Causa::

07/10/2009

Uma moça (de uniforme) às Terças::

Arquivado em: Moças, Uniformes militaes — bitt @ 00:50
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Recrutas das Forças de Defesa de Israel em treinamento. Estima-se que, a cada ano, sejam recrutadas por volta de 50.000 mulheres, para incorporação (com a idade de 18 anos), ou para treinamento de rotina (um mês por ano, até a idade-limite de 49 anos). Estima-se que quase 1200.000 mulheres dentro desse espectro sejam potencialmente mobilizáveis, em caso de guerra. 

As moças da foto (bonitinhas, não acham?..) usam o capacete de fibra de aramida tipo OR-402, que substituiu o modelo OR-201. Ambos costumam a ser chamados “meio-melão” - dá pra imaginar o motivo, não dá? A arma, o redator imagina que os assíduos de causa já identifiquem com um olho só::

29/09/2009

Uma moça (de uniforme) às Segundas::

Confessem... Estavam com saudades da garota, não estavam?..

Confessem... Estavam com saudades das garotas de causa::, não estavam?..

Muito em breve (quando o redator conseguir novamente arrumar tempo para as pesquisas…), vamos iniciar a “Semana do Programa FX-2″. Tema divertido, não? Aparentemente, nossa vibrante “imprensa especializada” não chegou a grudar no assunto, visto que coisas mais interessantes apareceram no horizonte – coisas como Manuel Zelaya num avião venezuelano…

Mas vamos esperar umas duas semanas (ainda falta o fecho do ”mês dos submarinos”). Enquanto isso, aproveitem o sorriso da tenente Gudrun Johanssen, da Flyvevåbnet (Real Força Aérea Dinamarquesa – pronuncia-se, mais-ou-menos ”vlifêfôznet”).   Desde os meados dos anos 1950, a RFAD admite mulheres em suas fileiras, mas foi apenas nos anos 1960 que elas começaram a assumir o lugar de piloto. Atualmente, a RFAD tem como principal item de seu inventário 60 caças-bombardeiros F16AM e F16BM. O “M” é indicativo de Mid Life Update, modernização que inclui revisão completa da estrutura e motores, atualização dos aviônicos e sensores e capacitação para armamento mais moderno. Essas aeronaves foram adquiridas depois de uma duríssima concorrência internacional vencida pelos EUA e que deixou de fora o consórsio anglo-francês SEPECAT, com o Jaguar, a sueca SAAB, com uma versão de exportação do Viggen, a Dassault-Breguet, como o Mirage F1M e uma versão proposta do YF17 (que nem existia), da empresa Northrop (que tinha perdido a concorrência para fornecer caças leves para a USAF para o próprio F16). O efetivo da RDAF é, na atualidade, de 3400 efetivos. Aproximadamente 100 conscritos, recrutados em universidades, são treinados a cada ano, e ficam em serviço durante dois anos e meio, para constituir uma reserva. O tempo de serviço é, em média, de 24 anos para os efetivos. Os reservistas são convocados de 4 em 4 anos até completarem 46 anos. A tenente gosta de andar na moda, e usa, na foto um modelito anti-G, para antecipar a chegada dos caças F-35 do programa Joint Strike Fighter. É prá logo – a RDAF é uma força aérea fashion… ::

17/09/2009

Uma moça (de uniforme) às Segundas::

Arquivado em: Moças, Rússia, Uniformes militaes — bitt @ 23:59
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A vida a bordo não deve ser tão desagradável como fazem crer os romances de Tom Clancy...

A vida a bordo não deve ser tão desagradável como fazem crer os romances de Tom Clancy...

Tudo bem, ´tou sabendo… Não é Segunda, mas afinal, precisa dia marcado para aumentar a cultura submarinística de vocês, seus tarados?.. Bem, a moça é uma efetiva da VVF, em atividade provavelmente em funções de administração. Na sociedade soviética, as mulheres foram, desde o início, admitidas em atividades que, no Ocidente, eram consideradas domínio masculino - e as forças armadas estavam entre essas:: 

A Marinha da Rússia, ou, como eles dizem,  VMF  (Voyenno – Morskoy Flot, “Esquadra Marítima Militar”) é parte das forças armadas russas, submetida ao Ministério da Defesa da Federeção Russa. Em todos os aspectos administrativos de caráter militar, sucedeu a Marinha da União Soviética, depois que esta foi dissolvida, em 1991. Atualmente é composta por 5 agrupamentos navais: a Esquadra do Norte, a Esquadra Russa no Pacífico, a Esquadra do Mar Negro, a Esquadra do Báltico e a Flotilha do Mar Cáspio. Subordinados à Marinha também estão a Aviação Naval, a Administração de Portos Militares, a Infantaria Naval e a Artilharia de Defesa da Costa, além de certa quantidade de satelites de reconhecimento. Dados de inteligência do Ocidente dão conta de 500 navios de todas as classes e aproximadamente 600.000 efetivos, embora o grau de disponibilidade seja uma incógnita.
Ao longo dos anos 1990, a profunda crise política, econômica e administrativa que se seguiu a dissolução da URSS reduziu a atividade naval da ex-superpotência a quase zero. A outrora orgulhosa Marinha Soviética passou por situações humilhantes, como ter *navios abandonados pelas equipagens, *bases simplesmente fechadas por falta de recursos e outros retidos em portos estrangeiros na Europa Oriental, África e Ásia, pelo fato de não haver dinheiro para a compra de combustível. Durante a crise de Kosovo, que afetava diretamente de segurança territorial russa, a presença naval se limitou a um navio de inteligência e uma fragata. Os anos finais da década e iniciais da seguinte viram uma disputa entre as repúblicas, tornadas independentes, pelos despojos navais. Em 2000, o desastre com o submarino classe *Oscar II “Kursk”, durante exercícios no Mar de  Barents, chamou atenção para a baixa disponibilidade da esquadra. Ao longo desse tempo, uma grande quantidade de navios considerados obsoletos ou excessivamente dispendiosos foi desativada, inclusive quase 100 submarinos nucleares, programa que se encerrou em 2007 e foi totalmente financiado pelo Ocidente. A partir de 2003, a esquadra, redimensionada e reorganizada, começou a desenvolver atividades que incluíam grandes exercícos navais. Em maio de 2003, um exercício conjunto com a Marinha Indiana, denominado “INDRA” reuniu dez navios e aeronaves estratégicas, incluindo o disparo de dezenas de mísseis de cruzeiro e torpedos de longo alcance. Em agosto do mesmo ano, um exercício denominado “Vostok 2003”, realizado no Pacífico Norte, na área de manobras das esquadras do Norte e do Pacífico, reuniu em torno de 60 navios de guerra, 80 aeronaves e 70.000 militares. O exercício envolveu também atividades coordenadas com todas as regiões navais e agrupamentos da Rússia, envolvendo virtualmente todos os efetivos da Marinha. Além disso, serviu para mostrar ao mundo um novo tipo de contratorpedeiros de esquadra, a classe *Sovremenny, assim como novos navios de assalto anfíbio e e equipamento de desembarque. Em 2004, a Esquadra do Norte retornou em grande estilo ao Mar de Barents, num exercício reunindo 30 navios de guerra e outras tantas unidades auxiliares, aeronaves de combate e helicópteros.  O presidente Putin esteve observando a manobra a bordo do porta-aviões “Almirante Kuznetsov”, e depois se transferiu para o SSBN da classe “Tufão” “Arkhangelsk”, como convidado para um teste de lançamento do novo míssil balístico *RSM-54 (SS-N 23 “Skiff”, no jargão da OTAN). A tentativa falhou. Duas outras, realizadas de submarines da classe “Delta IV” (detalhes gerais aqui) deram em nada. Ou melhor, deram na demissão sumária, alguns dias depois, do comandante-em-chefe da Marinha, almirante Vladimir Kuroyedov…

06/09/2009

Uma moça (de uniforme) às Segundas::

Arquivado em: Camuflagem, Moças, Uniformes militaes — bitt @ 22:08
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Membro das Forças de Deslocamento Rápido, Forças Canadenses (gostaria de saber exatamente de que ela está rindo…)

31/08/2009

Uma moça (de uniforme) às Segundas::

As Forças Armadas brasileiras ainda são um tanto machistas. Em 2008, segundo dados do Ministério da Defesa, estavam incorporadas 4.486 oficiais, graduados e praças do sexo feminino, num universo total de aproximadamente 289.000 tropas (190.000 no Exército, 49.000 na Marinha e 50.000 na Aeronáutica). Ou seja, menos de 2 por cento do efetivo. A Marinha, a primeira das forças a admitir o sexo feminino em seus quadros, comporta quase metade do total, seguida pela Aeronáutica e o Exército. Curiosamente, a resistência à presença feminina no ambiente militar ainda é maior no meio civil do que no interior das Forças Armadas. Entretanto, a única força na qual as mulheres atuam efetivamente na primeira linha é a Aeronáutica, em cuja academia já é reservado um porcentual de vagas (uma em cada cinco) para pilotos e intendentes. Na Marinha e no Exército, as mulheres cumprem funções auxiliares, principalmente nos quadros técnicos especializados e de saúde.

Primeiro-sargento do Quadro Auxiliar Feminino da Marinha recebendo a Ordem do Mérito Tamandaré

Primeiro-sargento do Quadro Auxiliar Feminino da Marinha recebendo a Ordem do Mérito Tamandaré

24/08/2009

Uma moça (de uniforme) às Segundas::

Arquivado em: Iraque, Moças, Uniformes militaes — bitt @ 12:32
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Agora que a moça do Pedro Doria se foi…

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Terceiro-sargento Theresa Lynn Flannery, infantaria do Exército dos EUA.  A sargento Flannery, que, na adolescência foi “Miss Teen” do condado de Madison, largou os estudos ginasiais aos 17 anos para alistar-se no Exército, onde permaneceu por 4 anos. Em 2003, se voluntariou para o Iraque, e, aos 26 anos, após uma operação realizada em Najaf, Iraque, em abril de 2004, tornou-se portadora das condecorações Estrela de BronzeCoração Púrpura.

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