Causa::

31/01/2009

A Guerra dos Seis Dias::O início dos problemas?::Parte 2::Que vitória foi essa, afinal?::

Até hoje é questão de debate entre historiadores e cientistas políticos, se a guerra era mesmo necessária. De fato, analistas israelis admitem que, desde 1956, os judeus foram responsáveis por 80% dos incidentes de fronteira com a Síria (embora alegassem o contrário) e também que sabiam de que Nasser não tinha condições políticas nem militares de se lançar numa guerra. Embora o historiador israelense Tom Segev (autor de um ótimo estudo sobre a sociedade israeli do pós-guerra: Israel in 1967. And the land changed its visage) admita essas possibilidades, alega em seu livro que “os israelenses estavam convencidos que ele queria destruir Israel”. Era o que aparecia na imprensa estrangeira, alimentada pela Agência Judaica. Mas até então, a política agressiva de Israel tinha sido contraproducente, em termos de resultados.

Seguev também alega que a agressividade árabe fortaleceu, no governo de Israel, a idéia de uma “defesa preventiva”, baseada em dois princípios: ataques aéreos preemptivos e movimentos rápidos de tropas blindadas e motorizadas, criando zonas de defesa avançadas. Estrategicamente, a guerra foi um sucesso estrondoso: Israel atingiu todos os objetivos, e ainda se viu em posição de grande vantagem estratégica. A imagem de Davi derrotando Golias atraiu alguma simpatia para a nação judaica, da opinião pública internacional, e particularmente nos EUA.

Em seu livro, Segev lista o que considera as principais consequências da guerra: os judeus orientais, fortemente marginalizados na sociedade israeli, mas parte importante das FDI, tiveram seu papel reconhecido e foram plenamente integrados. Muitos desses israelenses, entretanto, acabaram reforçando o o nacionalismo de direita, que, antes minoritário, passou a ser visto como legítimo por boa parte da população. A ascensão política de Menachem Begin (em certa feita chamado de “nazista” por ben Gurion) começou então). Os israelenses descobriram os palestinos; Israel, até então um estado fundamentalmente laico, se abriu ao judaísmo, a religião.

Entretanto, a vitória parece ter desorientado mesmo a população de Israel. Nos anos seguintes, começou a ser observado um resultado curioso: uma parcela considerável, não apenas dos habitantes de lá, como dos judeus por todo o mundo, viu a vitória-relâmpago como um sinal de que o povo de Deus estava finalmente reconquistando a simpatia do Criador.

De início, parece que nem todos os os israelenses perderam a cabeça: depois da vitória, o general Moshe Dayan, foi à Mesquita Dourada de Jerusalém e tirou os sapatos, cumprindo o ritual muçulmano em sinal de respeito. Em junho de 1967, no início das operações militares, Dayan tinha dito que aquela não era “uma guerra de conquista”. O general, ao que parece, tinha consciência de que uma disputa militar e política não poderia se transformar numa guerra religiosa, visto que esta seria muito mais difícil de resolver. Essa idéia, aparentemente, não se sustentou por muito tempo e, já no fim daquele ano, o governo israelense tinha abandonado o projeto de devolução integral dos territórios árabes ocupados.
A interpretação da vitória estimulou o judaísmo, gerando uma forma local de fundamentalismo. Seguev observa que, logo depois da guerra, a maioria dos israelenses acreditava que “a ocupação seria apenas temporária”, mas o próprio governo passou a estimular a idéia de uma guerra perpétua sem solução diplomática possível. Essa idéia fortaleceu setores de direita, que, por volta dos anos 1970, começaram a se entender com o movimento fundamentalista que, a partir dos EUA, ganhava força. Um dos melhores exemplos dessa ascensão foi o movimento do rabino ortodoxo Meir Kahane, que se tornou, tanto nos EUA quanto em Israel, conhecido por promover a idéia de uma “Grande Israel” que seria a expressão política da Israel Bíblica. O movimento de Kahane não era, entretanto, nem o único nem o mais barulhento. Movimentos nacionalistas deram força para o radicalismo que se recusava a discutir a devolução de Jerusalem, e passaram a falar na cidade unificada como capital do estado judeu.Esses movimentos condenam o acordo de paz entre palestinos e israelenses, que prevê a devolução dos territórios conquistados por Israel. Para eles, a entrega de terras bíblicas, como Hebron, Jericó e Nablus, na Cisjordânia, é uma afronta à vontade de Deus. Ela contraria a aspiração judaica do retorno a uma época similar à do do rei Davi, que por volta de 1000 a.C. pacificou a região e transformou Jerusalém em centro religioso. A efervescência dessas idéias levou ao assassinato, em 1995, do primeiro-ministro de Israel, Yitzhak Rabin, mentor do acordo de paz ao lado de Yasser Arafat. O culpado, Yigal Amir, era membro de um grupo fundamentalista, o Eyal, e justifica sua atitude afirmando que Rabin era um traidor do ideal judaico por devolver regiões ocupadas aos palestinos. 
Seguev considera que “o sionismo deu um tiro no pé quando o governo decidiu anexar o setor oriental de Jerusalém, sem consultar um jurista. Com este gesto, impediu qualquer possibilidade de paz. Seguiu-se a colonização”. Segev rejeita o argumento do historiador israelense Benny Morris, de lamentar hoje que Israel não tenha “concluído a tarefa”, expulsando os palestinos da Cisjordânia em 1967: “Essa questão é moralmente ilegítima… Seria um crime contra a humanidade”. Seguev também levanta a questão de que o sionismo usou a religião como argumento nacionalista de modo a consolidar a própria posição, e o fizeram antes de que árabes e palestinos descobrissem essa retórica. De toda forma, Morris tem contribuído para a revisão (ver  pg 45 e seguintes desse recurso de pesquisa, em espanhol) dos mitos fundadores do estado de Israel. Essa linha provavelmente ainda dará muito o que falar, agora que os historiadores dessa corrente – Avi Shlaim, Ilan Pappé, Simcha Flapan, além de Morris e Seguev,  promovem uma reescrita da história, se tornam mais conhecidos. Quem sabe, qualquer hora dessas, a Guerra dos Seis Dias também acabará revista, não como vitória militar, mas como origem dos problemas atuais da região::

 
 
 

 

20/10/2007

A estratégia da guerra pós-clausewitziana::

(NYTimes.com)A jihad em imagens(15 de outubro)

Quando Osama Bin Laden divulgou mensagem de vídeo para o povo americano, mês passado, um jovem entusiasta da jihad ajudou a espalhar o conteúdo. “A América precisa ouvir o xeque Usaamah e levar sua mensagem a sério”, escreveu ele em seu blog.

O blogueiro é Samir Khan, um americano de 21 anos, morador na Carolina do Norte, onde montou uma espécie estação distribuidora para produções de grupos islâmicos radicais. Nos últimos dias, a estação de Samir distribuiu as “alegres notícias” sobre a morte de 31 soldados argelinos por um grupo radical do norte da África. Também pode ser baixado um tratado acadêmico que defende a jihad violenta, devidamente traduzido para o inglês. Também estão lá centenas de links para sites violentos contendo imagens da insurgência no Iraque. Nascido na Arábia Saudita e criado em Queens, Nova Iorque, Khan é um soldado do que a al Qaeda chama “mídia jihadista”.

Não há nada que sugira que Khan esteja agindo de forma coordenada com líderes radicais ou infringindo qualquer lei. Ele é parte de um grupo crescente de operadores de mídia que estão transmitindo a mensagem da al Qaeda e de outros grupos, uma mensagem que se dirige cada vez mais ao publico ocidental.

Especialistas em terrorismo da Academia Militar dos Estados Unidos dizem que há cerca de cem sites em inglês, que oferecem a visão de radicais islâmicos. Esses parecem estar criando um canal com jovens muçulmanos americanos e europeus ao jogarem com o ódio que a guerra no Iraque desperta e com a imagem de um Islã sob ataque.

Os textos originais árabes, longos e tediosos para os padrões ocidentais, são retrabalhados, usando técnicas de publicidade. Folhetos de recrutamento são distribuídos e encontra-se até novelas online, todas com temas sobre a jihad. Sites como o YouTube também tem servido como veículo para esse matarial.

A al Qaeda usa a Internet há anos, mas quem acompanha as novas produções concorda que o material melhorou muito em qualidade, e se tornou atraente para um público acostumado com a rapidez da Internet.

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Segundo Rohan Gunaratna, pesquisador-chefe do Centro Internacional de Pesquisa sobre Violência Política e Terrorismo da Universidade Técnica Nanyang, de Singapura, “a al Qaeda é uma organização essencialmente moderna”. É uma declaração surpreendente, embora saibamos que a organização já demonstrou grande habilidade no uso de meios de comunicação de massa e do sistema financeiro internacional da era da globalização. Mas, segundo Gunaratna, não são essas habilidades que demonstram o caráter moderno da al Qaeda, mas o fato de que a organização demonstrou entender perfeitamente que as guerras do século XXI tem na disseminação de imagens espetaculares em tempo real uma estratégia central. No ataque às Torres Gêmeas, a organização de Bin Laden mostrou uma capacidade surpreendente de conceber o uso da televisão via satélite para mobilizar o apoio dos países muçulmanos.

A modernidade da al Qaeda também fica patente conforme sua organização se mostra distante da estrutura centralizada e burocrática dos partidos revolucionários do século XX, e mais próxima da organização celular dos cartéis de distribuição de drogas e das redes planas das empresas virtuais. A al Qaeda assemelha-se à uma multinacional, sugere Gunaratna. Surgida na fase final da Guerra Fria, financiada pelos sauditas e com beneplácito dos EUA e dos governos europeus, terminada a guerra contra os soviéticos, tornou-se o primeiro praticante da guerra não convencional capaz de dar escala mundial às suas operações. “Em vez de resistir à globalização, suas forças estão sendo reunidas por grupos islâmicos contemporâneos, constantemente atrás de novas bases e novos alvos pelo mundo”, diz o pesquisador.

A guerra pós-clausewitziana parece que será travada por pequenas unidades com alto grau de iniciativa, dependendo essas unidades de sua capacidade utilizar localmente recursos levantados em escala global, inclusive comunicando-se através da Internet. Essa aparente flexibilidade, que lança mão tanto da motivação individual mobilizada pela ideologia quanto de recursos tecnológicos bastante sofisticados, mas, ao mesmo tempo, acessíveis a qualquer um com certo grau de conhecimento técnico, mostra sua face na capacidade dos pequenos grupos em colocar forças bem maiores em posição de defesa. O grau de iniciativa também fica patente na capacidade que a rede al Qaeda demonstra em sobreviver ao isolamento de seu líder.

Outra demonstração recente do caráter da guerra pós-clausewitziana foi dada durante a invasão de Israel ao sul do Líbano, com o objetivo de anular o grupo militante xiita Hezbolá. Israel declarou que a responsabilidade sobre as ações do grupo xiita era do governo do Líbano, que estaria permitindo o uso de seu território. Isso demonstrou uma curiosa incapacidade em entender o caráter assimétrico por excelência da guerra pós-clausewitziana. Após mais de 40 dias de operações que provocaram sérios danos à infra-estrutura civil do Líbano, as forças armadas de Israel se retiraram do Líbano sem alcançar nenhum dos objetivos a que haviam sido propostos.

A milícia do Hezbolá mostrou grau de treinamento e disciplina que surpreendeu os israelenses e a maioria dos analistas ocidentais. De fato, alguns falaram em uma vitória parcial do Hezbolá, enquanto outros apontaram uma espécie de “empate técnico”. Usando armas convencionais provavelmente fornecidas pelo Irã e pela Síria, os milicianos xiitas conseguiram ,em algumas ocasiões, interditar o terreno às unidades blindadas de Israel. A utilização de equipamentos como o lança-rojão RPG-29 e óculos de visão noturna mostraram um novo estilo de guerra assimétrica, na qual o lado mais fraco mostra-se capaz de colocar em xeque o lado mais forte. A vulnerabilidade israelense residia exatamente no uso de forças convencionais de difícil operação. Os milicianos, dispersos pelo território, dotados de uma perfeita consciência do terreno e armas adequadas, demonstraram capacidade de tomar decisões mais rapidamente que o exército de Israel.

O uso da população civil como escudo, embora seja bastante cruel, em sua essência, é extremamente eficaz, já que torna as ações militares, principalmente as que envolvem aviação, extremamente antipáticas, e obrigam o adversário a justificar-se perante seus aliados.

A guerra pós-clausewitziana pode significar um retorno à noção de estratégia indireta, teoria formalizada pelo analista inglês Basil Lidell-Hart. Essa idéia faz um certo sentido, diante da posição ocupada hoje pelos EUA, no panorama militar. Após a Segunda Guerra Mundia, a adesão ao princípio de “revolução em questões militares” deu aos EUA a supremacia inquestionável sobre o campo de batalha. Enfrentar uma estrutura assim organizada, diretamente, é impossível. Mas enfrentá-la indiretamente é possível, como temos visto em algumas situações, caso recorramos à história militar. Talvez outro aspecto da guerra pós-clausewitiziana seja exatamente o fato de que forças armadas convencionais estejam se encaminhando para o declínio – estruturas muito dispendiosas, em todos os sentidos, e inúteis, diante da assimetria de poder. Entretanto, não deixa de ser interessante pensar que, aquilo que a URSS não conseguiu (e desapareceu tentando…), bin Laden e seus ativistas têm conseguido. A al Qaeda é o futuro da guerra? Se for, talvez já estejamos vivendo o futuro.

25/08/2007

A Guerra do Vietnam – Sobre boas e más analogias::

Ao que parece, Geoge W. resolveu extrapolar. Talvez tenha tido um dia pior dos que os habituais; talvez tenha se engasgado com algum pretzel. Engasgado, certamente ele está, com sua confusa “guerra contra o terror”. Tão engasgado que saiu-se com uma que dificilmente conseguirá superar: mexer com o vespeiro do Vietnam.

Porque o Vietnam, mesmo passados mais de 30 anos desde o fim da guerra, ainda é um vespeiro: um vespeiro do imaginário nacional norte-americano. Basta dizer que sucessivas presidências, republicanas e democratas, não conseguiram provar ao país o argumento de que foi uma causa nobre. Ao contrário da Segunda Guerra Mundial e da Guerra da Coréia, últimos conflitos legais em que o país se envolveu, o Vietnam continua sendo a guerra injusta que os EUA perdeu.

Não é pouca coisa, visto que até mesmo o historiador Arthur Schlesinger Jr., modelo, nos anos 1960, de crítica liberal ao governo norte-americano, afirmava que os EUA nunca tinham perdido uma guerra. Schlesinger passou anos clamando pela necessidade de uma saída negociada para o envolvimento norte-americano no Vietnam, e se tornou, no final dos anos 60, um dos principais ativistas contra a guerra. Porque o Vietnam não era uma guerra justa.

A noção de “guerra justa” é muito forte entre os norte-americanos. Além do persistente mito de que “os EUA nunca começaram uma guerra” (veiculado desde o século XIX por políticos e historiadores acadêmicos, e tornado assunto público durante a campanha de Hearst pela intervenção em Cuba), é extremamente arraigada a idéia de que, representando os mais fortes valores do Ocidente e da cristandade, a nação norte-americana pega em armas sempre que esses valores estão ameaçados. Foi assim na Segunda Guerra; foi assim na Coréia, foi assim até mesmo na invasão do Kwait por Sadam.

O fato é que o uso de analogias, pelos governantes dos EUA não é novidade. Certamente George W., nisso, não está inovando em nada. Os políticos de lá invocam, com freqüência, as “lições da história”, como já explicou, de forma brilhante, o historiador Yuen Foong Khong, autor de um livro quase definitivo sobre o assunto. Khong argumenta que o levantamento de analogias tem mais do que a função de justificar políticas de difícil explicação pública. Trata-se de um processo mental destinado a facilitar o processamento cognitivo e informacional presente na tomada de decisões políticas. Assim, analogias com a Segunda Guerra Mundial, a Guerra da Coréia e a derrocada francesa na Indochina tiveram lugar fundamental na decisão norte-americana de intervir no Vietnam e, depois, não apenas na de permanecer, mas de escalar a intervenção. O uso da analogia entretanto, tende a resultar em uma argumentação pobre. Para ser eficaz, deveria levantar fatos de amplo transito entre aqueles que serão alcançados pela mensagem. Desta forma, nem sempre podem ser mobilizadas as melhores comparações, ou por não existirem ou por não apresentarem similaridades perfeitas com a situação que está posta em pauta.

Ou seja, a analogia faz parte de um processo mental normalmente presente na tomada de decisão dos políticos norte-americanos e pode virar uma enorme casca de banana. Aparentemente, foi exatamente nessa que George W. escorregou, embora não possa ser acusado de inventar um absurdo ou ser o primeiro a distorcer a história.

A armadilha fica bem clara na análise feita no dia 23 passado, no NY Times por Thom Shanker. Sumarizada em um de meus blogs do coração, por Thomas de Zengotita, a conversa de George W. com veteranos de guerra (outra importante figura do imaginário nacional norte-americano), mostra uma tentativa de “manipular o patriotismo nato [dos veteranos]”. Segundo Zengotita, “Shanker corretamente chama atenção para a ridícula afirmação de Bush de que a carnificina promovida pelo Khmer Vermelho no Camboja foi conseqüência da retirada Americana do Vietnam, quando, de fato, foi a invasão americana que, em primeiro lugar, inspirou a formação daquela quadrilha insana.” E nem mesmo os argumentos que levaram ao envolvimento norte-americano, que formavam a “teoria do dominó”, mostraram-se corretos, no fim. “Bush disse que nós tínhamos de vencer porque se falhássemos, os comunistas tomariam o poder na Indonésia e nas Filipinas, e quem sabe onde mais. Talvez no Havaí. Foi o que disseram na época. Eu estava lá. Eu lembro. De fato, quando nós finalmente nos retiramos, nada disso aconteceu. O que de fato ocorreu foi que as diferenças sino-soviéticas, postas artificialmente de lado por nossa invasão, explodiram. O que aconteceu foi que a China comunista evoluiu para o bizarro híbrido entre tirania e capitalismo que conhecemos hoje em dia e a União Soviética, para o auto-inflingido copapso.”

Parece que George W. buscava uma analogia que mobilizasse o patriotismo dos veteranos como uma espécie de expressão amplificada do patriotismo nacional, um valor absoluto que conteria a boa disposição do povo norte-americano para as “guerras justas”. Ainda segundo Zengotita, Bush contava com a ignorância sobre história, característica marcante da maioria da população dos EUA. Não acho que tenha sido apenas isso. O presidente ao tentar mobilizar uma analogia, não contava com o fato de que o Vietnam é um vespeiro imaginário. Para o resto da sociedade norte-americana, uma péssima analogia.

Mas, de fato, o que é o Vietnam? Para os norte-americanos, claro, uma lembrança amarga – uma guerra que não resultou em nada. Para George W. deveria ser uma lição de história política.

Pensando bem, talvez George W. leia esse blog… Ahnnnn… Vamos lhe oferecer, então, uma lição de história do Vietnam…

Em seguida::

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