
Linha Gótica em agosto de 1944, imediatamente antes da chegada da FEB. O posto a ser ocupado pela tropa brasileira corresponde aproximadamente ao espaço entre a 1a Div. Blindada dos EUA e a Força-Tarefa 45.
Bem, não era propriamente uma fortificação, mas o teatro de operações em que a FEB esteve empenhada::
Depois da queda de Roma, em junho de 1944, os alemães retiraram-se de maneira organizada para estabelecer uma nova posição defensiva nos Montes Apeninos - essa posição recebeu o nome de “Linea Gotica” (em italiano). Os Apeninos são uma cadeia de montanhas que atravessa a península italiana desde La Spezia, à oeste, até Pesaro, na costa italiana no Mar Adriático. O sistema defensivo alemão se estendia ao longo de quase 320 quilômetros. Constava de uma zona limitada, adiante, pelos rios Arno e Metauro, com um campo de defesa em profundidade que se alongava sobre a linha Viareggio-Chiesa-Lucca-Pescia-Pistóia-Dicomano-Consumma, até o Passo de Viamaggio; depois, pela esquerda do Foglia, até Pesaro. O limite posterior seguia a linha Massa, Altissimo, Pania della Choce, Borgo Mozzano, Abetone, Piastre, Collina, Vernio, La Futa, Giogo, Casaglia, San Godenzo, Monte Falterana, Passó Maridrioli, Verghereto e, por fim, atingia o Adriático em Rimini. A linha era constituída por fortificações de caráter semipermanente: trincheiras e obras de terra socada e madeira, com pouco uso de cimento e ferro. Foram construídas posições de artilharia, postos de fogo de infantaria, refúgios, depósitos de munição, abastecimentos e vias de comunicação. Campos minados e fossas antitanques reforçavam as posições. Nos extremos do sistema defensivo, na costa, existiam obras de concreto e aço. De fato, a extensão a defender era enorme e o tempo e os recursos, escassos. Assim, no início de agosto, quando a manobra foi considerada completada, muitas das obras defensivas não tinham sido concluídas. Os alemães dividiram a frente em duas zonas, com limite interno a leste da linha Florença-Bolonha. Dispunham, para a defesa, de dois exércitos, o 10o e 14o, que totalizavam 19 divisões: 14 na primeira linha, 2 empenhadas no litoral e nos flancos, e 3 em reserva, atrás da frente. Entretanto, esse número é enganoso, pois nessa época, os efetivos das divisões alemãs estavam reduzidos a dois terços da força original, o que significava que os alemães dispunham, na realidade, de cerca de aproximadamente 12 divisões, em efetivo.
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(“Fortaleza dos Cavaleiros”, sendo que a palavra krak vem do siriano karak, significando “forte”, ou “fortaleza”) é um castelo do final da Idade Média, quando esse tipo de fortificação tinha alcançado o auge. Situa-se a leste de Trípoli, no atual Líbano. Foi construído pela Ordem dos 