tocar num mesmo assunto sobre O Plano Estratégico de Rearmamento Militar das FAS. O Plano é necessariamente ambicioso, mas muito longo, até 2030.
    O Brasil é um país geograficamente grande e diversificado, com vários e diferentes teatros operacionais. As nossas fronteiras são altamente cobiçadas, pelos bandidos internacionais. Por enquanto não falei nada de novo, que a opinião pública não saiba.Um Plano Estratégico de Defesa deste porte, precisará com certeza de muitos recursos financeiros, durante diversas gestões governamentais. Tem o governo de preocupar-se em mobilizar fontes de recursos permanentes, por longo tempo, que permitam a realização, sem interrupção do processo contínuo de rearmamento e modernização das nossas FAs. A instituição de um Fundo Financeiro Permanente que possua recursos suficientes para o re–equipamento total das Faz, é extremamente necessário e urgente. O receio que este Plano de Defesa fique no caminho por falta de dinheiro ou ânimo forte é amedrontador à soberania nacional, e à preservação de nossas mais sagradas instituições. Outro aspecto lamentável, que chama a atenção, é a falta de interesse do povo, da sociedade e, até, da própria Nação, extasiados com os programas sociais, atualmente, muito em moda.
    Sou profissional especialista em Gestão Pública, e posso afirmar que a nossa situação de Nação Independente é muito GRAVE. O remanejamento de tropas militares e a criação de outras Unidades Especializadas, para a região amazônica é muito oportuno, estratégico e sábio, responde com armas prontas à ambição imoral de potências estrangeiras. Mas ainda não é o bastante para a tranqüilidade da Nação Brasileira. Muitos brasileiros não tem a menor noção do que, realmente, está acontecendo naquelas “bandas” do território nacional. Acrescente-se o trabalho demoníaco desenvolvido pelas ONGs internacionais à serviço do inimigo e as ONGs nacionais que já venderam a consciência.
    Ambas operam na célula central da soberania nacional, sabotando e instigando o povo contra suas próprias forças armadas, por conta do acontecido no passado. Meu tempo de jovem foi exatamente no período mais rígido da ditadura. Com meu trabalho, paguei duas faculdades ( dois níveis superior) e fiz vários pós-graduação; com o tempo tornei –me, especialista em Gestão Pública. Pessoalmente, testemunhei vários ataques verbais contra o Presidente da Republica, em plena Av. Rio Branco no RJ, ao meio dia, sem nenhuma razão que o justificasse. Vivi a minha vida, fiz tudo que quis fazer, e respeitei o estado “legal” vigente da época. Não me meti com ninguém, pois não estava aparelhado para isso, e ninguém se meteu comigo. Sou contrário, decididamente, às todas injustiças e as covardia, mas nós, brasileiros, estamos aprendendo a fechar nossas próprias feridas. Para quem sabe ler “um pingo é letra”.
    “ Os senhores deveriam tomar conhecimento do debate entre os arrogantes alunos de uma universidade norte-americana e o nosso Senador Cristóvam Buarque sobre a nossa Região Amazônica, imputesse até São Francisco”. Portanto, a necessidade de armar nosso EB com os mais modernos equipamentos bélicos permanece como uma urgência altamente prioritária, a que o País, rapidamente, tem de responder. Por isso precisamos de reservas financeiras suficientes para atender, concomitantemente ao EB, a FAB, e a MG (FNs), e que sejam realizadas sem adiamentos, cancelamentos, ou mudanças, com substituição criminosa, para outros programas de governo, “engana joão”. Também imaginem, a Venezuela possuindo um transporte de infantaria ultra moderno, de origem russo, além de anfíbio (BMP-3), poderosamente armado com canhão e metralhadora ambos de alta velocidade e precisão !!!! Está na hora do governo e a sociedade brasileiras acordarem para a realidade !!
    Medidas jurídicas, contábeis, orçamentárias, financeiras, patrimoniais, e legais devem se traduzir pela inclusão de uma EMENDA CONSTITUCIONAL referendando o Plano Estratégico Militar, além da citação, em textos da LDO, PPA e LOAs. A disciplina na aplicação e execução de programas de despesas públicas é outra medida acauteladora, exigível dos governos.
    A criação de um tributo específico para o fortalecimento bélico das nossas forças é importante, se necessário for. A redução dos custos BRASIL ( com a diminuição dos tamanhos dos Poderes Executivo/Legislativo e Judiciário ), com a conseqüente economia de custos orçamentários, podem em conjunto, constituírem-se em FONTES de RECURSOS aplicáveis na imediata produção do Plano Estratégico Militar.
    Sabemos que para o EB – a IMBEL e a AVIBRÀS estão vivas, e , a 1ª é a herdeira judicial da Engesa, Bernardini, e Moto Peças, e portanto, o acesso aos modelos, destas empresas falidas, e que são do conhecimento geral é simples e imediato, requerendo um ajustamento e um aperfeiçoamento técnico. Como as cabeças pensantes que criaram estes projetos não faliram, apenas se dispersaram , se novamente requisitados, responderam o chamado e com certeza, farão este trabalho. Mais uma vez, deixo a idéia de formar uma COLIGADA da IMBEL +AVIBRÀS dedicada á produção de Equipamentos Pesados, retomando os antigos projetos do Tamoio, Osório, Sucuri, Charrua, Ogum Jararaca, Cascavel e URUTU, etc..Em minha opinião, em nome deste passado de blindados, ao invés de assinar um contrato com a Fiat/Iveco, melhor seria, ativar uma empresa brasileira para executar todos os projetos antigos. O governo brasileiro não tem a menor noção do grande perigo que está correndo com a compra pela Venezuela, de blindados anfíbios transporte de tropas pesadamente armados, o russo BMP-3, capaz de danificar quaisquer blindados do EB.Abra o olho Sr. Presidente do Brasil !
    A FAB tem a EMBRAER e a HELIOBRÀS bastariam aumentar as encomendas, assinar um acordo de cooperação militar (Aviões e Helicópteros ), e ter reservas suficientes para cumprir os compromissos.
    Os FNs poderiam ser atendidos pelas opções acima citadas. A MG teria que responder se encontra-se em condições técnicas de produzir, inicialmente, Navios – Patrulhas, poderosa e modernamente armados.
    Os submarinos com se sabem, surgirão do Acordo Militar com a França. Submarino atômico, por que , se vc não tem nem submarinos convencionais e, nem, uma grande esquadra de apoio???? O resto é pedir a DEUS para dar tudo certo !!!! Luiz.

  6. O Grande Perigo !

    Este assunto, pelo menos em nossa compreensão pessoal, é também relacionado ao Plano Estratégico de Defesa Nacional. Não bastam armas e equipamentos modernos para as nossas FAs, é necessário estar muito atento para a seguinte questão social de grande gravidade.
    A Sociedade Brasileira, perigosamente displicente, não percebe o alto grau de corrupção administrativa e política que assola o País. E o que resulta dela, a certeza cínica da impunidade, basta que olhemos as notícias vinculadas pela mídia diariamente.

    O Poder Legislativo e o Poder Executivo estão mergulhados na lama podre da corrupção. O Poder Judiciário é uma grande incógnita.

    As nossas Instituições Militares são realmente uma grande e honrosa exceção. Não se contaminaram !!!
    Afastadas no centro nervoso da administração pública, guardam um sábio e místico silêncio, depois do término do período ditatorial. Vemos hoje as nossas FAs se penitenciando, triste e ingloriamente, pelos erros cometidos por meia dúzia de cabeças doentes. As nossas FAs são Instituições Sagradas que devem ser respeitadas e amadas pelo Brasil, pois, são a Garantia de nossa Soberania Nacional, na versão mais clara e reluzente, apesar da ação criminosa das várias ONGs nacionais e internacionais que operam livremente em Território Nacional. Numa manobra de alta traição, previamente organizadas com estratégica, jogam a opinião pública brasileira contra suas próprias FAs.

    O estímulo à corrupção desenfreada enfraquece, totalmente nossas forças militares de reação, quebra o ânimo patriótico do povo, prostitui a vontade férrea da sociedade, faz o Estado Brasileiro perder o respeito internacional por seus atos, abre as portas ao domínio dos povos estrangeiros que cobiçam e tramam contra nossas riquezas econômicas, nosso crescimento e, nosso fortalecimento como povo soberano.

    Será que o estímulo à corrupção política e administrativa não será a arma mais letal desejada pelas potências “aliadas” que cobiçam acintosamente nossas riquezas descobertas e a descobrir.
    Além de blindados nas variadas versões e calibres, aviões de caça, helicópteros armados, navios patrulhas, submarinos, etc.. que, urgentemente, devem ser incorporados as nossas FAs é necessário atenção para a situação do País.
    Portanto, em termos de Plano Estratégico de Defesa Nacional, a arma mais poderosa que possuímos, sem custar nada, é a opção do voto eleitoral. É a única forma de expulsarmos esta sórdida canalha para fora do Brasil. Que moral tem o povo brasileiro diante das outras nações para dizer um não histórico às suas pretensões inconfessáveis de pirata internacional. Que DEUS nos abençoe !!! Luiz

  7. Lêdo Engano !!

    A pressão política e outras não confessáveis acabou vencendo o patriotismo brasileiro frouxo, a partir da edição do Plano Estratégico de Rearmamento das forças armadas do Brasil.
    — “Que Triste vergonha !!!
    No dia 2 /junho/09 foi assinado uma acordo de cooperação militar Brasil/EEUU, para nossas FAs começarem a receber material bélico vencido, inservível, defasado tecnicamente, de uso inútil e muito deficiente, total lixo que os americanos não querem. E mais o Brasil se obriga a abrir os quartéis para vistoria periódica pelos oficiais americanos. Eu servi numa Unidade de Artilharia, organizada com obuses 155mm rebocados por tratores blindados, oriundos do final da guerra da Coréia / EEUU, acordo este, denunciado, sabiamente, pelo Ex- Presidente Ernesto Geisel. O mais humilhante do acordo é que freqüentemente, este lixo norte americano, era inspecionado pelo governo americano.
    Agora se repetiu o mesmo erro lamentável e humilhante do governo JK !!!
    Eu sempre achei que este Plano Estratégico de Defesa Militar, era uma farsa do governo brasileiro, uma forma legal de “calar” as vozes dos militares brasileiros que amam o Brasil.
    Este acordo é o fim de tudo !! De todos os sonhos de alguns brasileiros de verem ressurgir a indústria bélica nacional, e mais que isso, viam neste Plano de Defesa, a manutenção brasileira da Amazônia e da garantia da propriedade do Pré-Sal, embora, “hoje, lemos no jornal VALOR que 32% dos poços descobertos são poucos viáveis economicamente”.
    É a triste realidade de sermos brasileiros e de termos nascidos no Brasil, capacho servil dos EEUU. A juventude norte americana se prepara para administrar a Região Amazônica !!!
    Pode ser que os eleitores petistas estejam contentes com isto, pois, vai sobrar mais dinheiro para ser usados nos PACs, PECs, POCs e PUCs do Lula e seu bando sindicalista. Infelizmente, pela minha idade, provavelmente, não verei o final desta história triste.
    Esta na hora do Jobim arrumar a mesa e dar o fora, urgentemente; levando junto os chefes militares das forças.
    O serviço secreto norte-americano com um único golpe certeiro desmanchou por completo, todo o entusiasmo de alguns bons brasileiros, que acreditavam nas ações deste governo burro, anti-brasil e corrupto.
    Esta nova geração de brasileiros “ otários” não sabe o que este acordo militar significa para a Soberania do País e para a Segurança Nacional. Esta ingerência norte americana em nossos assuntos estratégicos é de suma gravidade. É exatamente igual a uma invasão militar em nosso território. Todos nós, estávamos, preocupados com o CHAVEZ da Venezuela !!! É para rir e chorar ao mesmo tempo !!! Quem quiser saber o por que do alto grau de minha indignação, por favor, leia com atenção todos os comentários feitos nos diversos BLOGs anteriores de defesa.
    Aonde estão os verdadeiros militares brasileiros que isto permitem acontecer de forma acintosa, cínica e vergonhosa para nossos brios patrióticos ????
    Não é absolutamente possível que este passado( do acordo militar Brasil/EEUU) volte com as mesmas cores de alta traição para com os interesses nacionais.

    De qualquer forma, agradeço sinceramente, todo o espaço que me foi permitido nos diversos BLOGs de defesa. Luiz

  8. ” Os Muitos Por Ques——-!!!!”
    O Brasil teve uma queda do Superavit Primário em torno de 62%, enquanto as despesas orçamentárias de custeio, extamente, com despesas de pessoal civil, relativo ao aumento físico do contingente, e não aumento salarial linear perto de 200%. Os aumentos salariais devidos por força de lei e por mérito, ao funcionalismo público, civil ou militar, me parecem justos. Agora manobras políticas demagógicas / eleitoreiras, são lamentáveis !!! Por esta razão e outras iguais, é a causa do governo não ter dinheiro para investir pesado no Plano de Defesa, através da produção nacional de armas e equipamentos bélicos. Luiz

  9. Ledo Engano (Revisado e Atualizado ) !!!

    Nota: ao perceber o erro que cometi com a colocação de algumas informações mal compreendidas, apresento minhas desculpas e retifico meu comentário.

    A pressão política e outras não confessáveis acabaram vencendo o patriotismo brasileiro frouxo, contido, aparentemente, a partir da edição do Plano Estratégico de Defesa para o Rearmamento das forças armadas do Brasil. Gerou tantas boas expectativa na mente de muitos brasileiros patriotas, mas agora, este sonho parece estar se vinculando a um fim melancólico e depressivo.
    — “Que Triste vergonha !!!
    Assinar Acordos de Cooperação Militar para modernizar nossas FAs, sem operacionalizar, com vigor e determinação o Plano Estratégico de Defesa Nacional, é correr o risco sério de vê-lo abortar, pela ingerência inoportuna do nosso tradicional aliado do norte.
    Pois, acoplado neste acordo militar, existirão algumas cláusulas que obrigarão nossas FAs a receber material bélico vencido, inservível, defasado tecnicamente, de uso inútil e muito deficiente, total lixo que seus donos rejeitam e não querem, se livrando deles. E mais o Brasil se obriga a abrir os quartéis para vistoria periódica pelos oficiais americanos. Eu servi numa Unidade de Artilharia, organizada com obuses 155mm rebocados por tratores blindados, oriundos do final da guerra da Coréia / EEUU, acordo este, denunciado, sabiamente, pelo Ex- Presidente Ernesto Geisel. O mais humilhante do acordo é que freqüentemente, este lixo norte americano, era inspecionado pelo governo americano.
    Temos de cuidar para não se repetir o mesmo erro lamentável e humilhante do governo JK !!!
    Eu sempre achei que este Plano Estratégico de Defesa Militar, era uma farsa do governo brasileiro, uma forma legal de “calar” as vozes dos militares brasileiros que amam o Brasil.
    Um eventual acordo militar deste tipo decretará o fim de todo o Plano Estratégico de Defesa com todas as suas implicações, e, na verdade o objetivo básico é justamente este. Além do que, não vejo nos dirigentes brasileiros disposição firme para levar este Plano para frente, como a pátria brasileira merece. Mas enquanto, este povo ignorante e boçal não aprender a VOTAR DIGNAMENTE, não teremos, nunca resultados diferentes deste que acabamos de desenhar.Todos os sonhos de alguns brasileiros, de verdade, de verem ressurgir a indústria bélica nacional, incentivada por este Plano Estratégico, e mais que isso, ainda viam neste Plano de Defesa, a manutenção e a posse brasileiras à Região Amazônia e da garantia da propriedade do Pré-Sal, podem a quaisquer instantes, tristemente, desaparecerem. Coincidentemente, “hoje, lemos no jornal VALOR que 32% dos poços descobertos são poucos viáveis economicamente”. Noticia verdadeira ou manipulada.
    É a triste realidade de sermos brasileiros e de termos nascidos no Brasil, sempre capacho servil dos nossos aliados do norte. A juventude norte americana se prepara para administrar a Região Amazônica !!!
    Pode ser que os eleitores petistas estejam contentes com isto, pois, vai sobrar mais dinheiro para ser usados nos esquemas eleitorais dos PACs, PECs, POCs e PUCs do Lula e seu grupo sindicalista mentiroso.. Infelizmente, pela minha idade, provavelmente, não verei o final desta história triste.
    A partir da não execução plena deste Plano de Defesa, estará mais que na hora do Jobim arrumar a mesa e dar o fora, urgentemente; levando junto seus auxiliares diretos e assessores.
    O serviço secreto norte-americano com um único golpe certeiro, poderá desmanchar por completo, todo o entusiasmo de alguns bons brasileiros, que acreditam nas ações deste governo politiqueiro e demagógico.
    Esta nova geração de brasileiros inexperientes não sabem o que este tipo de acordo militar, se assinado, significará para a Soberania do País e para a Segurança Nacional. Esta ingerência em nossos assuntos estratégicos é de suma gravidade. É exatamente igual a uma invasão militar em nosso território. Todos nós, estávamos, preocupados com o CHAVEZ da Venezuela !!! É para rir e chorar ao mesmo tempo !!! Quem quiser saber o por que do alto grau de minha indignação, por favor, leia com atenção todos os comentários feitos nos diversos BLOGs anteriores de defesa.
    Estamos certo que os nossos verdadeiros militares brasileiros não permitirão que isto venha acontecer, visto que, além da forma acintosa, cínica, humilhante e vergonhosa para nossos brios patrióticos, o Brasil atingiu um estágio no crescimento industrial bélico, que embora, tenha sido esta evolução técnica, torpedeada covardemente pelos governos da época, não merece este retrocesso degradante. Aqueles que só falam mal da Ditadura Militar Brasileira, agora deviam se indagar por que os que sucederam este governo forte, não respeitaram os esforços nacionalistas dos militares daquela época ???
    Não é absolutamente possível que este passado ( do acordo militar Brasil/EEUU) volte com as mesmas cores de alta traição para com os interesses nacionais.
    Alguma coisa tem de acontecer !!!
    De qualquer forma, agradeço sinceramente, todo o espaço que me foi permitido nos diversos BLOGs de defesa. Fui !!! Luiz

  10. Plano Estratégico de Defesa do Brasil 01

    Entendemos que os tanques blindados pesados M-60 A3TTS são excelentes tanques, embora antigos e adquiridos em 2ª mão dos nossos “eternos aliados do norte”.
    Apesar de boa blindagem, não possui saias laterais que poderiam oferecer certa defesa para armas portáteis anti-tanques, mas o grande perigo contra os tanques de quaisquer tipos ou blindagens são a munição em flecha. Acrescentemos que o grande peso destes tanques para a situação geográfica do Brasil, torna-se um complicador. Ele não poderá ser usado em qualquer terreno sem a devida cobertura aérea. Brigadas ou esquadrilhas de modernos helicópteros armados com a equipamentos de última geração, de altíssima velocidade, e guiados por sistema computadorizado são o ideal para a cobertura em deslocamento de colunas blindadas. A EMBRAER pode junto com a Rússia ( acordo de cooperação militar ) desenvolver, rapidamente, um projeto e modelo de novo helicópteros para o EB, FNs da MB, e, para a FAB, e produzi-los na quantidade necessária para cobrir o tamanho geográfico do território brasileiro.
    Quanto aos blindados brasileiros, é uma tremenda irresponsabilidade técnica, os projetos anteriores que ficaram perdidos no passado, e, até agora,não serem, inteligentemente, reaproveitados, a partir de novos estudos e pesquisas militares. O aperfeiçoamento técnico destes modelos (URUTU, SUCURI, CASCÁVEL, JARARACÁ, CHARRUA, e OGUM ), que afinal de contas requisitaram o emprego de milhares de horas de trabalho e pesquisas, os quais, “inexplicamente”, não foram respeitados (e falidos criminalmente ), pois, no final resultaram em bons blindados, apesar da opinião e atitude traidora do governo. Na verdade além de constituírem, “repetindo”, na ocasião bons blindados, foram produzidos voltados à operação no terreno geográfico brasileiro. Recentemente vi um vídeo de manobras de um blindado sob rodas SUCURI num campo de provas, e senti, embora não seja um especialista militar, uma excelente solução para o EB na região amazônica brasileira. À propósito, o famoso BMP-3 blindado russo( o que a Venezuela deseja ), apesar de ter excelente velocidade com um temível sistema de armamentos, um misto de : canhão, metralhadora e mísseis – tem uma blindagem, relativamente, fraca. Dizem que é um blindado CAÇA – TANQUES. Pelo visto tem de atacar e fugir.
    Certamente, os SUCURI, CASCÁVEL, URUTU, e, CHARRUA ( os dois últimos anfíbios ), modernizados após estudos específicos, com sob 8 ou 10 rodas, com fortalecimento de blindagens e com um sistema de tiro de 120mm ou 125mm e mísseis anti-carro, anti- embarcação e anti- aéreo ( acordo de cooperação militar Russia ou China ) (sem perder a característica de ser anfíbios ). Seria o ideal para dar proteção e cobertura, aos deslocamentos das colunas de tanques blindados pesados no terreno brasileiro.
    Quando tivermos no EB, esquadrilhas de helicópteros bem armados e blindados modernos sob rodas, 8 ou 10, aí sim, teremos segurança total para operarmos os M-60 A3 TTS e os Leopards 1 A.
    Não custa nada tornar a falar da necessidade de criar uma empresa bélica de produtos pesados, oriunda da IMBEL + a EVIBRÁS, aproveitando o capital técnico intelectual de engenheiros e técnicos militares de alta competência para voltarmos a produzir blindados, como disse, a partir das experiências anteriores. A informação em um BLOG de defesa sobre a proibição da IMBEL de produzir armamentos pesados em tempo de Paz deve ser investigada urgentemente !!!!!!!!
    Inclusive, servirá tecnicamente, também para modernizar todos os tanques pesados do EB comprados em 2ª mão, como o M-60 A3TTS que além da saia de proteção, talvez possa colocar uma torre de 120mm, tipo Abrams.
    Competência bélica técnica industrial o Brasil tem e muita, só falta o governo recolocar os recursos orçamentários/financeiros para serem aplicados no Plano Estratégico de Defesa. Aliás, não é por menos que os nossos “grandes aliados do norte” nos vêem com muita cautela, pois, sabem se tentarem tirar nossas riquezas na “marra” terão “uma calorosa recepção”. Esperamos que não seja mais um “Engana João”, para esta sociedade que dorme sempre “ em berço esplêndido “. Luiz

  11. “-O Plano Estratégico de Defesa Militar do Brasil, vai para o espaço ???”
    O QUE ESTÁ ACONTECENDO COM A SOCIEDADE BRASILEIRA ?
    A Lei nº 8.666 de 21/06/1993, que institui as normas para licitações e contratos na administração pública do Brasil foi violentamente criticada pelo governo por “atrapalhar” as obras dos PACs.
    As obras na Ferrovia Norte-Sul foram paralisadas pelo TCU, segundo este Órgão de Controle Externo, visto terem sidos encontradas muitas irregularidades gravíssimas, aliás, não é comum este procedimento técnico dos tribunais de contas, só diante de “caso de polícia imediato”.
    O Governo vetou a LDO ( A Lei de Diretrizes Orçamentárias ) para o orçamento de 2010, porque deseja um aumento de 42,3% para despesas orçamentárias com Propaganda e Gastos com Diárias, depois que cartões corporativos foram congelados. É o prenúncio da ativação da propaganda eleitoreira pelo governo, que deseja transmitir para este povo tonto suas proezas administrativas/governamentais, e pior de tudo, quer se manter no mesmo lugar, através da outro candidato do mesmo partido. Certo ou errado, a sociedade brasileira que julgue !
    Como tudo isto não bastassem, tomamos conhecimento, através da mídia, que na aplicação do Plano Estratégico Militar de Defesa, o Brasil pretende, mas falta ainda, aprovação do Congresso Nacional ( Comissão de Defesa na Câmara), comprar 5 submarinos Skorpéne na França, pela estatal francesa DCNS por 6,800 bilhões de Euros ou 19 bilhões de Reais.
    A MG do Brasil já possui 5 submarinos de origem alemã, um(01) construído na Alemanha e quatros (04) aqui nos nossos estaleiros nacionais . O que nos leva ,então, a concluir, que nós podemos construí-los e já temos plena capacidade de produzir submarinos !!!. Só o governo brasileiro não sabe disto !!
    Em função disto a MG prefere os submarinos da empresa alemã HDW que como, sabemos, já construí cinco (05) deles.
    A introdução de mais cinco (05) submarinos franceses, portanto com outras características operacionais, segundo a MG do Brasil, provocaria uma mudança na linha logística. Além do que a alemanha (HDW) oferece mas vantagens no total. Vejamos:
    a)- segundo noticiado, é mais barato, é pela metade dos custos;
    b)-transfere tecnologia destes novos submarinos, como transferiu o dos submarinos anteriores;
    c)- não é necessário construir novo estaleiro, já temos um aqui, necessitando pequenos acréscimos;
    d)- além da construção dos cinco (05) submarinos contratados, oferece manutenção, treinamento de pessoal operacional, e o mais importante, oferece modernização dos cinco (05) submarinos já existentes. Isto acontece com quaisquer equipamentos militares comprados, mesmo que sejam novos.
    Não entendo como alguém decide alguma coisa relativa a operacionalidade de uma FORÇA, sem ouvir seus especialistas. Não dá para acreditar, pasmem !!!
    Por estas e outras que, um Acordo Misto de Cooperação Militar, entre o Brasil e a Alemanha seria, em minha opinião, s.m.j. de grande valia para as FAs, não descartando a compra e a construção de novas fragatas, navios patrulhas e aviões de caça alemães. Para quem não se lembra, nós já compramos da Alemanha e construímos aqui no RJ, navios fragatas, e compramos seis (04) blindados Lançadores de Mísseis(Terra/Ar) Marder Roland II. Estes infelizmente foram abandonados, e o único em operação, hoje, foi transferido para o IPD.

    Criando uma imensa tristeza nos corações dos brasileiros que amam este Brasil,agora, novamente, vemos aparecer nos noticiários, estimulados por alguns brasileiros traidores do governo e por alguma ONG estrangeira com razões imorais o seguinte: “- militares do Araguaia deverão ser interrogados”. Justamente no momento em que ficam em evidência os conceitos e definições do Plano Estratégico de Defesa Militar da região amazônica, e, de todo o Território Nacional por alguns brasileiros de vergonha na cara. A quem pode interessar o assunto da ditadura brasileira ser colocada, novamente, em foco ? Com certeza ao povo brasileiro não é; pois, nós, brasileiros ( muito poucos) em dia com suas obrigações cívicas, legais e morais, como, dissemos, aprendemos a “fechar nossas próprias feridas, sem ajuda ou interferência de ninguém de fora”. Chama muita a atenção a insistência de alguns setores da vida pública brasileira, como tocam neste assunto repetidamente, apesar do Sr. Presidente ter dito que não queria ouvir falar mais nele. Será por motivos de justiça ou outras razões ?
    Percebemos que algumas autoridades do governo se arvoram com muita facilidade para comprar estas idéias, e, se apresentam aos olhos do grande público, como paladinos da justiça, que sabemos não serem, pois, tais princípios estão fora de prumo a muito tempo. E essas pessoas não merecem nenhum crédito.
    Eu pessoalmente, apesar de ter vivido na época da ditadura, na condição de povo e estudante, vos digo que, não aceito covardias e nem justiças, mas, também, temos de ver os dois lados da moeda sempre, o do mocinho e do bandido. “ Quem bate, leva de volta “…
    Depois de passado algum tempo, os quadros políticos e econômicos, do Brasil e até do mundo, mudaram, rapidamente,e, hoje, somos obrigados a olhar esta questão da ditadura brasileira sob outros ângulos.
    Olhando a história geral das civilizações passadas, qual o governo ou líder de nação, que não cometeu erros políticos lamentáveis, inclusive, envolvendo, tragicamente, forças militares e outras instituições? No caso do Brasil o povo se esqueceu que tivemos envolvidos na ditadura não apenas as FAs, mas também a classe política corrupta, aventureira e oportunista. Também é salutar realçar que muitos dos chamados “perseguidos” pela extinta ditadura, hoje ocupam posições importantes no governo atual. Fazendo o que, e que atos praticando, só DEUS sabe ! Talvés devêssemos indagar será que os atos da ditadura foram tão violentos, assim ? Não estão ou estavam, a maioria de volta de onde saíram ?
    A maior nação democrática do mundo, em nome da defesa da liberdade, não perseguiu, não prendeu, e não matou líderes e pessoas que estavam do outra lado da história ?? Talvés, cometendo o único erro de amar seu próprio país !!!
    Sentimos claramente, também o interesse de lançar a sociedade contra as nossas FAs. Quanto mais fracas e impotentes forem as nossas FAs, melhor e mais fácil para as potências estrangeiras piratas se assenhorearem e roubarem nossos minerais, nosso petróleo e nossa água. Alguém tem capacidade para me dizer qual a linha fronteiriça que divide a Amazônia colombiana da brasileira ?? Na selva parece tudo igual !! O Acordo Militar entre os EEUU e a Colômbia que envolverá a Amazônia Colombiana, significa dizer o seguinte, tropa ou assessores militares norte-americanos, que estiverem na selva da Colômbia estarão, simultaneamente, na selva do Brasil !!! É oportuno declarar, agora, que um serviço secreto ou um serviço nacional de informação, de fato, inteligentes, de um país, realmente independente, não existem para prender e bater em estudantes ou matar operários, e sim, para farejar espiões e traidores da nossa pátria.
    Só a nossa sociedade inocente é que não percebe, esta trama da aproximação amistosa do “general de fala mansa”. Um povo que está se lixando para a democracia, seus direitos e deveres. Somente se entusiasma com os campeonatos mundiais de futebol, carnaval e cerveja, quando os arroubos patrióticos ficam exacerbados, incentivados pelo álcool das cervejas.
    Infelizmente, no Brasil, governos, povo e sociedade não estão vocacionados ao exercício de fortalecimento militar; sem ofensas, perdemos nossa capacidade de sermos líderes, nosso ímpeto nacionalista, nos acostumamos a ser dirigidos como ovelhas. O elo da família e da prole que no ser humano produzem firmes estímulos de amor pátrio, para assegurarmos a posse, a estabilidade do solo pátrio, onde vivemos e criamos nossos filhos para o futuro, parece que em nós, se esvaziaram e se perderam totalmente. É uma imensa crise de vigor patriótico, de paixão pela bandeira nacional, de moral e de legítima espiritualidade, refletidos pela situação geral da nação: mentiras, corrupção, violência, roubos, falsidade, ambição desmedida, perda de fé, descrença geral, etc…
    Aquilo com que, nós sociedade brasileira, deveríamos nos preocupar, lamentar e ficar, seriamente, amargurados, que seria com o comportamento desequilibrado do governo, ninguém perde tempo, ninguém fala, e nem quer tomar conhecimento do que está acontecendo.!!!!
    Ao contrário da gritaria política inútil do nosso governo pela colocação de bases americanas na Colômbia, deveria ele governo acelerar a execução do plano estratégico com a compra de equipamentos novos para as FAs.
    E o Plano Estratégico de Defesa Nacional vai para o espaço juntas, com todas as nossas esperanças e sonhos da soberania nacionais !!
    E a amarga desilusão que temos de tudo isto.É incompatível coexistirem ou prosperarem juntas, corrupção e fortalecimento militar nacional. Saudações aos patriotas do Brasil, “em nome da Rosa e da Cruz”. Luiz

  12. Corrupção Não Tem Perdão!!
    Não é nosso propósito comentar assuntos políticos de quaisquer espécies, ainda mais porque, o nosso sistema político em vigor, compreende a escolha direta dos candidatos a cargos eletivos, exercendo cada eleitor seu direito ao livre arbítrio. Por ventura, a má escolha já constitui uma severa punição para a sociedade displicente, pois, as funções do mau político sempre ficarão, vergonhosamente, manchadas por seu exercício indigno e ultrajante à Nação.
    Entretanto, quando esta corrupção envolve desvios ou roubos de dinheiro público, que deixou de ser utilizado, corretamente, em funções ou programas de despesas da Lei Orçamentária, fica uma profunda indignação em nossas consciências de brasileiros. Visto que, serão em princípio, menos recursos financeiros à disposição do Fundo de Reserva Orçamentária/Financeiro para financiar o Plano Estratégico de Defesa Militar do Brasil e da Amazônia, sem mencionarmos outros projetos, igualmente, legais e honestos. E tenham certeza de uma coisa, serão necessários muitos bilhões de reais para seu cumprimento integral, ainda que, não nos armaremos para entrar em guerra com algum país da América do Sul ou de outro lugar. Apesar de um prognóstico derrotista de um técnico, publicado num BLOG de defesa, sobre a capacidade da Economia Brasileira, verificamos que o nosso país atravessa uma excelente fase no cenário comparativo internacional. Acho até que o governo Lula perdeu uma excelente oportunidade para resolver, de forma definitiva, muitos problemas brasileiros, inclusive, o do rearmamento das nossas FAs. Entendemos que é uma exigência do próprio tamanho territorial da Nação, de suas responsabilidades com a Sociedade e de seus compromissos com o Povo, fazendo com o que as nossas FAs possam, num futuro bem próximo, operarem equipamentos bélicos novos, modernos e ultra eficientes. Aliás, esta sociedade deve isto as suas FAs, extremamente dignas e competentes, pois, tantos anos foram passados e as entregamos ao mais puro descaso governamental, somado a insidiosa e vingativa atitude dos governos civis, em função do período ditatorial. Como se os civis brasileiros e os maus políticos da Nação, não tivessem muita culpa nesta história da ditadura militar brasileira. Aliás em 1964, por um índice muito menor de corrupção política e desorganização administrativa, a revolução foi feita!!!!!!
    Voltando ao Plano Estratégico de Defesa Militar, tão sonhado por alguns poucos brasileiros decentes, gostaríamos de formular algumas análises, embora não seja oficialmente um especialista militar. A aquisição no mercado militar externo, significará um custo alto para os materiais e equipamentos bélicos, portanto, a criação de nossas indústrias de construção militar é a melhor saída, mas que seja urgente. Os nossos antigos modelos e projetos, Urutu, Charrua, Cascavel, Sucuri, Tamoio, e Osório, devidamente submetidos à moderna atualização, como por exemplo, sob 8 ou 10 rodas, com blindagens especiais e artilhados com canhões (120mm ou 125mm) magnéticos e sistema de mísseis, contra carros e contra ataque aéreo, ainda seriam as melhores soluções.
    Não poderíamos descartar a existência de modernos helicópteros de ataque para a proteção de nossos blindados e infantaria transportada. Para a MG seriam também necessários a utilização de navios-patrulhas, bem armados, para garantia de nossos litorais e praias.Então, resumidamente, poderemos citar alguns equipamentos bélicos produzidos “para ontem”, como sejam: navios-patrulhas modernos e preparados para guerra anti-submarina; helicópteros de transportes e de ataque para as três forças, blindados anfíbios, tanques terrestres médios e pesados sobre lagartas, transportes de tropas, e blindados sob rodas (8 ou 10 ) caça-tanques e de escolta, sistema de mísseis de alta eficiência contra veículos, contra aeronaves e contra embarcações, sistemas de artilharia com canhões magnéticos para veículos, helicópteros, navios, lanchas de desembarques. E o lógico, até os leigos sabem, quem tiver a garantia dos céus, ganha a batalha, por isso vamos equipar a FAB com modernos aviões de caça.Pode parecer muito, mas não é !!! Basta olhar o tamanho do nosso território com seus diversos cenários. E em termos financeiros, isto quer dizer, que as nossas gestões governamentais devem ter bastante coerência para gastar só o dinheiro necessário aprovado legalmente na Lei Orçamentária.
    As mentes foram feitas para pensar e meditar !!! Mais uma vez, declaramos que corrupção e quaisquer planos de defesa, são incompatíveis sobreviverem.
    Saudações aos patriotas do Brasil, em nome da Rosa e da Cruz, luiz !

  13. O Plano Estratégico de Defesa Militar do Brasil, SEMPRE !!
    Li o comentário, num Blog, de um conhecido jornalista chamando o dia de 7 de setembro, como o dia da PALHAÇADA !!Palhaçada como disse, deve ser de homens como ele próprio, afogados na imbecilidade atual e sem discernimento lógico para compreender que pátria e bandeira não são sinônimos, apenas de desfile militar de 7 de setembro, mas significam, costumes, ideais, segurança, bem-estar, subsistência, proteção e abrigo para ele e sua família.Mas, em linhas gerais, estes sintomas sociais assustam o suficiente, a sociedade que pensa, analisa, e sabe fazer projeções para o futuro.Não vemos hoje nas escolas de ensino básico, ninguém cantar o hino nacional com o hasteamento da bandeira brasileira. A ditadura brasileira acabou há alguns anos, mas, a sociedade brasileira perdeu a noção de liberdade, o conceito de soberania, o sentimento pela terra em que vive, a identidade enraizada nos valores morais cultivados nas famílias, o exercício da autodeterminação,e o amor pela bandeira nacional.Na verdade, parece, que o povo brasileiro perdeu a noção de território onde vive, apesar de não ter visto sua Nação invadida e nunca ter vivenciado a violência desencadeada pelas armas inimigas. E por incompetência pessoal, alguns, ainda, se escondem atrás do período da ditadura, acusando-a pelo estado de displicência em que vivem. Infelizmente, os conceitos, hoje, de Pátria e Família mudaram ao nível de destorcer o significado de soberania. Não é justificável, pela ocorrência da ditadura no Brasil, o presenciarmos, um sentimento brasileiro de abandono das coisas nacionais. Um comportamento “ largado” da sociedade pelos rumos militares da Nação. Tenho verificado, críticas, através da mídia, sobre a intenção de compras dos caças franceses Rafale da Dassault, sobre a segurança do Pré-Sal, além do questionamento impróprio quanto a melhor oportunidade de compra militar face, agora, em função das novas ofertas do governo americano sobre os caças norte americanos F/A-18 Super Hornet da Boeing, que envolveriam outras parcerias de projetos com a EMBRAER além da sueca Saab que oferecerá o caça Gripen em outras condições mais atraentes. para o Brasil. Paralelo a estes acontecimentos, tomamos conhecimento, através de comentários num jornal de grande circulação do RJ, que melhor, seria, transferir para o RJ, o dinheiro da compra dos caças, para operacionalização do “trem bala”.
    Um deputado federal, ex- governador do Estado do Paraná, durante uma entrevista, fez o seguinte comentário, questionando a intenção do governo brasileiro de comprar caças para a FAB na França, dizendo o seguinte: “ o governo vem de assinar acordo bilionário para a compra de armamentos, enquanto, quer criar um imposto(novo CPMF) para financiar a saúde”. É a hora da sociedade perguntar ao ilustre deputado, o seguinte: “ se a saúde é tão importante como todos supõem, por que da última vez que existiu a CPMF, o governo aplicou menos que 4% de sua arrecadação total na saúde???
    É oportuno citarmos que,não vimos na parada militar oficial de 7 de setembro, em Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo ou em Minas Gerais, apesar de prometido pelo governo, o desfile, como apresentação pública do modelo de Carro Blindado, sob oito (8) rodas, chamado de do URUTU III, desenvolvido pela IVECO/FIAT. Isto, infelizmente, está sinalizando para atraso do cronograma do projeto ou cancelamento, pela inexistência de recursos a ele destinado.Lamentavelmente, isto pode confirmar todos os nossos temores em relação à aplicação do Plano Estratégico de Defesa Militar do Brasil. Não é um prognóstico pessimista , mas a manifestação de falta total de confiança em um governo que não apresenta uma planejamento estratégico traduzido, publicamente, em medidas práticas evidentes, sobre as quais já comentamos. Infelizmente, todo mundo tem uma opinião pronta para ser dada ou uma posição política sobre o assunto, menos a FAB, que não tem pressa, ou, porque possui outro ponto de vista técnico especializado, inteiramente diferente, e, que o governo não quer considerar, embora, seja a instituição que usará os aviões e em caso de necessidade irá combater com eles.O nível de compreensão da sociedade brasileira, para assuntos de soberania nacional, está perigosamente tão baixo, que é nosso desejo, publicamente, perguntar para que o Brasil tem necessidade de um Plano Estratégico de Defesa Militar que nos garanta como Nação Soberana diante do mundo ?? Um povo fraco, sem opinião, sem determinação e sem coragem para lutar, certamente, não precisará de nenhum Plano Estratégico de Defesa Militar, para defender sua Pátria.
    O governo perde muito tempo com conversas sindicalistas, que irrita quem já viveu uma Gerência Pública de Tomada de Decisões à tempo real, ou melhor, significava fazer economia de custos orçamentários. Mas, em termos de assuntos militares do Plano Estratégico de Defesa, a defesa de nosso território, sem o imediato fortalecimento das FAs, poderão gerar prejuízos muito mais sérios e irreversíveis.Não me sentirei constrangido, em repetir o que falei em outros comentários anteriores.Apesar da mídia ter divulgado que o governo brasileiro vai realizar gastos militares bilionários, temos de ter garantias que isto vai, de fato, acontecer. E enquanto o governo brasileiro não estabelecer as Reservas Orçamentárias/Financeiras e fixar, concomitantemente, as Fontes de Recursos das quais, indicarão como as 1ª se formarão, para que as nossas FAs se habilitem ao gerenciamento prolongado do plano militar de rearmamento bélico, não é possível a sociedade patriótica ter a tranqüila certeza da obediência governamental do seu próprio planejamento. É será sempre necessário que esta aquisição contínua de equipamentos bélicos, se faça, consoante estudos dos especialistas do Departamento de Material Bélico de cada força, do entendimento obrigatório entre civis e militares, e, da existência de recursos financeiros permanentes, nas denominadas Despesas Orçamentárias de Caráter Continuado, para permitir que as intenções do Plano Estratégico se estendam por vários exercícios de governo. A urgência na agilização da solução final desejada, deverá exigir respaldo nas garantias constitucionais, e nas próprias Lei do Orçamento Anual, que obriguem os futuros governantes a prosseguirem nesta política. È oportuno, que uma EMENDA CONSTITUCIONAL, seja editada para este propósito. Na elaboração da Lei Orçamentária, na etapa do trâmite no Poder Executivo, para estabelecer normas especiais que assegurem figurar no Texto Orçamentário, as ações governamentais para a contínua modernização bélica, teríamos a necessidade da inclusão destas medidas de reserva, nos instrumentos de planejamento estratégico e operacional, responsáveis pela formação inicial e ajustamento posterior, nos valores do Orçamento, e, sua destinação programática , ou sejam, o PPA e a LDO. Estas atitudes blindam a opção do fortalecimento bélico, com a fixação da meta, da função e dos objetivos específicos, diante de futuros governos que alegando outros motivos políticos, interrompam as funções de modernização das nossas instituições militares. Portanto, se o governo brasileiro, realmente tiver decisão e coragem, para impor o Plano Estratégico de Defesa Militar, deve propor um remanejamento de dotações orçamentárias, através de um planejamento estratégico, liberando, em regime de máxima urgência, a aquisição ou produção de materiais bélicos, até porque, o governo cogita do emprego tático do contingente do “ EXÉRCITO MÓVEL”, cujo o aparelhamento exige equipamento modernos de última geração, face seu emprego tático operacional.Quando a ENGESAER for criada(quando for) não só garantirá o permanente suprimento bélico do “exército móvel”, mas, como permitirá o abastecimento dos demais contingentes das FAs, com produtos bélicos brasileiros, que no caso, funcionarão como uma reserva técnica.Desconhecemos a linha de produção dos equipamentos que a ENGESAER adotará, mas, se seguir a mesma da extinta ENGESA, provavelmente, teremos o renascimento de projetos da sua época de ouro industrial, bem melhores, para os quais, temos a nosso favor a competência técnica indiscutível de nossos engenheiros e especialistas militares, que saberão escolher o que será melhor para as nossas FAs.Outra oportunidade valiosa com a criação da ENGESAER, será, a modernização de todos os modelos bélicos já em uso pelas nossas FAs, e, se todos àqueles que tem o dever da tomada de decisão, respeitarem, de forma inteligente, as experiências técnicas, obtidas com a produção num passado recente, como os modelos do Osório, Tamoio, Cascavel, Urutu, Sucuri, Jararaca, Ogum, Charrua, além de rapidamente, termos em mãos grandes projetos, atualizados no tempo, acreditamos, resolveremos, rapidamente, nossa carência bélica. Em tempos recentes aproveitamos, tecnicamente, alguns blindados desativados e os transformamos em lançadores de mísseis antiaéreos e anti-carros, mas o governo não se interessou, por motivos variados, apesar das nossas necessidades, e optou, para comprar na Alemanha, seis (06) lançadores Marder Roland , que por falta de assistência técnica ( e dinheiro) foram totalmente perdidos. O verdadeiro patriotismo faz muita falta em quaisquer nações, principalmente naquelas abençoadas naturalmente.
    O Plano Estratégico de Defesa Militar em favor do Brasil, SEMPRE, SEMPRE, apesar de tudo !!!!
    Saudações- Luiz Opatriotavelho.

  14. Vendas c/ Chantagem !!!

    Segundo o Ministro Jobim, o Brasil não mais “comprará” material bélico usado ou de “2ª mão”. Muito boa a posição adotada, pois, o Brasil não é um simples comprador de armas, mas um parceiro e precisa de transferência de tecnologia militar para que com este incentivo venha instalar nossas indústrias de equipamentos bélicos e permitir que o Brasil alcance com total independência da industria bélica, o permanente fortalecimento militar e modernização técnica das nossas FAs.Pensávamos que a Engesaer, a ser criada pelo governo do Sr Lula da Silva, atendesse a estas necessidades. Porém, a lamentável falta de planejamento financeiro nas gestões governamentais e a ausência do estabelecimento das Reservas Orçamentárias, com a determinação de suas Fontes de Recursos com fim específico, tornam evidente que o governo tem outros focos diferentes da modernização das FAs, com o estabelecimento de outros programas de governo.
    A produção do URUTU III paralisou por faltas de recursos orçamentários. Por enquanto, só nos resta continuarmos a sonhar ( é de graça e é hoje a verdadeira REALIDADE que dispomos ) com os modernos submarinos convencionais, os navios – patrulhas, os helicópteros, blindados sobre lagartas e sob rodas( 8 ou 10 rodas), sistemas de mísseis antiaéreo e anti-carro, armas modernas. Temos de conviver com a política governamental pouco inteligente, sem o aproveitamento maciço da Avibrás, da Imbel, de outras empresas militares já existentes no país, e o que pior com a demagogia política sem limites através de inconfessáveis programas(inclusive sociais) de governo que destroem nossos recursos financeiros.
    Na luta surda que ocorre, entre os competidores na desastrosa licitação para a compra de caças para a FAB, a Boeing vem de melhorar “oferta” para tentar vender seus produtos bélicos ao Brasil. — Porque desastrosa ? Em assuntos desta natureza, de relativa gravidade, não devemos misturar demagogia política com necessidades sérias. Além da Boeing reafirmar a garantia da transferência de tecnologia do F/A-18 Super Hornet à FAB, consoante promessa do Presidente dos EEUU, Sr Barack Obama ao governo brasileiro nenhum item da proposta da empresa estará sujeito a nova revisão, entendamos, por imposição militar dos EUA. Uma das opções ofertadas é que empresas brasileiras passariam, imediatamente, a produzir peças para aviões da marinha americana e também em parceria com a própria Boeing entraria no mercado global da aviação, passando a fornecer asas e fuselagem do Super Hornet, tanto para os EEUU como para outros países. A indústria aeroespacial brasileira se tornaria o principal fornecedor e parceiro da Boeing no mercado de defesa dos EEUU (????). Sabemos que o governo americano foi autorizado pelo Congresso a transferir tecnologia relativo a tudo aquilo que for exigido pela FAB, sem restrições. A Boeing afirma, ainda, ser uma autorização sem precedentes de todos os setores do governo americano, inclusive, do Congresso, procurando, realçar ao governo brasileiro que esta operação de vendas, seria um Grande Privilégio ou um favor divino concedido(???). Autorizaram, ainda, o uso do sistema de armas “made in Brazil” nos caças Super Hornet.O vice-presidente da empresa falando à Comissão de Ciência e Tecnologia, em Brasília, disse que se compromete a criar no Brasil o Centro de Capacitação da Boeing, com o foco na evolução de tecnologias aeronáuticas, e, com o vislumbre futuro dos caças Super Hornet serem construídos no Brasil, como prometeram, também a França(Rafaele) e a Suécia(Gripen)
    Acho que é a grande oportunidade para os secretários das nossas FAs, abandonarem seus votos de silêncio místico, e, rapidamente, se pronunciarem sobre matéria de sua competência. Pois, aparentemente, estes itens são de fato muito tentadores para o mercado de defesa brasileiro. E vamos dar um basta para as opiniões burras de leigos civis e politiqueiros aproveitadores. Se todos estes itens desta nova proposta comercial, vão acontecer, realmente, só o governo brasileiro pagando para ver. Existem precedentes muito graves num passado recente do governo norte americano que sinalizam para a total desconfiança e descrença na palavra do grande aliado do norte. Os estragos feitos na política de relacionamento internacional, pelo último presidente americano, vão levar muito tempo para serem esquecidos. Ainda mais porque, embutido nestes itens propostos, esta uma grande ameaça norte americana, manifestada de forma aberta e ostensiva!!!
    Se o Brasil não optar entrar no mercado de aviação militar ( o civil da Embraer já é uma realidade !!!) juntos com a Boeing, o EEUU que detém em mãos o poder ( inclusive, o incontestável poder militar) de vetar potenciais vendas do Brasil de caças franceses ou suecos, construídas no país, uma vez que, há tecnologia dos EUA tanto na Gripen como no Rafaele, e esta decisão norte americana afetaria todos os competidores( França e Suécia) que participam da licitação da FAB. Uma coisa deve estar claro, estas intenções do Poder Militar Norte Americano com o Brasil, tem certamente algumas razões que precisam ser analisadas. Além do mais, não são apenas chantagens política e militar dos EEUU, pois além de revelar ações marginais de comerciantes internacionais inescrupulosos, a parte política dos EEUU, esconde as verdadeiras intenções estratégicas deste “aliado”. Mas de qualquer maneira, a situação exige a decisão consciente de profissionais competentes na área militar e legítimos líderes nacionais.

  15. ARMAS AO BRASIL.

    Por imoral tragédia o denominado Plano Estratégico de Rearmamento Bélico das FAs do Brasil e a criação da Empresa de Produção Industrial de Armamentos e Equipamentos Bélicos no Brasil ( a prometida Engesaer ) para a modernização das nossas FAs se transformaram em programas de plataformas eleitoreiras de propaganda governamental para assegurar o desmoralizante continuísmo da atual gestão de homens politiqueiros.
    E como convém ao exercício da demagogia política a liberação financeira dos recursos ocorre em estudados percentuais na forma de cotas com o fim de atender um número maior de projetos desta natureza, em outras palavras, contenta todo mundo, mas não desenvolve nenhuma ação administrativa intensa no sentido do cumprimento das metas prometidas de modernização das FAs; não incentiva ou estimula, de forma decisiva a produção nacional de armamentos ou equipamentos bélicos requeridos pelas necessidades das FAs do Brasil. Assim, concluímos, que a aquisição de modernas armas e equipamentos bélicos não ocorrerão tão cedo, pois, os governos brasileiros não colocam a segurança e soberania nacionais, como um dos itens prioritários, como são saúde, educação, esporte, trabalho, comercio e industria, agricultura, etc, no exercício das funções legais constantes da Lei Orçamentária Anual. Em função disto, dentro das gestões públicas não existem Planejamento Estratégico ou Planejamento Operacional, ou na linguagem técnica própria, não são fixados os PPA dentro da LDO, onde deveriam ficar evidenciados os Fundos ou Reservas Orçamentários/Financeiros e as Fontes dos Recursos, necessárias á implantação permanente e contínua da modernização das FAs do Brasil. Como resultado dificilmente teremos um Plano Estratégico Militar de Armamentos que modernize as nossas FAs e também, fica complicado termos no Brasil bases industriais, de iniciativa nacional, para a produção bélica de suprimentos tão necessários à independência logística das nossas FAs.
    Parece que o recebimento aqui no Brasil, pelas nossas FAs de armamentos e equipamentos militares de 2ª mão faz parte de algum plano maquiavélico em que os governos brasileiros são literalmente obrigados a participarem, vergonhosamente, com as “calças nas mãos”, destas transferências bélicas para as FAs do Brasil. A manutenção, a modernização ou a repontencialização necessárias nestes modelos velhos, bem como dos novos, por ventura, comprados, tornam-se um grande complicador pela ausência crônica de recursos próprios, especialmente, designados nesta Função de Segurança Nacional no planejamento estratégico da Lei do Orçamento.
    O governo do Brasil não considera importante as experiências industriais obtidas com os famosos modelos construídos no passado pela Engesa, só explicado pela indiferença proposital aos objetivos bélicos militares, por “vingança” ou pela aplicação de falsos conceitos sociais na solução de todos os problemas da Nação, por isso, mostra-se incapaz de dar prosseguimento aos trabalhos de aperfeiçoamento técnico dos modelos antigos do Urutu, Cascavel. Sucuri, Jararaca, Ogum, Tamoio, Osório. Outra coisa que causa estranheza é que não vemos o governo investir nas pesquisas, nos estudos de projetos e programas militares em escola sérias como o IMI e O ITA. Verificamos que a sociedade brasileira encontra-se muito distanciada da realidade da política internacional em relação à Amazônia brasileira, embora mais de 50% da região amazônica seja Brasil.
    Como não procedemos ao estabelecimento das respectivas reservas financeiras e como não possuímos a necessária consciência nacional, não teremos tão cedo quaisquer providências no sentido da modernização bélica das nossas FAs. Sabemos que o Brasil assinou um contrato com a IVECO/FIAT para produzir o Urutu III, mas até agora os prazos de apresentação do protótipo não foram cumpridos.Apesar de termos a Embraer e assinado um Acordo de Cooperação Militar com a França, não conseguimos fazer nenhum helicóptero, navio-patrulha ou submarino convencional. Até agora, o exército móvel ( o exército aeromóvel ), como pretendia o Sr. Ministro da Defesa, não foi armado modernamente com as melhores armas e os mais eficientes equipamentos bélicos, visto ser o seu efetivo 10% do contingente total das FAs do Brasil, facilitando aos cofres federais sua modernização imediata ). A novela dos aviões de caça para a FAB são de fato uma vergonha nacional. O governo americano continua pressionando, inclusive, militarmente, o governo frouxo do Brasil, e segundo o Sr Secretário da FAB só teríamos as 1ª unidades em 2011. Vejam bem !!!! “ –somente, em 2011, quando estaremos com outro governo eleito”. E tudo assim, corre o risco de mudar o planejamento teórico para o fortalecimento bélico das FAs, pois, serão outras cabeças dirigentes. Em função disto é que digo “não compreendo o silêncio dos nossos militares”.
    Em pleno funcionamento temos a AVIBRÁS e a IMBEL, que com vida útil, poderiam ser usadas pelo governo maciçamente, com encomendas bélicas robustas, mas para isso precisa-se de DINHEIRO e consciência nacional refletidos na Lei Orçamentária das sucessivas gestões governamentais.
    Sem dúvidas, são de fato, excelentes notícias, como as da IMBEL transformando tecnicamente, Fusis FAL 7,62 em modernos Fusis PARAFAL 7,362 M 964 A1 MD1, num primeiro lote destinado às Tropas Pára-Quedistas, Aerotransportadas da Selva, Blindadas e Mecanizadas. É muito pouco, desejamos ver, rapidamente, toda a FAs do Brasil, assim equipadas !!!! Como também merecem destaque a AVIBRÁS e a MECTRON com seu Programa Caverna de Vulcano, Projeto Martelo de Thor, Projeto Punhos de Hércules e Projeto Tridente de Netuno, com seus mísseis MAA-1 , Piranha, MAR -1 e AV – MT – 300, e o INACE com seus contratos de navios patrulhas. Não podemos negar que são ótimos encaminhamentos !!!! O que falamos é que não vemos a velocidade necessária e a agilização na implantação dos resultados que se quer obter. Como as nossas FAs estão deficientes não devemos e queremos perder tempo com delongas políticas. Queremos ver as FAs portando armamentos leves e pesados, novos e modernos, dentro do menor prazo possível. E para isso acontecer, temos de ter disponibilizadas as Reservas de Recursos Orçamentário/Financeiros com este propósito. Medidas de Garantia Constitucional devem ser desencadeadas pelos nossos políticos da Câmara Federal do Senado. O temor que temos é que, os próximos governos constituídos alterem estes programas ou o próprio cronograma de aplicação do Plano Brasil. É a cabeça nua de patriotismo e legítimo nacionalismo do Dirigente Brasileiro !!!
    Não adianta agora, formular críticas dizendo que nós outros, nos dedicamos a sonhar com moderníssimos equipamentos e armas dos últimos tipos, quando, na verdade, caímos numa humilhante armadilha política, levados que fomos pelo retardo mental da grande maioria da sociedade brasileira. Não devemos chorar ainda, vamos aguardar a próxima perda de 50% da região amazônica para os corsários internacionais, que logo chegará.
    Quando isto, de fato acontecer, a parcela consciente e nacionalista da sociedade brasileira deve mobilizar toda a classe política do Brasil, nos três níveis de governo, e atira-la numa grande fogueira, como na Idade Média, para exorcizar o demônio que tomou conta de suas mentes !!!
    Salve os brasileiros patriotas !!! Opatriotavelho, Luiz

  16. A POLÍTICA SOCIAL !!!
    O principal instrumento gerencial de governo em quaisquer estados organizados na gestão pública, é a denominada LEI do ORÇAMENTO, cuja ação se faz através do exercício de um conjunto de atividades, classificadas de FUNÇÔES. E o que é muito importante tornar relevo, as Leis Orçamentárias Anuas refletem a “cabeça” de quem governa. Isto é são constituídos tecnicamente, pelo Ministério de Planejamento e Gestão, conforme orientação das metas, programas e projetos, previamente, escolhidos pelos governantes. Portanto, se nunca temos recursos financeiros suficientes para investir no aparelhamento bélico das FAs, é por absoluta falta de objetivo administrativo, previamente, determinado., por um idiota conceito de país pacífico , ou por pura vingança contra nossos militares. Desta maneira, é o orçamento anual que definirá se o país, de fato, deseja possuir FAs fortes, ou vai ficar se escondendo atrás de alguma potência “aliada”, recebendo, convenientemente, lixo bélico dos quintais das potências militares. Fica, então no ar a seguinte pergunta: —“De quem será a grande culpa ????” –“Do eleitor brasileiro que não sabe votar” ? –“ Do povo brasileiro desprovido de amor pátrio ao Brasil ?? ? —“Ou da ação criminosa dos traidores da Pátria, junto com os abjetos aproveitadores de plantão ???. A resposta cada brasileiro que dê para si mesmo nos momentos de reflexão !!!! Mas antes disto, não permita que a influência da “ política social” desvirtue seu exame de auto-consciência, e PENSE BRASIL com equilíbrio.
    Remeter um projeto para a Câmara Federal, para fixar na Constituição Federal a obrigatoriedade da aplicação do Plano Estratégico Militar, via Lei Orçamentária Anual (LOA) pelo prazo de dez (10) anos pode ser um “ato de boa vontade”, mas nada lúcido nem, representativo, das necessidades bélicas das nossas FAs.!! As responsabilidades do governo brasileiro com suas FAs serão, sempre de caráter permanente, enquanto existir BRASIL!! O tamanho territorial do Brasil, a progressiva descoberta de valores econômicos da nossa terra e a identificação de novas riquezas naturais, nos obriga à cuidadosa vigilância militar, seja por terra, ar ou mar.O Brasil é um país pacífico( é uma afirmação tola e infantil ), entretanto, por conta deste conceito primário e ridículo de soberania nacional, mentes traidoras da Pátria Brasileira, permitiram ao Paraguai, a Bolívia e ao Equador, estados de força militar zero, mas sob a tutela de um agitador nativo desafiarem o Brasil com medidas de atrito econômico. O Custo Brasil, relativo aos Poderes Executivo, Judiciário e Legislativo ( 90% de total inutilidade ) deve ser, com urgência e de imediato, reduzido para reconduzir consistentes recursos orçamentários destinados â formação das Reservas Financeiras com o fim do fortalecimento bélico e da modernização estratégica das FAs do Brasil. Seria, sim, bem oportuno que o governo definisse, sem prazo de duração, as Fontes de Recursos que se prestassem a constituição dos Fundos de Reservas Financeiras Constitucionais para as FAs, constando, como é lógico, da Lei Orçamentária Anual. Como antes já comentado, e, agora vamos repetir. Que estes recursos específicos venham do estabelecimento das linhas de crédito do BNDES, da Caixa Econômica, do Tesouro Nacional, da Petrobrás, do Pré-Sal, da Arrecadação Tributária de Impostos Específicos, e, outros recursos que sobrarão com a diminuição do tamanho do estado administrativo, aliás, custos Brasil totalmente, inúteis. Da mesma forma, os valores desembolsados pelo governo, para manter seu prestígio internacional, tais como o dinheiro transferidos para o FMI, os recursos, via BNDES, repassados para a Bolívia devem ter um fim rápido. Os custos que resultarem da economia de despesas orçamentárias não realizadas, e, por conseqüência, transformados em economia de custos, devem ser, também, focados para nossos verdadeiros clientes preferenciais, isto é, as FAs do Brasil. Não consigo nem imaginar como governantes e políticos brasileiros conseguem viver num permanente estado de alheamento às coisas vitais do Brasil. Assim como, não vemos a sociedade brasileira cobrar do governo nenhuma medida de soberania nacional, uma vez que, nunca mais ouvimos falar da criação da Engesaer; na produção das várias versões do Urutu III; na escolha definitiva dos caças para a FAB (o F/A-18 E Super Hornet, ou o Rafale da Dassault ou, o Sueco Grippen –NG da Saab), quem sabe somente, na cabeça do Sr. Presidente do Brasil está a decisão, “pois, provavelmente, S.Exa irá pilotar um deles no caso de um conflito armado”; na fabricação dos helicópteros militares, produzidos sob licença no Brasil, pela Helibrás; como o Eurocopter 725 que constitui-se num helicóptero adequado para transporte das forças aerotransportadas, mas que, somente, a partir de 2010 serão obtidos; na fabricação dos submarinos convencionais ( Scórpenes ), em nossos Estaleiros Navais como prometidos pelo governo brasileiro em Cooperação Militar com a França; da fabricação, nos Estaleiros Nacionais dos navios-patrulhas para a MG do Brasil( lembrados como urgentes pela MG) para guarnecer nosso Pré-Sal; e, assim por diante !!!! As reformas feitas nos helicópteros Panteras do EB com o acréscimo de alguns armamentos novos das fábricas nacionais( mísseis da Avibrás, da Mectron e outras ), parece que não atenderam às exigências operacionais de segurança terrestre do território brasileiro. Deveríamos desenvolver um outro projeto aeronáutico em conjunto com a Itália e com a Turquia, através de Acordo Militar,e depois, construir com rapidez, umas dezenas de helicópteros militares de ataque, com funções e características similares ao famoso helicóptero dos EEUU, assim, poderíamos, sob autorização, construir o helicóptero T 129 versão do AW 129 Mangusta desenvolvido pela AgustaWestland, em Vergiate, Itália, seguindo o exemplo das FAs da Turquia. A ação de nossos blindados, inclusive, os anfíbios, nas áreas do Norte, Nordeste e do Centro-Oeste do País, deverão sempre ser acompanhados por enérgica vigilância aérea destes helicópteros T 129 , que chamaremos de “Carcará III”.O Brasil tem diversificado terreno geográfico, e, blindados durante ações correm o risco de ficarem atolados, permitindo a aviação inimiga faze-los, com facilidade, alvos, por isso o T 129 é necessário. Acredito que recursos no Brasil não faltem, o que falta é vontade política para um criterioso planejamento financeiro estratégico pelos órgãos do governo, para “aplicação maciça” no fortalecimento bélico do País. Temos que ter uma nova visão estratégica e compreendermos, todos nós brasileiros, inclusive os sociólogos e antropólogos pamonhas, que produzir material de defesa não é crime, não faz mal à sociedade e “que ninguém vai para o inverno ao morrer, somente nossos inimigos”.Uma vez que, os recursos financeiros originados do Plano Estratégico de Defesa Militar são liberados de maneira quase imperceptível, aos nossos olhos, para aquisição de poucos equipamentos bélicos, por que não, por um igual sistema de “ conta gotas”, ou, melhor, mediante a capacidade financeira do Tesouro Federal constante do Cronograma de Desembolso aprovado, ou, ainda, por decisão política do governo para liberação dos recursos, na forma de Cotas Financeiras, previamente, programadas, para investimentos militares do Plano Estratégico das FAs. Eis a questão: ou o brasileiro aprende a cuidar do Brasil, ou os estrangeiros assim farão, pois, além das ONGs norte-americanas inglesas no internadas da Amazônia, estes governos começam a financiar a compra de milhares hectares de terras por seus cidadãos no Centro-Oeste do Brasil. Sugerimos a adoção do seguinte planejamento militar estratégico:
    a)- por que não a repontencialização mais rápida do arsenal dos nossos fuzis FAL ? Não é segredo para ninguém que a Venezuela( fuzis russos) e a Colômbia ( fuzis de Israel) estão se preparando, com o acréscimo de melhorias técnicas funcionais nos fuzis, para sua rápida produção, em fábricas de propriedade da Colômbia e da Venezuela. Enquanto no Brasil: “ o pavão abana o rabo e mostra a quantidade de penas coloridas !!!! “. Só que o pavão não tem a sua disposição um grande espelho para olhar seus próprios pés. Como noticiado,a IMBEL está transformando tecnicamente, os Fuzis FAL 7,62 em modernos Fuzis PARAFAL 7,362 M 964 A1 MD1, num primeiro lote destinado às Tropas Especiais do Brasil. Vamos, portanto, contratar um nº maior de lotes com a IMBEL, e, acelerar o processo industrial de forma conveniente, pois, desejamos ver, rapidamente, toda a FAs do Brasil, assim equipadas !! Temos urgente necessidade de investir pesadamente com consideráveis recursos financeiros na IMBEL, permitindo a produção de metralhadoras de grande poder de fogo (magnéticas), leves e de fácil transporte para dotar nossa infantaria especial ligeira. A sugestão que damos seriam a MG-34 e a MG-42 do exército alemão da 2ª Grande Guerra, hoje usados por muitos outros exércitos que participaram da 2ª grande guerra. Mais atuais e modernas, seriam as metralhadoras leves, em várias versões, como a M.249 SAW, com cofres de munição, adotado por nossos FN da MG BR, a MK43 –Mod 1, com mira óptica e apontador a laser, a M-60 E-4 do grupo SEAL dos EEUU e a canadense C9A2. Todas metralhadoras leves e com grande poder de fogo. Verificamos que algumas Tropas Especiais do Brasil, em ações de treinamentos, usam metralhadoras leves de grande potência de fogo, se não exatamente iguais, mas algo parecidas, com suposto desempenho de realce, consoante escolha dos especialistas militares de cada força, mas o que parece, todas importadas. Só nos resta saber se a IMBEL teria autorização dos EEUU e do Canadá para produzi-las aqui no Brasil, em quantidade necessária às FAs, e, se este governo tupiniquim daria os recursos financeiros correspondentes para a IMBEL faze-las.
    b)- com o concurso da AVIBRÁS e da MECTRON ( através dos programas e dos projetos Caverna de Vulcano, Martelo de Thor, Punhos de Hércules e Tridente de Netuno), mísseis MAA-1, MAR-1 e AV-MT-300, deveriam ser instalados, mediante programas modernos de assistência bélica, em todos os nossos caças da FAB, em todos os nossos helicópteros militares do EB, da FAB e da MG, em todos os nossos navios-patrulhas, em todos os nossos blindados sob rodas e sobre lagartas, consoante as especificações técnicas de cada equipamento.
    c)- Do Plano Brasil – Cruzeiro do Sul Terrestre- Reestruturação do Exército Brasileiro (de E.M.Pinto), temos a revelação que a IMBEL, a partir da aglomeração de nanotubos de carbono, com aumento da capacidade e resistência poderia produzir não só o Blindado Leve de Transporte para quatro (04) soldados o EE-T 4 OGUM, como também, o famoso Tamoio III, com canhão magnético de 105 mm pela IMBEL que ficou com os projetos e ferramentaria da extinta Bernardini.
    d)- O Blindado Charrua na versão anfíbia pode com vantagem substituir o velho M-113 de transporte de tropas, tanto para o EB e como a MG, com capacidade para dez (11)fuzileiros, e mais o motorista.O Charrua ainda tem uma versão para defesa anti-aérea, o que por desgraça, não temos até hoje, e, modernamente, pode receber um poderoso canhão magnético de 40mm , ou até, em conjunto ou separado, com um sistema de mísseis anti-aéreo, tornando-os uma arma imbatível em combate. A ajuda da Rússia, se necessário, por sua indiscutível competência em sistema de mísseis para defesa anti-aérea, além de, metralhadoras e canhões magnéticos, seriam de muito valia ao EB. ( é só vencer o medo dos EEUU). O último equipamento bélico anti-aéreo foram os Mísseis Roland II sobre os Blindados Marder de origem alemão, de trágico fim. Noutra versão militar, o Charrua pode receber um sistema de lançamentos de morteiros ( como saturação de área ) ou foguetes anti-carros.
    E em outra versão muito importante, para as nossas FAs, podemos ter o Charrua como obuseiro auto propulsado de 155mm em substituição aos importados M -108 e os M -109 A 3.
    e)-Além de outro com o mesmo fim, o EE-T1 – Osório GNH-45 AP de 155 mm da extinta Engesa, e, quem caberia escolher seriam os especialistas do EB. Esse obuseiro autopropulsado seria modernizado, além, de possuir mísseis anti-aéreo para auto defesa, além de metralhadoras e canhões, ambos, magnéticos.
    f)-O Jararaca EE-3, 4×4 , da extinta Engesa, nas versões de reconhecimento e de guerra química, seria uma forma de substituir, com vantagens, o velho jipe, por ser vulnerável e sem blindagem, como veículo de exploração nas Unidades de Cavalaria Mecanizadas, e pode ser armado com metralhadoras e com mísseis anti-carro.
    g)- O Urutu III da IVECO, “quando for construído” terá várias versões distintas, inclusive, uma versão de reconhecimento equipada com um canhão de 105mm( que não será magnético), o que mesmo assim, o tornará mais poderoso e um bom substituto do excelente EE-9 – Cascavel.
    h)- Não vamos esquecer do veículo blindado leve A V –VBL Guará da Avibrás que depois de pronto, o EB recusou-o. Além do caça-Tanque EE-18 -Sucuri da Engesa, copiado pela engenharia italiana no Centauro.
    Numa hipótese de invasão militar do Brasil, por causa de seus recursos energéticos ( água em abundância) e da Amazônia, objeto de cobiça de todo o mundo, principalmente, EEUU e Inglaterra, o 1º alvo será o eixo São Paulo / Rio de Janeiro, que abriga as principais indústrias de armamentos ( Embraer, Avibrás, AMRJ e IMBEL ) e, onde parte considerável do PIB é gerado. A distribuição estratégica das nossas indústrias militares, com uma diversificação de locais, como Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Ceará, constitui medida inteligente. Eu gostaria de saber, por curiosidade, onde ficarão os brasileiros “espertos” que hoje, defendem a postura pacífica do Brasil, os idiotas de plantão que são contra as indústrias nacionais de armamentos no Brasil, os traidores da pátria, que são contra os militares, e os malditos políticos e governantes corruptos. Uma coisa tenho certeza a máscara que cobre a farsa da “ política social” cairá muito rápido, quando o povo brasileiro se defrontar com o real perigo da cobiça estrangeira, além, de ser o cúmulo dos abusos, o comportamento político ( até agora!) do Paraguai, Bolívia, Equador, que não possuem expressão econômica nem militar, mas, que o Exmo. Sr. Lula da Silva, atura com paciência franciscana. Opatriotavelho O Plano Brasil -Luiz.

  17. A AMAZÔNIA VERDE !
    Qual o grau definitivo da importância da Amazônia Verde para a sociedade brasileira, uma vez que, é o povo que através na plenitude do voto exerceu o direito de escolha do governo da Nação que cuidará do imenso patrimônio chamado Brasil. A cobiça estrangeira sobre a Amazônia Verde é do conhecimento geral de todos os brasileiros, mesmo os mais ignorantes. Manobras políticas ambiciosas e ardilosas das potências militares estrangeiras, os EEUU e a Inglaterra, obrigam a Nação Brasileira a aceitar condições que esmerilham a soberania nacional, através de acintosas operações mercantis civis legais de compra de terras na região da Amazônia Verde no sentido de fazer proprietários de extensas terras juridicamente de fato e direito legalmente corretas conforme as leis brasileiras. E cidadãos destas nações corsárias, preparando-se para hastear em suas terras suas bandeiras nacionais, fazendo constituir, hiatos de suas Pátrias longínquas. Além do trânsito criminoso de ONGs nestas nações que atuam, livremente, internadas no interior da Amazônia sob olhares complacentes de todos, sem nenhum controle ou verificação dos motivos pelos quais lá encontram-se, sem que ninguém as solicitassem. É impossível que tal evento não seja do conhecimento amplo do governo brasileiro. A Região Amazônica é importante não apenas ao Brasil, mas, também ao resto do mundo. O protocolo de Kyoto e a atual reunião na Dinamarca sobre a perigosa situação atual das condições climáticas do mundo, elevam a importância estratégica da Região Amazônica a níveis de derradeira sobrevivência da espécie humana. A falta de consciência da humanidade, dos países ricos, egoístas e poderosos tem sido uma gravíssimo fator a favor dos desrespeito da nossa soberania nacional sobre a Amazônia pelas potências militares – EEUU e a Inglaterra, que já possuem, até, planos estratégicos de ocupação. Não encontramos justificativas sociais que sustentem a autorização governamental para o desmatamento da vegetação amazônica para a criação de gado, como se no Brasil faltassem terras disponíveis para este objetivo. O desinteresse e a lassidão governamentais são piores que uma invasão armada na Amazônia Verde. Costuma-se dizer que, “quem ama cuida”!!! E os brasileiros estão realmente cuidando da nossa Amazônia ? As potências militares – os EEUU e a Inglaterra- podem se apoderar, sem uso de armas, do nosso território amazônico ( a Amazônia Verde !! ), mais rápido que os nossos políticos e governos pensam !!!! Entendam, a Amazônia é a última reserva verde da Humanidade !!!!! Situação que é muito agravada pela inexistência de diversos enunciados legais, como os já denunciados, até à exaustão, à consciência do povo, e, vejamos: o orçamento militar próprio, sua vinculação com a Constituição Federal; a declaração explicita das Atividades, das Funções, constantes da Norma Constitucional, com o rearmamento bélico das nossas FAs; a indicação clara dos Fundos de Reservas Orçamentárias e Financeiras para o fortalecimento militar do Brasil, com suas Fontes dos Recursos e suas Origens( O DINHEIRO); a Lei de Programação Financeira Militar que através do Sistema de Cotas Financeira e do Poder de Gasto do Tesouro Federal identificado pelas emissões dos Cronograma Financeiro de Desembolso, são instrumentos que permitirão a execução financeira do Plano Estratégico de Fortalecimento Bélico e Militar das nossas FAs. As nossas FAs e a própria sociedade brasileira, ao exigirem dos governos maior atenção à Soberania Nacional, farão surgir os Objetivos, as Metas, os Projetos e os Programas de Despesas inseridos na Lei Orçamentária, voltados à modernização bélica das FAs do Brasil, além, da redução do Custo Brasil, estimulando a Economia de Custos Orçamentários com direção certa ao fortalecimento dos Fundos de Reservas Orçamentários das FAs. A China e a Índia possuem problemas sociais extremamente mais graves que o Brasil e ambas possuem robustos Orçamentos Militares que cuidam da Defesa Nacional, com a produção, compra, pesquisas e manutenção de equipamentos bélicos e armas poderosas. Não temos como aceitar a passividade doentia da sociedade brasileira, diante do desenrolar dos últimos acontecimentos políticos.Vamos abrir um parênteses para o Custo Brasil, e pedir um exame de consciência do povo brasileiro acerca do desempenho político e gerencial dos governos. “–Realmente, falta dinheiro no Brasil ????”Mas voltando ao assunto da soberania nacional !!! É o momento que o Aeromovel ou o Exército Móvel deve atuar militarmente na Amazônia Verde, e o faça rapidamente, e de forma incontestável a partir do seu moderno rearmamento bélico. É conveniente que o Exército Móvel tenha junto ao seu reduzido efetivo, equipamentos bélicos de última geração, como Anfíbios, Sistema de Mísseis Antiaéreo, Lanchas de Combate, Navios-Patrulhas Fluviais, Helicópteros de Caça ( todos armados modernamente com eficientes armas de grande poder de fogo) e Armas Portáteis que permitem a fixação de temíveis barragens de fogo. Como, já analisado antes em outros comentários, o Exército Móvel, possui um efetivo menor do que as forças regulares, portanto é mais fácil aparelha-lo modernamente de maneira urgente! É melhor termos um exército móvel com equipamentos modernos de alto nível, em pequena quantidade, do que possuirmos uma FAs inteira só com “ferro velho”. E que seja feita com nossos esforços militares industriais com a utilização da implantação das Fábricas Brasileiras de Armas. É uma medida estratégica para preservação da soberania nacional da nação. Assim, a partir destas idéias vamos realizar a exposição teórica da programação para a produção de excelentes equipamentos militares, mediante Acordos Militares de: uma Super Lancha de Combate ( Combat Boat 90 H ).O estaleiro sueco Dockstavarnet projetou e construiu a Lancha de Combate CB – 90.Tem capacidade para 20 fuzileiros totalmente equipados. O armamento padrão usado é composto por 2 metralhadoras Browning M-2 em calibre 50 (12.7 mm) operadas por controle remoto.Tem mais uma metralhadora M-2 operada diretamente por um fuzileiro em cima da lancha; além de morteiros e mísseis Hellfire, podem ainda ser usados lançadores de granadas MK-19 de 40mm e uma metralhadora de cano giratório minigum calibre 7,62 x51mm. Mísseis antiaéreo se curto alcance do tipo Mampad como o Igla, Stinger ou Mistral. E ainda minas navais e cargas de profundidade. E lamentável que o EB não tenha pensado numa maneira, inteligente, de obter informações industriais e ajuda técnica para construir um modelo nacional com qualidades e especificações técnicas semelhantes, que substituam os importados com certa segurança, uma vez que, para licitar pacotes onerosos de compras à vista, sempre faltam recursos orçamentários ao Tesouro da União. Repetindo, como a ENGESAER não se tornou a realidade que todos nós patriotas desejamos, então, devemos transferir para IMBEL aportes financeiros de considerável monta para produzir equipamentos bélicos importantes e armas modernas, investindo na fabricação de fuzis modernos, não apenas a revitalização técnica que está sendo feita nos nossos FAL 7.62, mas com desenvolvimento de modelos com pentes de munição com maior capacidade de tiro, ou melhor, fuzis de maior poder de fogo e capacidade de tiro com pentes, caixas ou fitas de munição que permitem longos disparos intermitentes e contínuos. Armas que devem ser destinadas às Tropas Especiais e as Infantarias Ligeiras, de fácil transporte e manejo e que permitam estabelecer poderosas barragens de fogo, como as que o Exército Móvel tem de possuir, operando na Região Amazônica. E como a IMBEL é a fábrica tradicional brasileira que goza da maior confiança dos militares brasileiros com a produção das principais armas leves utilizadas pelas nossas FAs, além de se constituir na herdeira judicial de alguns modelos militares do passado da famosa Engesa, é perfeito e justo, diante da liberação de maciças dotações orçamentárias específicas que, neste processo que propomos, venha a construir estas armas e outros equipamentos bélicos, em quantidade necessária às FAs do Brasil.Navios-Patrulhas Multifunção Trimaran para o patrulhamento oceânico nos Poços da Bacia de Campos e patrulhamento fluvial na Amazônia Verde. Tem capacidade para levar 2 helicópteros MH – 60, tem missões de guerra de minas costeira, guerra anti-submarina no litoral e águas rasas, guerra de superfície. Tem disponibilidade para lançadores de mísseis. Atua como Porta Helicópteros, Plataforma de Assalto e Desembarque Anfíbio. Transporta 200 combatentes fuzileiros, totalmente equipados, funcionando como base móvel avançada. Temos a certeza que podemos desenvolver um modelo nacional nos Estaleiros Navais da MG do Brasil, com o cuidado especial de dota-las, com os armamentos de última geração necessários a sua moderna e eficiente operacionalização militar.Devemos copiar o BMP -3, veículo militar russo, de natureza ANFÍBIA, comprados, em quantidade pela Venezuela, no sentido de sua habilidade e potência de fogo. Blindado anfíbio armado com canhão de 100 mm de baixa pressão guiado a laser. Possui um tambor que dispara mísseis,Além de um canhão rápido de 30mm coaxial acoplado ao canhão principal e uma metralhadora 7,62 na torre. No passado tivemos uma excelente oportunidade com o Charrua, mas perdida com a estupidez do governo brasileiro, a serviço dos inimigos da Pátria. Não sei se o atual Guarani (ex-Urutu ) faria o mesmo papel. Ainda, continuando, acredito que poderíamos desenvolver sob Autorização, Consórcio ou Acordo Militar, o Helicóptero T 129 – na versão turca AW -129 Mangusta desenvolvido pela AgustaWestland, em Vergiate, Itália para as FAs do exército turco. Ou, o que seria mais lógico, por ser da Eurocopter, também mediante Acordo Militar com a França, a Alemanha e o Brasil, o helicóptero Tiger na configuração HAC francesa Antitanque ou a UHT alemã antitanque( com a introdução de itens nacionais, seria o Carcará III )Ambos armados com mísseis Mistral, Stinger, HOT -3, Trigat e o Hellfire II; além de foguetes não guiados de 70 mm e canhão Giat AM 30781 de 30mm.Tais equipamentos bélicos modernos e de alta velocidade, além de poderosamente armados, seriam da maior valia às FAs do Brasil na defesa da Amazônia Verde, pois, vinculados ao Aeromóvel ou Exército Móvel, que permitiriam as sua manobras militares, velocidade e precisão requeridas em tal teatro operacional.Mas que seja, realmente, um compromisso realmente sério com a sociedade brasileira.Pois, vemos na mídia diariamente, que o Brasil assina Acordos Militares , Documentos de Intenções, mas não executa nada. Que tipo de jogo é esse afinal ? È brincar demais com coisas sérias que preocupam, pesadamente, os brasileiros patriotas. Os equipamentos citados, são meros exemplos de modernos equipamentos bélicos,que provavelmente não poderão ser adquiridos porque a consciência do povo brasileiro está, continuadamente, voltada para outros pontos e, como se afirma, não há (???) recursos financeiros feitos disponíveis para isso. Mas, se produzidos pelo Brasil, com os melhores armamentos, seriam excelentes medidas estratégicas além de bem suportável a relação gerada de Custos e Benefícios, com a participação nacional da Imbel, da Helibrás, da Avibrás, da Mectron, da Atech, da Aeromot, dos Estaleiros Navais da MG do Brasil, da Inace ( Ceará), da CEPPE e Columbus, e outras, a obtenção dos desejáveis modelos nacionais, desenvolvidos em fábricas do Brasil, que progressivamente, com a evolução industrial do projeto, mediante emprego operacional e conseqüente, com o aperfeiçoamento de todos os itens, alcançando um excelente desempenho militar. Temos ótimos engenheiros militares e experiência industrial suficiente no setor militar, basta os governos respeitarem estes profissionais e determinarem sua imediata produção através de um vigoroso Orçamento Militar. Devemos ter sabedoria e paciência, principalmente na industria militar, para obtermos os melhores modelos para as necessidade brasileira na Amazônia Verde, e sobretudo obtermos o estabelecimento de firme industria militar de armas no Brasil. Para termos uma idéia de quanto robusta a industria militar no Brasil deve ser com urgência necessária , vejamos como exemplo, os Sistemas de Mísseis Antiaéreo que, rapidamente, ficam defasados no tempo, exigindo um contínuo aperfeiçoamento técnico. Lembrem-se do fim melancólico do Sistema de Mísseis Antiaéreo Marder Roland Alemão!! Agora vem a notícia que uma comissão do EB está na Rússia negociando a compra de um esquadrão inteiro do Sistema Antiaéreo Russo TOR – M2E. Vamos torcer muito!! Voltando ao assunto dos Navios–Patrulhas e Lanchas de Ataque, o exemplo que citamos a Engepron vinculada à MG do Brasil, através da INACE, vai construir Navios-Patrulhas da Classe Vigilante para marinhas de outros países e para o Brasil, entretanto, por uma grande infelicidade nossa, a versão brasileira só será armado com um canhão de 40 mm(????– por favor me digam, o que a MG do Brasil pretende realizar com um navio-patrulha deste tipo?? —Vai enfrentar os índios Tupi-Guarani ??), ao contrário dos outros modelos que contaram com um canhão Bofors de 57mm, e outro Oto Melara de 76mm. Não vamos nos esquecer dos motivos da falência da Engesa, assim esperamos, que não se repita os mesmos erros do desinteresse governamental.“A última advertência: — o Governo Brasileiro envolvido na campanha eleitoral de 2010, afirmou que os recursos do Pré-Sal serão todos usados, exclusivamente, no Social”. Sem orçamento militar para produção de armas e equipamentos bélicos não adianta nada sonhar.O perigo da realidade no novo governo a ser instalado no País, será justamente o Plano Estratégico Militar das FAs do Brasil, com os patriotas, que ainda restam no Brasil, irem diretamente para o ralo !! –Até quando, Sempre Brasil, não sei.. ??? OVelhoPatriota. Luiz

    • Muito prazer!

      Parabens pelo seu patriotismo e conhecimento.
      Eu me preocupo muito com a soberania brasileira. Vejo que não há fiscalização das terras que são vendidas aos estrangeiros que são coordenados lá de fora, e ninguem faz nada.
      Como poderemos mudar isso?
      Expor como voce esta fazendo não resolve, só chega para alguns como eu.
      é preciso fazermos mai que isso, a população
      em geral precisa saber do queesta acontecendo.
      Quem sabe as idéias para combatermos essa falta de patriotismo venha do meio do próprio povo?
      O que podemos fazer para que essa informações
      cheguem ao povo de forma mais rápida?
      PANFLETOS? SITES? TODOS JUNTOS?
      O QUE?
      Porque comentar apenas aqui não vai resolver.
      Que tal formarmos um grupo privado com a responsabilidade de levar isso aa poplação?

      Não tenho recursos, mas minhas idéias podem ajudar.Posso ajudar a imprimir essas informações e distribui-las no meio da população. Alguma coisa tem que ser feita
      urgentemente.

      escreva para mim.
      Meu email é brasilpaulo@hotmail.com

      Te aguardo

      Paulo Fernandes

  18. NUVENS NEGRAS AMEAÇADORAS( CAÇA AOS FANTASMAS ) !!
    Recentemente, vi um vídeo sobre as FAs da Espanha. Fiquei impressionado com os modernos equipamentos bélicos do exército espanhol. É um exército de tamanho reduzido mais demonstra organização e inteligência operacional. Tropas especiais bem treinadas; os efetivos ostentam armas individuais de grande poder de fogo; possuem boa frota de Centauros sob oito rodas com canhão de 120mm; os Leopards de suas Divisões Blindadas são novíssimos e, produzidos na Espanha; seus navios de guerra, seus aviões de caça são todos novos, modernamente armados e possuem modernos submarinos convencionais e, também, um submarino atômico, além de outras embarcações militares bem armadas. A Espanha deixa o recado que suas FAs atendem as necessidades de segurança do seu território. Era o que desejamos para o Brasil, um efetivo pequeno correspondente ao nosso Exército Móvel, mas bem armado, com armas e equipamentos bélicos modernos de 1º mundo, apto a dar prontas respostas militares em qualquer ponto do território nacional garantindo a defesa, a segurança e a soberania do País. Mas no Brasil vemos, a falta de disposição política para o fortalecimento bélico das FAs, o “jogo de empurra” com freqüentes adiamentos de decisões por falta de robustos recursos financeiros, e o governo optando para caça aos fantasmas, desta forma, não teremos responsável para assumir as conseqüências cívicas no trágico momento em que o Brasil tiver de defender-se de alguma agressão externa, na Amazônia Verde ou na Amazônia Azul. Como se não bastasse a mazela da ausência de absurda motivação política(?) do Plano Estratégico de Defesa Nacional, enfrentando baixa intensidade da capacidade orçamentária para sua eficiente aplicação, ainda, temos que enfrentar a ação traiçoeira e mentirosa de elementos leigaços do próprio Governo Brasileiro, contra nossas FAs. A edição do Decreto Federal de 29/12/2009 que cria o Programa Nacional Direitos Humanos impactou violentamente com os esforços bélicos da defesa militar da nossa Soberania Nacional, atraindo Nuvens Negras Ameaçadoras contra o Plano Estratégico de Defesa Nacional, que tem o objetivo do fortalecimento/modernização das nossas FAs.Os militares argumentam que o texto trata com desigualdade os dois lados e não prevê qualquer punição ou apuração dos atos cometidos por guerrilheiros e ativistas políticos contra agentes do Estado. Afinal a Lei da Anistia foi de ação recíproca ??Embora, os autores da “perola social” continuem rancorosos negando, possuem credibilidade duvidosa e ninguém da sociedade de bom senso deve acreditar neles. O fato é que este decreto abre, sim, espaço para a revisão da Lei de Anistia que pode levar à condenação de militares da época da repressão. O mais cômico é que circula a justificativa de que não se tinha conhecimento do completo teor do programa. Acachapante é que ninguém fala no fortalecimento militar das FAs para a defesa nacional do Brasil. Estes políticos e dirigentes brasileiros, com este tipo de conduta nefasta, abrem portas e janelas para os inimigos penetrarem em nosso território sagrado. Para infelicidade da Nação, existe um grupo de brasileiros ocultos nas trevas do revanchismo hipócrita contra os governos militares, que das sombras, manobram a busca da punição dos responsáveis pelos atos cometidos, como se fossem os militares os únicos mentores deste desastre, esquecendo-se dos civis guerrilheiros. Estes “juízes de ocasião” excluem, a própria sociedade civil que participou ativamente das condições de precipitação do evento, com seu silêncio conveniente, junto com o segmento da classe política oportunista, corrupta e covarde. Os paladinos da justiça ignoram, raivosamente, o tempo decorrido ( Lei/1979 ), da legislação que anistiou ambos os lados do conflito, além de não aceitarem a importância estratégica de outros objetivos construtivos de maior valia para o florescimento da Pátria –Brasil. A Lei da Anistia de 1979, que os paladinos da justiça querem modificar para enquadrar somente os militares da repressão, criou uma classe de cidadãos privilegiados, dos ex- terroristas. Eles alegam em causa própria , que os terroristas da esquerda já foram “ presos, julgados, torturados, julgados e anistiados,” e perguntam: — por que não se pode dar as mesmas condições para os militares da repressão, que, impunes, torturaram e mataram ? É isso que constitui o ponto de relevância para a revisão da Lei da Anistia, e para a defesa do uso da Lei dos Direitos Humanos, objetivando a punição dos militares opressores. A alegação da concluída penalidade jurídica aplicada para os terroristas civis é uma bela alegoria jurídica. É um pré-julgamento de que a causa dos terrorista é a única coroada de luminosa justiça, e portanto, já bastante penalizadas, pois, bandidos foram os militares da repressão. O que os mentores da revisão esqueceram é que a edição da Lei da Anistia colocou os terroristas e militares no mesmo patamar jurídico através de seus delitos zerados, e que, a revisão postulada, além de obrigar os anistiados a devolverem indenizações milionárias aos cofres dos estado, os civis terroristas, e os militares da repressão, deverão ser convocados pela “Comissão da Verdade” inclusive os que estão homiziados no governo. Quantos militares repressores, hoje, estão ocupando cargos militares de mando? E os ex-terroristas, quantos cargos estão sendo ocupados ou foram ocupados no Poder Executivo ou no Poder Legislativo? Instalado o clima de intranqüilidade no País, o governo se obriga a abertura das investigações contra os militares da repressão, o que será suficiente para captar Nuvens Negras Ameaçadoras contra o trabalho positivo do fortalecimento militar das nossa FAs. Este impulso doentio não resulta de sentimentos nobres acerbados pela limitação da liberdade de expressão individual, ou do nacionalismo ferido, nem da reparação de injustiças sofridas pelos direitos humanos, mas, da grande revolta emocional por terem sido removidos e desmontados interesses pessoais.Os motivos pelos quais a revolução de 1964 eclodiu (o resultado da 1ª Investigação Policial -Militar feito neste período por um Oficial /Coronel do EB, concluiu, que no Brasil não existiam comunistas, mas… ladrões!!) se comparados no Brasil de hoje não representam nem 0,001 % dos escândalos financeiros que a sociedade enfrenta, subtraindo, recursos à importantes programas estratégicos e projetos governamentais, como a modernização bélica das FAs brasileiras. Estes dirigentes que estão em pleno exercício no atual governo, são os mesmos que durante os governos militares foram presos, banidos, asilados, etc.. que não foram fuzilados como requeria todo Regime Militar Duro( vide a Guerra Civil Espanhola e a Revolução Socialista Russa ), pois, estão todos de volta perdoados e ocupando os mais diferentes cargos na política e administração pública. Será que os paladinos da justiça, ainda não enxergaram isto ?? Será que estes ilustres “paladinos da justiça” foram togados por alguma energia especial, transformando-os em terroristas acima de quaisquer suspeitas ??? Percebemos nas expressões fisionômicas o profundo inconformismo reinante entre estes “palatinos”, pela não punição dos militares da repressão que não morreram. Parece caça às bruxas ou melhor, caça aos fantasmas !!! As Diretrizes do Programa causaram grande desconforto aos militares, em função da criação da Comissão Nacional da Verdade e a possibilidade da Revisão da Lei da Anistia. Agora, indagamos que verdade é essa ?? Outro dia circulavam na Internet a ficha criminal dos tempos de guerrilheira da dona Dilma. E isto tudo se apagou ? Ninguém se lembra mais ? Mas ela ganhou a anistia ? E os outros todos que praticaram atos terroristas, estão também anistiados ?? O questionamento da revisão da Lei da Anistia, é exatamente, por que ? Para punir só os militares da repressão e os terroristas, por que não? Porque os terroristas já foram amplamente punidos !!! A Lei de Anistia foi, então, assinada por que ?? Se havia no seio da sociedade brasileira tanta necessidade de punir os militares repressores, por que, então, os políticos assinaram a Lei de Anistia ? Foram levados pela covardia e pelo medo, dos militares, enquanto estavam fortes no Poder ou por interesses pessoais, que sempre estiveram na frente de tudo e todos ?? A Lei da Anistia não deve ser vista como um refúgio, mas uma sadia oportunidade de apaziguamento entre dois grupos que lutavam. É importante deixar claro que remexer no lixo do passado não ajudará, absolutamente nada, no crescimento econômico e social do Brasil. Como o que interessa é o Brasil do Presente, mais importante que animar lixo fedido, é definir vigorosas Fontes de Recursos Financeiros para a formação das Reservas Orçamentárias das FAs e então, fortalecer o Orçamento Militar das FAs – Despesas de Capital, que permitam a produção estratégica de equipamentos bélicos nacionais. Que efeitos benéficos as apurações desejadas pelos Direitos Humanos, depois de 30 anos da Lei da Anistia, produzirão para a sociedade, que na verdade está mais preocupada com a atuação dos terroristas anistiados do governo atual, do que com os militares repressores do passado? Estamos diante de um mar de mentiras, pois, segundo os Direitos Humanos o “programa” não é contra a Lei de Anistia, e não se trata de revisão para anular a Lei, mas, o engraçado é que o Ministro do Planejamento fez uma declaração muito interessante, ao dizer que Ele não pertence a “ ala incendiária”. A Lei da Anistia beneficiou ambos os lados da luta armada !!!! Na verdade, não há nenhum interesse de se apurar nada, o que realmente existe é a intenção de odioso revanchismo contra os militares da repressão. Imaginem a Alemanha se preocupando apenas em apurar a “verdade” e se esquecendo do trabalho construtivo para erguer, novamente, a Nação !!!! É bom advertir a estes heróis de BB&MM que o julgamento se dará para ambos os lados do conflito. Manifestações de opiniões extemporâneas como a da ONU de notória fraqueza moral, e de países, como a Espanha e a Itália que foram palcos de ruidosos regimes fascistas, pouco interesse tem para a nossa sociedade, exceção transmitida pelo inteligente exemplo da Alemanha de somente cuidar do seu crescimento econômico. O que aliás, os governos brasileiros deviam ter a dignidade de copiar, deixando de se preocupar em remexer a BB&MM mal cheirosa do passado. A afirmação de que a investigação do passado é fundamental para a construção da cidadania é simplesmente mentirosa, cínica e calhorda. É a ação de atitudes positivas e construtivas do presente, como ensina a Alemanha, é que nos faz fortalecidos e capacitados a construir nossos destinos. É conveniente afirmar à Nação Brasileira que existe uma considerável parcela da Sociedade que embora não endosse nenhum ato de perseguição e violência do regime militar, também, não concorda e não aceita a situação política administrativa atual, repudiando, com veemência, estes sucessivos escândalos financeiros que assolam o País. São nossos tributos corretamente quitados que não são investidos nas coisas certas que desejamos, como o fortalecimento bélico das nossas FAs. Enquanto um Ministro trabalha com fatos e eventos positivos, cuidando para que nós brasileiros, com sabedoria, fechemos nossas próprias feridas do passado, outro Ministro e Secretário com seu grupo, querem fazer sangrar, novamente, estas feridas, acirrando os ânimos dos brasileiros contra nossos militares do passado. A ocasião exata para se fazer justiça está perdida, apesar de opinião contrária, pois, se temos pendências por “ justiça”, não deveríamos ter assinado nenhuma Lei de Anistia até que seja concluída severa apuração. Nunca aceitei e nem endossei quaisquer injustiças, covardias ou violências, mas por índole natural, não deixo nada para amanhã, acomodação é medo e covardia. Seguindo o deprimente exemplo da Argentina que desmonta suas FAs com processos de “busca da verdade”, estes políticos brasileiros, de consciência turva, visam o enfraquecimento militar das nossas FAs, ao aniquilamento total do recém nascido Plano de Fortalecimento/Modernização das Defesas Militares, com a entrega de nossas riquezas naturais para nossos inimigos de plantão. Situação, que rapidamente, estimula a formação de Nuvens Negras Ameaçadoras sobre a nobre função constitucional das nossas FAs. Estes agentes do governo e seus políticos de BB&MM deviam preocupar-se com nossos meios bélicos de defesa armada, como os aviões de caça que até agora ninguém comprou, dos navios-patrulhas para a defesa da Amazônia Azul, cuja fabricação não foi autorizada, dos blindados sob rodas Guaranis a serem produzidos(?) em MG, dos sistemas de defesa de mísseis anti-aéreos para defesa estratégica dos espaços aéreos brasileiros, das armas individuais de grande poder e dos equipamentos bélicos modernos que até não foi decidida a compra pelo governo. Assim, ao invés de renascerem, de forma asquerosa, situações do passado já inertes e podres, deviam preocupar-se com a Soberania Nacional que está sendo colocada de propósito em grande risco. Como ficarão as medidas para o fortalecimento das nossas FAs, conforme o Plano Estratégico Militar, se num futuro próximo, políticos desta qualidade e com este perfil, assumirem a direção da Nação ? Saibam vocês que, estas atitudes uma vez, concretizadas, por encerrar uma grande dose de energia destrutiva, acarretará ao Brasil danos piores que o período militar impôs ao nosso País. OPatriotaVelho Luiz

  19. Rever a Anistia ! ! Por Que ??
    Atualmente, devemos como verdadeiros brasileiros nos preocupar e agir sobre todos os tipos de ameaças, que no presente, pesam sobre nossas cabeças, que aliás, são muitas e graves, e não reacender conflitos do passado, que tiveram duas partes em duelo recíproco, numa ponta os terroristas e na outra o Estado, reconhecido legalmente pelo Poder Político Constituído, com ações de “quem bate, leva”. Aqueles que travaram a luta armada contra o governo da Ditadura, combatendo-a com o agravo da ilusão de modelo ideológico, inspirado em regimes mais violentos, cujo erro político grave, poderia ter nos levado a uma ditadura muito mais cruel. A participação de muitos ativistas, hoje, de notório conhecimento público, levou-os à envolvimentos e à atos, cuja oportunidade reavivada diante da pretensa revogação da anistia, tornou-se uma questão de necessária revelação. Assim, uma vez, esclarecidas, com a urgência solicitada pelo atual governo possamos levar ao tribunal não somente os militares repressores, mas, sobretudo, o civis terroristas, de forma que não pairam para a sociedade brasileira, quaisquer dívidas sobre este assunto de BB&MM. A Lei da Anistia em que pesem suas imperfeições e desequilíbrios já faz parte hoje da história do Brasil. É muito estranho o Ministério da Justiça, querer julgar militares, hoje, septuagenários, ligados a ações de 30 anos no DOI-CODI, quando o sistema judicial vigente, já libertou por, “ progressão de pena”, quase todos os bandidos que há sete anos torturam, mataram, esquartejaram e queimaram os restos mortais de muitos inocentes. As torturas e violações de Direitos Humanos que devem preocupar ao governo são todas do presente. Prender e julgar militares velhos de 70 anos é ato de puro rancor e vingança. Não entendo, como estas atitudes, num governo auto-intitulado progressista, na visão social atual, podem ser prioridades de um planejamento político, administrativo e jurídico, a não ser que não estejamos realmente preocupados com o progresso econômico e social do Brasil e desejemos um futuro pautado pelo ódio do passado, inspirado na trajetória de desintegração nacional, situação simpática aos corsários internacionais. Este assunto, pelo menos em nossa compreensão pessoal, é também relacionado ao Plano Estratégico de Defesa Nacional. Ou você cria condições organizacionais de defesa para a soberania nacional, ou, você abre, de uma vez, as portas e janelas do nosso território para as manobras frontais dos roubos. A Sociedade Brasileira, perigosamente displicente, não percebe o alto grau de corrupção administrativa e política que assola o País. E o que resulta dela, a certeza cínica da impunidade, basta que, diariamente, olhemos as notícias vinculadas pela mídia.O Poder Legislativo e o Poder Executivo estão terrivelmente comprometidos com a corrupção. O Poder Judiciário começou a demonstrar um comportamento que obrigou um dos seus Ministros a reconhecer a necessidade de recriar um novo Poder Judiciário. Posto que, cada um de nós, tire suas próprias conclusões, mas infelizmente, o Brasil está tornando-se um País inviável !! O povo e a sociedade brasileiras se recusam, definitivamente, a acordarem para esta realidade escabrosa. É oportuno indagarmos por que a Nação perdeu a posse de eficientes e operacionais Serviços Secretos das FAs e do Serviço Nacional de Informação, uma vez que, diante deste lastimável quadro vigente, o funcionamento deste tipo de organização estrutural permitiria ao País a defesa institucional imediata, dos nossos Princípios de Pátria e da nossa Soberania Nacional. As nossas Instituições Militares são realmente uma grande e honrosa exceção. Gostaria de saber, se em alguma época do passado, tivemos algum militar envolvido em algum ato de corrupção ativa ou passiva. Não se contaminaram com o lixo dos civis !!!Afastadas no centro nervoso político da Administração Pública, guardam um sábio e místico silêncio, depois do término do período de governo militar, que foi construído de mãos dadas com a sociedade brasileira acomodada e com a classe política interesseira, corrupta e oportunista, que por ofício ficava sempre em cima do muro. Vemos hoje as nossas FAs se penitenciando, ingloriamente, pelos erros cometidos por meia dúzia de cabeças militares oriunda da extinta FEB que combateu o nazi-fascismo instalado na Itália, (os demais pegaram carona no bonde ! ), mas sobretudo com a ação conivente de uma sociedade incoseqüente e de políticos covardes. Tivemos a Lei da Anistia, com poderes de ser, Ampla, Geral e Irrestrita, estendendo o perdão à guerrilheiros e militares de forma igualitária. De nada adiantarão os espasmos internos de dirigentes e políticos do Brasil e nem das cólicas internacionais, de Organismos (ONU) e de Países com passado fascista, com pouco argumento para se intrometer na vida dos outros. Agora é tarde demais para rever este ato jurídico perfeito, pois, a oportunidade está perdida. As nossas FAs são Instituições Sagradas ( olhem que sou civil ! ) que devem ser respeitadas e amadas, pois, são a Garantia de nossa Soberania Nacional, na versão mais clara e reluzente da Pátria-Mãe. Apesar da ação rastejante de várias ONGs “nacionais” e internacionais que operam livremente em Território Brasileiro ( Amazônia Verde ), através de operações organizadas de estratégica de alta traição, jogam a opinião pública brasileira contra suas próprias FAs, como o recente episódio da revisão da Lei da Anistia. De uma vez por todas !!!!–“Nós brasileiros estamos fechando nossas feridas do passado com nossas próprias forças, não precisamos de palpites de ninguém !!”. Uma sociedade de fato crescida, amadurecida e evoluída daria esta resposta viril a estes defensores dos Direitos Humanos de BB&MM. Se o povo e a sociedade brasileiras pararem para pensar um pouco, verificarão que a continuada corrupção na administração pública do Brasil, enfraquece, totalmente nossas forças militares de reação, quebra o ânimo patriótico do povo, prostitui a vontade férrea da sociedade, e escancara ao inimigo o domínio territorial da Nação. Esta matéria de BB&MM somente interessa às potências estrangeiras que, acintosamente, cobiçam nossas riquezas econômicas, como a Amazônia Verde e a Amazônia Azul e tramam contra nosso crescimento de povo soberano, aproveitando-se do infantil crescimento da sociedade brasileira. Será que a ininterrupta corrupção política, administrativa e judiciária no Brasil, é a adoção da arma mais letal das potências “aliadas” que anseiam pelas nossas riquezas descobertas e a descobrir, e que, por meio desta estratégia se apoderarão do nosso território sem disparar um único tiro. Nunca o povo brasileiro preocupou-se com esta assertiva. Há muito já passou da hora para a sociedade brasileira exigir a apuração integral da imunda corrupção que assola o País, muito mais importante que a anulação da Lei da Anistia, que transformou-se em biombo, para esconder a sujeira aos olhos do povo. O povo brasileiro hoje sente vergonha de ter sentimentos nobres de Patriotismo pela Pátria-Mãe. Portanto, em termos de Plano Estratégico de Defesa Nacional, a arma mais poderosa que possuímos, sem custar nada, é a opção do voto eleitoral, para selecionar pela livre escolha governos dignos que, no mínimo amem o Brasil. E é a única forma de expulsarmos, sem derramamento de sangue, estes corruptos travestidos de defensores sociais para fora da política e do governo. Que moral tem o povo brasileiro diante dos aliados do Brasil de BB&MM para dizer um não histórico às suas pretensões inconfessáveis de pirata internacional. Vamos pensar Brasil!! Que DEUS nos abençoe !!! OVelhoPatriota O Plano Brasil. Luiz

  20. VITÓRIAS de PIRRO !!
    A cada pagamento de indenização por supostos danos causados pela ditadura fica mais evidente que a resistência aos militares virou um rentável investimento.Agora, a Comissão de Anistia distribui dinheiro público a filhos e até netos de perseguidos políticos.Ainda chegará a vez de bisnetos.Já estão circulando informações pela mídia que auxiliares do governo federal avaliaram que a crise com os militares está resolvida, o que, sinceramente, todos nós assim esperamos, pois, existem metas e objetivos muito mais construtivos para engrandecer e fortalecer a Nação Brasileira que mergulhar novamente no negativo do passado. Para o Planalto interessa a criação da “Comissão da Verdade” para que as famílias dos desaparecidos durante a ditadura militar possam “enterrar os seus mortos e conhecer a história”, provavelmente, porque quando das investigações da Comissão da Anistia não se encontrou aquilo que se procurava. É muito interessante que a sociedade saiba que os Direitos Humanos responsável por esta iniciativa, não quer atender a determinação do Exmo. Sr. Presidente da República no sentido de que no novo texto do programa de direitos humanos, se evite qualquer afronta ou desafio aos militares. Situação que demonstra tacitamente as razões do misterioso empenho dos Direitos Humanos em arquitetar a punição contra os agentes dos governos militares do período de 1964/1979. Impressionante como estas personalidades, ocultas nas sombras e procurando sempre se proteger, covardemente, entre colunas, não conseguem se desgrudar destes sentimentos deletérios do passado. Parentes de militantes desaparecidos durante os governos militares ou manifestantes simpatizantes, criticam na rua a alteração no Programa Nacional dos Direitos Humanos como se estas punições requeridas fossem as melhores ações a serem praticadas para a obtenção da Paz, Progresso e Felicidade Geral da Nação Brasileira. A respeito do Decreto dos Direitos Humanos, disse o Exmo. Sr. Presidente da República, que não se trata de caça às bruxas, mas sim de você pegar 140 pessoas que ainda não encontraram os seus parentes que desapareceram, e dar a elas o direito de encontrar seus cadáveres e enterra-los. A democracia, exercida em sua plenitude, é boa porque as pessoas extravasam aquilo que pensam e depois, se pode construir o bom senso que é o caminho do meio, que é sempre o que prevalece. O último parágrafo do Exmo. Sr. Presidente da República, transborda de madura sabedoria, e, se for para valer, a sociedade brasileira esclarecida, sem dúvidas, terá radiante satisfação. Apesar do declarado cunho de natureza social do governo do Sr. Luiz Inácio com adoção de programas que vem cumprindo, S. Exa. tem atendido mais as FAs do que todos os governos anteriores, e, de certa maneira, procura cumprir, embora insuficiente a realização do Plano Estratégico Nacional de Rearmamento Bélico das FAs. Mas, se S. Exa. tivesse em sua equipe de governo algum profissional técnico – capacitado experiente, teria dotado os Orçamentos Militares dos recursos necessários para melhor executar o Plano Estratégico Nacional das FAs. Desta forma seriam apropriados à conta destes programas bélicos de modernização das FAs, Reservas Orçamentárias e Fontes de Recursos de Diversas Origens, mas de suficiente poder financeiro para a produção de armas e equipamentos bélicos modernos a partir da instalação das indústrias militares nacionais para atender as demandas das nossas FAs. Como sejam os equipamentos, tantas vezes citados, aviões e helicópteros para a FAB, navios patrulhas, e outros tipos, submarinos convencionais, helicópteros de transportes e de ataque, blindados anfíbios para a MG e seu grupo de FN, blindados sob rodas e lagartas, helicópteros de ataque, de transporte, viaturas blindadas de diversos tipos e modalidades para o EB, e armas individuais modernas de maior poder de fogo, e que seja, o Aeromóvel o 1º estivo militar, a ser assim equipado. Todos os “ brasileiros” defensores dos Direitos Humanos de BB&MM, deviam preocupar-se, seriamente, para que a conclusão de suas reivindicações não se transforme para o Brasil, em “Vitórias de Pirro.” Infelizmente foi necessário acontecer a tragédia do Haiti para vermos o tamanho exato da capacidade operacional e da estrutura logística das FAs e da Defesa Civil Nacional do Brasil. Este fato trágico com o pais vizinho, mostra com evidente força, que é bem melhor todos os esforços aplicados nos investimentos financeiros com o nosso fortalecimento militar, que perder tempo e recursos financeiros na investigação com agentes militares que há 30 anos, não significam ameaças.Vejamos como a fraqueza militar do Brasil no hemisfério atrapalha até atividades de ajuda humanitária. No Haiti, segundo informações, o Estado Maior dos 17 países que compõem as tropas de Paz não conseguem estabelecer um plano conjunto de ações para atender uma população desesperada. Já era hora das FAs do Brasil aumentar seus efetivos no Haiti, reforçando seus efetivos, sem esperar a tardia autorização da ONU, com o envio de mais três batalhões de Tropas Militares Especiais, além de aumentar o efetivo das Unidades de Engenharia das nossas FAs para enterrar os mortos e limpar as ruas e estradas de forma que os socorros cheguem mais rápidos. Os EEUU que controlam o aeroporto, chegaram ao Haiti com 18.000 fuzileiros sem pedir permissão, mas estão sendo acusados de priorizar seus próprios interesses e de seus cidadãos que foram surpreendidos pelo terremoto no território do Haiti. Além disto o fato dos americanos terem assumido o controle estratégico do aeroporto, teria melindrado autoridades brasileiras, uma vez que o país comanda tropas de paz da ONU no Haiti. Sabemos que os militares americanos têm como princípio não aceitar ordens de outro país, por isso saem atropelando tudo e todos que encontram pela frente. Esperamos que este episódio sirva de exemplo para o governo, sociedade e povo brasileiro. As tropas brasileiras seguem coordenando, embora os americanos não aceitem ser comandados por outro país, foi definido por uma vídeo-conferência entre os EEUU / Brasil, reiterando o comando do Brasil no controle das tropas de pacificação no Haiti. Este fato diplomático, mais uma vez, diante dos olhos da sociedade brasileira, reforça a necessidade de se aplicar, integralmente, todo o Plano Estratégico de Fortalecimento Militar das nossas FAs. Quando se senta à mesa para confabulações as opiniões e considerações dos fracos são, literalmente, ignoradas; e é assim desde os tempos bíblicos. O Governo e povo brasileiros, devem acordar para as coisas, realmente, prioritárias, e excluam, as propostas burras dos Direitos Humanos, relacionadas ao passado dos governos militares, de forma que, os eventuais sucessos obtidos não sejam, “Vitorias de Pirro”. OVelhopatriota. Luiz- O Plano Brasil.

  21. APRENDENDO !!!
    Existem lógicas evidências que não podem ser contestadas por mingúem no Haiti e no mundo que acompanha perplexo os acontecimentos trágicos que aconteceram. Apesar dos EEUU serem a maior potência militar e a melhor máquina de guerra dos mundo, nunca se fez guerras somente com armas e diga-se, armas formidáveis. A inteligência de guerra, a logística, a estratégia operacional, a capacidade do emprego de meios rápidos e velozes de se atingir os locais que necessitam da presença armada sejam para conflitos, socorros urgentes ou ajuda humanitária fazem a grande diferença. A ação da 82ª Airborne Division no Haiti não constitui nenhuma novidade, pois, este país sempre forneceu motivos para esta intervenção militar, com certeza o EB sabe muito bem disto. O Departamento de Estado dos EUA anunciou que o contingente das Forças Armadas Americanas no Haiti terá a presença, até o fim da semana, de 20.000 militares. Acredito pessoalmente, que este efetivo dobrará de tamanho em pouco tempo. Agora compare você, este poderoso contingente militar americano com o total da força da Minustah da ONU: — deve ser alguma piada de mau gosto !!O nível de gravidade da situação no Haiti está acima, tragicamente, de quaisquer expectativas, das quais, o resto do mundo não pode ou não quer, compreender. Os conflitos e as brigas para receber alimentos e água, sejam em filas, ou em grupos já aterrorizam aos que levam a própria ajuda. Conforme comentado, os EEUU aumentam seu efetivo militar sem pedir permissão da ONU. Apesar de ter sido anunciado, oficialmente, num acordo diplomático entre EEUU e Brasil, que as tropas da ONU se encarregariam da manutenção da segurança no Haiti, com o Brasil na liderança do comando, na prática vemos que não é assim que está funcionando, pois, militares americanos reforçam a segurança de comboios e postos de distribuição para evitar saques e, diante do êxodo da capital novos postos de atendimento foram abertos. O contingente da ONU deve, imediatamente, possuir 50.000 militares. Não adianta as outras nações que estão no Haiti reclamarem dos EEUU contra seus métodos militares de socorro. A tática de atirar pacotes de alimentos e água dos inúmeros helicópteros embarcados nos navios americanos ancorados na baía do Haiti, que voam em direção aos pequenos grupos de haitianos, ou atira-los, em grande quantidade, simultaneamente, de pára-quedas é para evitar os grandes tumultos armados das filas e grandes aglomerados de povo que se formam rapidamente, diante da sinalização da ajuda. Mas uma coisa é certa o “modus operandi” do auxílio humanitário e a conseqüente forma de distribuição da ajuda humanitária, deve ser modificado. Todos sabem disto, e, inclusive, os EEUU também sabem!! Quando as tropas americanas invadiram o aeroporto internacional de Porto Príncipe não foi somente para garantir a logística de suas tropas mas para estabelecer um fluente corredor de ajuda humanitária para o povo desabrigado, como que, para compensar o abandono covarde da cidade norte americana de Katrina, mas sobretudo por razões estratégicas de macroeconomia, embora não, faltassem críticos para condena-los por esta atitude.Vemos agora a mesma coisa para o Porto de Haiti. São duas medidas de extrema estratégia, a posse militar do aeroporto e do porto. E compreenderemos que o Brasil não o fez por pura incapacidade administrativa, e pelo limitado poder econômico e militar. Infelizmente, em matéria da Administração de Gestão Pública, o Brasil não tem bons exemplos para dar a ninguém. Na nação brasileira, todo dia testemunhamos nos três poderes constitucionais, só mentiras, desonestidades, atitudes falsas, falta de competência técnica, e roubos. Não se deve usar os recursos dos governos para o exercício idiota da demagogia política estúpida !! ! E fica estampado no rosto do infantil povo brasileiro, a convicção de que os governos mentem o tempo todo, sempre, mas, por vincular-se a tristes necessidades e, por possuir, nível mental baixo, ele quer, lamentavelmente, acreditar . A baixa qualidade da política administrativa aplicada na gestão pública do Brasil, se reflete nas principais funções orçamentárias( saúde/educação/produção/ segurança, etc..), inclusive, no fortalecimento militar das nossas FAs. O general americano Dan Allyn anunciou ontem que as forças dos EEUU estão trabalhando para otimizar a capacidade do aeroporto de Santo Domingo na vizinha República Dominicana e restaurar o de Porto Príncipe danificado pelo tremor. Vários equipamentos pesados para a reconstrução já foram desembarcados pelas tropas americanas preocupadas por colocar em uso mais dois terminais aéreos e aliviar o congestionamento do aeroporto do Haiti. A mesma coisa ocorrerá com o Porto que permitira a entrada de pesada ajuda internacional por navios, e ambos, Aeroporto e Porto permitirão o aumento espetacular da ajuda humanitária ao povo. Tudo este relato sintetizado pode deixar evidente que esta manobra do exército americano( mas que poucos acreditam) esconde uma estratégia econômica para recuperar rapidamente a infra-estrutura econômica do Haiti, e sinceramente, não consigo alcançar, no presente, outro tipo de política por parte dos EEUU. Mas é bom destacarmos que, o poder impressionante da 4ª Esquadra Norte Americana, aliás muito temida na América do Sul, ao largo do litoral haitiano, vai além das necessidades de uma operação humanitária. Por outro lado as brigas políticas do Brasil, França, e outros, para chamar para si as luzes dos holofotes das vaidades se mostram imaturas e nada inteligentes. O Brasil não quer perder o comando e a liderança da Minustah da ONU e compete (?) com a Grande Potência Militar para provar “quem faz melhor.”Não aplaudimos os americanos de graça, mas o caminho que o povo brasileiro tem de percorrer, é muito longo, penoso, e gera muito sofrimento. As escadas da evolução e progresso são duras de subir, longas, impõe renúncias e muitos esforços para a sociedade brasileira saber vence-las com sabedoria e disciplina.Olhem com atenção a informação da coluna do jornalista Merval Pereira, denominada as Parcerias Estratégicas. A Índia está comprando nada menos que 126 aviões Rafale pelos mesmos US$ 10 bilhões que o Brasil está pagando por 36( a FAB precisa no mínimo de 150 caças, segundo o Secretário da Pasta), sendo que desses 108 serão produzidos no próprio país, com programa de transferências de tecnologia até onde se sabe, igual ao prometido ao Brasil???? Os Emirados árabes por sua vez estão comprando 60 jatos Rafale num negócio entre US$ 8 a US$ 11 bilhões. A FAB é que tem razões !!!!!A disparidade de preços do Rafale Francês em licitações em andamentos em países como a Índia e nos Emirados Árabes está introduzindo uma nova variável na concorrência brasileira para a compra dos caças da FAB, que já estava na berlinda diante da informação de que a FAB prefere o avião sueco Gripen, por ser o mais barato de todos. A explicação ridícula do governo brasileiro, é que a compra seria decidida não por critérios de preços ou técnicos (????), mas por forças políticas. As Leis Federais nº.8.666/93/8.883/94 que regulam, disciplinam, e instituem as normas para licitação e contratos da Administração Pública no Brasil, vai para o espaço, uma vez que, de nada servem. A decisão final, então, mudou de pólo, e foi escolhida seguindo a “doutrina lulista” determinada. Mas a adequação a uma estratégia de política externa brasileira, fica abalada pela diferença de preços oferecido pela França ao Brasil e aos outros países. De qualquer forma este assunto tem de ser bem apurado pelas FAs do Brasil que “estão dormindo em berço esplendido” !! És as causas e razões pelas quais os Direitos Humanos, de maneira insistente, procura intimidar, os componentes das FAs do Brasil, pretendendo ocultar esta negociata criminosa dos aviões de caça, ignorando outras propostas mais convenientes ao nossos interesses, com ameaças de apuração das “torturas militares” do passado, o que pelo visto, não foram nada eficientes, pois, do contrário estes “patriotas de MM&BB” teriam morrido pelas causas que lutavam. Novamente, as causas históricas da revolução Militar de 1964 foram bem menores, se comparadas ao Brasil de hoje.Não dá para deixar o poder de decisão destes assuntos militares com esta classe civil atual de políticos e administradores brasileiros.Os governos brasileiros, a sociedade e povo deviam estar aprendendo muitas lições com as nações e seus povos poderosos e evoluídos, que tem muito a nos ensinar , brasileiros que não sabem amar a terra onde nascem e vivem. O Poder Militar Norte Americano que desembarcou no Haiti, com todo o seu aparato bélico de linha de ponta, como sempre muito admirado, mais uma vez, nos leva a repetir a necessidade das FAs do Brasil em aplicar o aprovado Plano Estratégico Militar de Fortalecimento Bélico que é exigido pelo Brasil, que ainda tem o inalienável direito de expressão das nações livres e soberanas. A mobilização, em direção ao Haiti, de 20 poderosos navios americanos de diversas espécies, 63 helicópteros, 204 veículos de transporte, diversas lanchas modernas de desembarques para os fins alegados pelos EEUU, de limpar o Porto, preparar a sua reconstrução, assim como, de liberar mais duas pistas adicionais do aeroporto, fazendo-os, ambos, funcionar otimizados, em tempo recorde, para massificar a necessária ajuda humanitária, lamentavelmente, não foram motivos suficientes para que a operação naval americana no Haiti não causasse mal estar, obrigando a ONU a declarar que o Haiti ainda é um Estado soberano. Mas imaginem, quando as Poderosas Legiões do Exército Romano do Antigo Império de Roma se deslocavam por quaisquer motivos, eles necessariamente, arrastavam com eles todo poderio bélico da época que lhes eram devidos. Politicamente, pelo menos, verificamos que ainda cabe a Ministah prosseguir nos seus objetivos de manter a segurança do país, assegurando a sua normalidade democrática; e às Forças dos EEUU as responsabilidades das tarefas de socorro humanitário, embora não seja muito aceitável diante do grande poder militar dos combatentes que vão se firmando no Haiti. Se fala em ampliar efetivos em torno de 20.000 militares originários das melhores Unidades Combatentes (Fuzileiros Navais e Pára-quedistas ), inclusive, como a famosa 82ª Airborne Division. Quando vemos as modernas e ágeis lanchas de desembarque e o navio de assalto anfíbio das forças americanas, como pensamos na falta de aplicação do desgastado Plano Estratégico Militar de Fortalecimento Bélico das FAs do Brasil, cuja eventual aquisição pelas nossas forças, era a possibilidade militar necessária a vigilância da Amazônia Brasileira. Devemos encontrar o caminho do aprendizado para obtermos o poder invejado das grandes potências militares e, realmente, abrirmos mão do exercício da mediocridade política dentro do Brasil. Luiz OVelhoPatriota.

  22. O SUFOCO ECONÔMICO !!!! ( revisado em 11/03/2010)
    No gerenciamento de uma crise econômica internacional, em relação ao Ente Público, devemos ter redobrado cuidado na programação financeira das despesas públicas dos gastos orçamentários, em obediência aos seus cinco (05) princípios legais, assim como do comedimento preventivo da realização dos gastos orçamentários ( custos reais ). Uma vez que, quando se avizinha necessidades de retração financeira pelo desequilíbrio do mercado econômico, a 1ª medida é cortar orçamentos nacionais sacrificando toda expansão de produção e de qualquer investimento de base. No Brasil, por vocação de cultura e por estarem seus dirigentes e políticos divorciados da causa militar da Soberania Nacional, se esmerilha, de imediato, os orçamentos militares – despesas de Capital, só se preservando, o orçamento de Despesas Correntes- Pessoal e Encargos Sociais. Ao aplicar-se com decisão o Plano Estratégico Militar Nacional, agilizando-se, rapidamente, os processos pertinentes de forma que, ao completar toda a programação prevista, ficaremos à salvo de amargar mais um decepcionante adiamento face às eventuais restrições da conjuntura internacional, como aliás, já aconteceu na falência da Engesa, da Moto Peças, e, da Bernardini que produziam itens militares. Nunca no Brasil, governo nenhum dedicou tanta atenção as nossas FAs, como a atual administração, ainda que, por meio de pequenos investimentos do orçamento militar- despesas de capital, como verificamos agora, com transferência de reduzidos recursos que, ainda assim, permitem, embora lentas, algumas aquisições e certo nível de revitalização bélica para as FAs. Mas que nenhum brasileiro se iluda, ainda é muito pouco pelo tamanho do Brasil. O procedimento dos governos anteriores era, deprimente, através de Néscios Acordos Militares, incorporava lixo bélico às FAs. Entretanto, nunca aconteceu tanta cobiça internacional descarada pelas nossas riquezas, sejam pela abundância das águas, pelo petróleo, e pelo território nacional geologicamente seguro. Por fim, esperamos que todos os governos que virão no futuro, resguardem nossas riquezas naturais da cobiça estrangeira para garantir os verdadeiros benefícios, permanentes e contínuos, da Participação Social do povo na riqueza do Brasil. A grave situação financeira da Grécia já preocupa, como se comenta, a Inglaterra, que já enfrenta constrangedoras reduções nos seus orçamentos militares, com a perda de projetos de dois (2) porta-aviões, além de caças navais modernos, mas que, apesar do Sufoco Econômico, o governo inglês consciente e responsável, não descuida dos orçamentos militares e dos equipamentos bélicos de suas forças, resguardando-se a capacidade militar da defesa nacional. Embora convivendo com uma economia mundial globalizada ou compartilhada, e, mesmo sendo exclusiva competência do governo, nós nos indagamos: “ Numa eventual arremetida da crise econômica internacional,quais as blindagens que o Brasil possui nas áreas financeira e econômica para proteger seus programas governamentais, inclusive, o do fortalecimento militar das FAs brasileiras ?? Respostas difíceis de serem dadas, visto não terem as Leis Econômicas resultados matemáticos diretos, ainda que, a Escola Matemática da Economia gere conjuntos de dados e informações administrados pelos sistemas das Leis Exatas.O que imprime feições próprias aos resultados da economia são as ações totais do processo, vinculadas às atividades humanas e ao comportamento de suas personalidades. Com base na autoridade de Técnico de Controle Interno do Governo, devo definir que a observação, por nossos gestores públicos, dos conceitos étnicos da moralidade, quando da prática dos atos e fatos administrativas nas gestões de governo, se aplicados rigidamente, com os demais sistemas legais de controle, formariam barreiras importantes contra o Tsunami Econômico. Em quaisquer processos industriais além dos Custos que são fatores componentes importantes na produção, ao considerarmos o campo dos projetos e programas militares, o tempo é tão fundamental quanto a acumulação dos custos. A estratégia militar, exige considerável velocidade no atendimento nas questões da segurança e soberania nacionais, principalmente, quando convivemos com um quadro iminente de usurpação de nossas riquezas naturais. Entendemos que, mesmo, diante da ausência do imediatismo no fortalecimento bélico das nossas FAs, hoje, o governo e os brasileiros conscientes possuem motivos para definir, rapidamente, as necessárias Reservas Orçamentárias tanto quanto, as Origens dos Recursos, que servirão para estabelecer o Fundo Militar de Investimento Bélico nas FAs. Quero acreditar, com sinceridade, que do contrário não haveria necessidade de edição do Plano de Fortalecimento Militar, se o próprio governo não reconhecesse a urgente necessidade do fortalecimento bélico das FAs, e se a conclusão destes procedimentos não representassem segurança e soberania nacionais. Somos amante da rapidez nas decisões governamentais, através de sólidos recursos financeiros, porque o futuro se forma pelas ações do presente. Não existem projeções proféticas fora dos trabalhos do hoje e do agora, para estabelecer as bases racionais do futuro. –“ Será que o povo brasileiro deve, pedir ao governo, urgência constitucional no trato das questões do Plano Estratégico Militar ??? “ Além do rigoroso acompanhamento da Execução Financeira da Lei Orçamentária, um adicional Sistema de Controle dos Custos Públicos, do setor militar, deve ser bem ativado, evitando-se o superfaturamento nas licitações de material bélico, quando, legalmente, indicadas na Lei nº 8.666 de 21 de junho de 1993 e na Lei nº 8.883 de 8 de junho de 1994. Os reduzidos recursos financeiros que dispomos do nosso Orçamento Militar – Despesas de Capital, em comparação com as exigências do território brasileiro, devem ser todos aplicados, diretamente, no fortalecimento militar e modernização bélica das nossas FAs. E a decisão nunca poderá ser política, pois, respectivos comandantes devem ter esta responsabilidade, uma vez que, sob seus ombros militares repousam a glória da Soberania Nacional. Para melhor condução dos recursos públicos, cabe-nos realçar que as Funções Demonstráveis na Classificação Funcional-Programática na própria Lei Orçamentária, não são apenas, um Regulamento Técnico Indicativo dos Gastos Públicos, mas um Mecanismo Orientador e um Instrumento Limitador das Despesas Públicas, isto é, fora desta Grade Técnica não prosperará a Legalidade da Despesa Pública. Vale, ainda, para a proteção da Execução do Orçamento Nacional, a aplicação da Lei de Responsabilidade Fiscal – Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2.000, da Lei Federal n٥ 4.320/64, dos atuais Princípios Legais Vigentes dos Sistemas do Controle Interno e do Controle Externos, e das Normas Adicionais da Contabilidade Pública e Gestão com a Aplicação Obrigatória dos Controles, Orçamentário, Financeiro, Patrimonial, Operacional, e Contábil dos atos e fatos públicos da Gestão. O importante é permitir aos Governos, através da intervenção do rigor conjuntural das muitas faces legais do CONTROLE, a permitida geração de resultados significativos para a constituição da Economia de Custos Orçamentários, quando se tem em conta a Soberania Nacional pelo fortalecimento bélico das FAs. Entretanto, ainda que aprovados na Lei Orçamentária, é recomendável a escolha / seleção de programas e projetos de governo que, unicamente, se refiram as Funções da Classificação Funcional-Programática constante da Lei (todas, a rigor, são do Social). É exigido esta atitude, não só diante da existência real do cumprimento de outros programas importantes para a sociedade, mas, sobretudo, pela oportunidade do melhor uso dos recursos poupados, como a determinante modernização/fortalecimento bélica nas nossas FAs de acordo com o Plano Nacional de Defesa Estratégica. Recursos legais de impedir alcance, desvios, roubos, e, alcances de dinheiro público traduzidos por mecanismos legais de vigilância contábeis temos, através de diversos sistemas em nossa legislação reguladora, só falta-nos disposição efetiva para tê-los em uso nas gestões governamentais. Os povos e seus dirigentes se renovam a cada fim de um tempo, a única realidade concreta que permanece é a Existência da Nação e a História é a testemunha silente deste corolário. E fundamental que, nos dirigentes / governantes, nenhum sonho político, nenhum desejo pessoal, nenhuma ambição política descontrolada, nenhuma vaidade pessoal, e nenhuma emoção exacerbada, devem ser mais importantes que o Dever de cuidar e guarnecer a Soberania Nacional de uma Nação. Este conjunto é a blindagem estratégica, em nossa opinião, que o Brasil precisa aplicar em suas finanças / economia para barrar quaisquer crises financeiras internacionais, ou melhor: SERIEDADE. Uma Nação para transforma-se em potência militar passa primeiro pela fase de potência industrial.
    Ao Brasil jovem e sadio, saudações. O Velho Patriota Luiz(em 12/03/2010).

  23. Pingback: causa:: volta ao ponto::Como poderá ser a política de Defesa do próximo governo?::parte3:: « Causa::

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s