62 anos, esta noite::Okinawa, o moedor de carne


Não sei se as pessoas estão dispostas a comemorar, mas hoje é dia de um aniversário: 62 anos atrás, o recém-empossado Harry Truman decidia pelo alvo japonês a ser engajado por uma nova arma: a bomba nuclear. O alvo? Uma cidade japonesa que, mesmo depois da tempestade de fogo trazida diariamente pelos Boeing B29 sobre as cidades metropolitanas, ainda se encontrava surpreendentemente intacta: Hiroshima.

O desenvolvimento de uma arma nuclear embora seja um dos principais desdobramentos da 2ª Guerra Mundial, é suficientemente conhecido, e não é o objetivo desta postagem. Quero discutir o motivo pelo qual Truman teria resolvido passar para a história como o primeiro – e, até o momento, único – assassino de massas da era nuclear. Até poucos anos atrás, eu mesmo achava que o lançamento da Little Boy sobre Hiroshima, na manhã de 6 de agosto de 1945 foi um desnecessário ato de selvageria, destinado a constituir uma advertência aos soviéticos, no alvorecer da Guerra Fria. Vamos aos meus argumentos, e vamos ver se os leitores concordam comigo::

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O debate em torno desse assunto, quando acontece (o que, apesar do tempo passado, ainda é relativamente comum) costuma a travar-se entre posições expressas em termos absolutamente maniqueístas: o Japão estaria derrotado, bastaria um cerco para minar a resistência da população sem que grande baixas fossem necessárias, em ambos os lados. A ordem de lançamento da bomba teria sido, portanto, um ato de crueldade totalmente desnecessário, provocado por um novo ambiente que se desenhava entre as potências surgidas da guerra.

É uma pergunta cabível, por qualquer critério, se o extermínio repentino e não avisado de quase 200.000 pessoas seria, naquele momento, justificável. Seja qual for o parâmetro de análise, no início de julho de 1945, o Japão tinha perdido a guerra. Sua Marinha está inteiramente destruída; suas forças aéreas, com umas 5.000 aeronaves, sofriam carências crônicas de combustível, munição e pessoal treinado. O bloqueio naval esgotava os recursos da indústria; a fome era uma ameaça real. Três quartos da indústria tinha cessado de funcionar, incendiado junto com as cidades por bombardeios incessantes. Dois milhões de feridos amontoavam-se em hospitais desprovidos de tudo. No início de maio, a capitulação alemã fez o futuro ficar ainda mais negro, pois liberou do ETO (Teatro de Guerra Europeu) parte das forças militares lá empenhadas – uns dois milhões de efetivos, entre ingleses, canadenses e norte-americanos, e 12.000 aeronaves, para o Pacífico. Como cereja do bolo, a 5 de abril, Moscou denunciou o pacto de neutralidade, pressagio da entrada da URSS na guerra. Por todo lado, os exércitos imperiais recuavam: na segunda metade de 1944, MacArthur completou a reconquista das Filipinas. Na Birmânia, lord Mountbatten, o enfant térrible da Família Real, aproximava-se de Rangum. O general Curtis O. LeMay, apóstolo do “bombardeio por área”, futuro comandante da USAF, planejava estender a todas as cidades japonesas suas experiências com bombas incendiárias, que culminaram, em março de 1945, com a quase total destruição de Tóquio, em incêndio apocalítico. E, logo após a conclusão da tomada de Iwo Jima, a esquadra americana deslocava-se para o arquipélago Riu Kiu. Ao alcance da vista, estava o Japão.

Estas ilhas, cerca de 150, constituem uma espécie de “ponte natural” entre Formosa e o extremo sul de Kiu Shiu, no arquipélago japonês. A ilha principal, com uma centena de quilômetros de extensão por 12 km de largura, situa-se no centro, e a partir dela, alcança-se Tóquio, em menos de 3 horas de vôo. É montanhosa, quente e superpovoada. Os planejadores de estado-maior, tanto da Marinha quanto do Exército, observavam-na com ansiosa e sombria expectativa: consideravam que seria um laboratório do desembarque no Japão.

O nome do lugar? Okinawa.

A invasão de da ilha foi a maior das operações militares realizadas no Pacífico. Nimitz, comandante-em-chefe das operações navais, um cultor clássico do poder naval, exige o comando de todas as forças na área, inclusive dos 1500 B-29 de LeMay, naquele momento parecia obcecado por destruir o Japão. Apesar dos protestos irados do general, o almirante pretende, em Okinawa, uma operação combinada clássica, na qual todos os meios disponíveis deverão, sob comando único, ser utilizados para neutralizar as defesas inimigas.

Os japoneses defendem furiosamente o perímetro marítimo de Riu Kiu, e as baixas norte-americanas, surpreendem os comandantes. Um ataque de mais de 100 kamikaze contra os porta-aviões do almirante Mitscher atingem três deles, pesadamente avariados. Ainda assim, a supremacia naval norte-americana é indiscutível, inclusive no momento em que o fim da guerra na Europa liberou 50 navios, inclusive 26 ingleses, para o esforço no Pacífico.

No dia 1o­ de abril, começou a invasão de Okinawa, pelo centro da ilha, na foz de um rio chamado Busha. Mais de 1.200 navios, incluindo 700 transportes de todos os tipos lançam a terra 4 divisões de infantaria, duas do Exército e duas dos Fuzileiros Navais. Num primeiro momento, não se observa qualquer resistência: Okinawa parece abandonada. Para o alívio geral (mas principalmente dos Marines, moídos em Iwo um mês antes), a ilha é atravessada logo no primeiro dia e a conquista dos principais aeródromos acontece sem baixas.

Escondidos em suas fortificações, no entanto, estão 100.000 japoneses, dos quais 24.000 da guarda metropolitana (uma espécie de guarda nacional, formada por reservistas além da idade de convocação, mas com treinamento militar razoável). Seu comandante, o tenente-general Ushijima, renunciara à defesa da totalidade da ilha, concentrando suas forças no sul, em torno das duas principais cidades, Shuri, e a capital, Naha. No norte, cerca de um terço dos efetivos disponíveis defendem a península de Motobu e a ilha de Jima. O resto foi abandonando. Os invasores avançam diretamente para essa linha de defesa.

No Japão, o novo desembarque americano desorganizou o governo, que renunciou coletivamente diante do Imperador Hirohito. O novo chefe do governo, almirante Kantoro Suzuki, de 77 anos, um moderado, foi tirado do ostracismo por parecer um bom instrumento para reunir os meios buscados pelo Imperador para encontrar uma saída honrosa.

Em Okinawa, a 6 de abril é lançada, pelos japoneses, a partir de Kiu Shiu e do Mar Interior, uma contra-ofensiva aeronaval: mais de 1000 aeronaves, boa parte delas kamikaze, lançam-se contra a esquadra americana. Em menos de 12 horas, o custo é estonteante: 355 kamikaze e 444 aeronaves regulares são dadas como perdidas, tendo os invasores sofrido perdas de 16 unidades navais (seis metidas a pique) e 38 aeronaves; um porta-aviões de escolta foi a perda mais significativa. O ataque que deveria se seguir, realizado por um esquadrão naval carente de munição e combustível, encontrou a esquadra norte-americana intacta.

Várias centenas de bombardeiros e de caças norte-americanos alcançam o pequeno grupo de japoneses (cuja capitânea é o enorme – e obsoleto – couraçado Yamato, de 72.000 toneladas) em vagas sucessivas. O Yamato é atingido pela primeira vez às 12h41. Pouco mais de duas horas depois, o esquadrão japonês tinha deixado de existir.

Os dias seguintes são bem mais custosos para os atacantes, sob ataque massivo de kamikaze. Os japoneses usam uma nova tática aérea que se revela, na confusão do combate, bastante eficaz: bombardeiros convencionais, a grande altitude, infiltram-se entre os ataques rasantes de kamikaze. As centrais de direção de tiro não conseguem coordenar a artilharia anti-aérea de modo eficaz, nessa forma de ataque. O resultado: 30 navios afundados, 350 avariados em diferentes graus, entre estes o veterano porta-aviões Enterprise.

O relativo sucesso dos kamikaze, naquele período, cria nos soldados e marinheiros – e no público norte-americano – a impressão de que o Japão só poderá ser vencido pelo extermínio dos japoneses. É, de fato, um engano, cujas proporções são multiplicadas pelo calor do combate. Ataques kamikaze revelam-se muito pouco eficazes, mas provocam, nos atacados, um nível de estresse maior do que o normalmente observado. Mas diante dos radares instalados em aeronaves, coordenando patrulhas de interceptação em diversas camadas e terminado em DCA aperfeiçoada, dificilmente um avião-suicida consegue atingir o alvo. As vítimas são, sobretudo, embarcações leves, menos defendidas: LST, transportes e destróieres. Não se registra a perda de nenhum grande navio.

E o Japão não tinha aviões e combustível para sustentar a orgia suicida. A indústria japonesa foi, ao longo de 1944 e 1945, sistematicamente desorganizada pela campanha naval e aérea norte-americana. Uma campanha submarina, intensificada a partir de 1943, baseada na campanha dos U-boats alemães no Atlântico Norte, levara ao colapso as longas e desprotegidas linhas de suprimentos do Pacífico – como tinha previsto, em 1942, o almirante Yamamoto. Na China, as fontes de matérias-primas, embora mantivessem a produção, não conseguiam fazer chegar seus produtos ao Japão,por obra da eficiente guerrilha comunista, a única que revelava – na visão do general-de-exército Joseph Stiwell, o ácido comandante norte-americano do Teatro China-Burma -, “disposição em matar japoneses”.

A segunda ofensiva, a 12 de abril, reúne 184 kamikaze; daí por diante, os efetivos se reduzem ainda mais. Quase 1.900 kamikaze foram sacrificados durante a batalha de Okinawa sem inflingir ao adversário baixas nem de longe proporcionais. A aviação japonesa perdeu na batalha de Riu Kiu: 7.800 aviões, abatidos ou destruídos no solo. O poder aéreo nipônico deixou de existir.

Em terra, o 3o Corpo Anfíbio alcança, em 4 de abril, o extremo norte da ilha. Isolada a península de Motobu, começam as operações de consolidação. No Sul, a luta foi mais dura. O terreno escarpado foi muito bem fortificado, e serve de base para uma defesa encarniçada. Ushijima ainda imagina ser possível expulsar o inimigo da ilha e, depois de quase um mês, em 4 de maio, lança uma divisão de infantaria completa e bem aprovisionada, mantida em reserva, numa contra-ofensiva, que não leva um dia para falhar. Os norte-americanos continuam, metodicamente, se lançando contra o labirinto de fortificações na península, num tipo de batalha que se assemelha às da 1a. Guerra Mundial. Em 27 de maio, Ushijima resolve abandonar Naha, mas não sem antes tranqüilizar Tóquio: afirma que seu exército está intacto e que a retirada é, na verdade, uma concentração de forças.

Não deixa de ser verdade, embora não nos termos otimistas do comandante japonês. As pesadas baixas obrigam que a população civil seja convocada a combater. São formados “corpo escolares”, com mais de 2.000 rapazes e moças, que, como armas, recebem lanças e porretes. São comandados por instrutores políticos sem formação militar. As privações, a intensificação dos bombardeios sobre a região superpovoada e a desconfiança dos invasores tornam a situação dos civis ainda pior que a dos militares. A infantaria norte-americana começa a testemunhar, com freqüência, suicídios coletivos.

Em 4 de junho, dois terços dos efetivos japoneses já não existem, e o que resta é constituído por milicianos da guarda metropolitana e civis convocados. Apenas um em cada cinco combatentes tem uma arma; não existe mais artilharia. Os americanos arrasam cidades, estradas e instalações; limpam as defesas com lança-chamas e tiros diretos de canhão. Em 22 de junho, ocupam toda a costa, e a resistência japonesa é esparsa e não tem mais coordenação. Os generais em comando, Ushijima e Cho cometem suicídio. As perdas japonesas elevam-se a 131.000 mortos, dos quais 42.000 civis. Os norte-americanos sofreram mais de 14.000 baixas fatais e por volta de 20.000 feridos. Um clamor levanta-se entre a opinião pública norte-americana: como a guerra está sendo conduzida? É possível confiar nos comandantes supremos?

E, sobretudo: pelo número de vidas humanas que devoraram Iwo e Okinawa, quanto custará a invasão do Japão?::

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5 pensamentos sobre “62 anos, esta noite::Okinawa, o moedor de carne

  1. Bitt,

    O texto está ótimo. É o tipo de informação de que precisamos pra avaliar melhor Hiroshima.

    Agora, o fundo cinza e as letras brancas realmente dificultam a leitura..:(

  2. Não se ofenda, mas não te convidaram para ser redator do “The History Channel” e não estou falando só das várias produções de guerra, mas também do “Classic Albums”!

    Abração, Bittêêêê!

  3. A bomba de Hiroshima e posteriormente a de Nagasaki, podem ser avaliadas de vários ângulos, politico, militar, reliogioso, politicamente correto enfim de vários ângulos. Mas uma análise prática é o que proponho. a perda de 84.000 civis em hiroshima(danos diretos) e algo em torno de 73.000 em Nagasaki salvou efetivamente a vida de talvez 2.000.000 de militares 200.000 americanos e 1.800.000 japoneses explicando: estas são as estimativas feitas pelo comando militar americano pois para cada um soldado americano, morriam nove militares japoneses, partindo do comando americano pode parecer falácia mais qualquer um pode verificar estas proporções estudando o número de mortos nas batalhas de tarawa, filipinas, iwo jima, saipã e outras onde notadamente era preciso a morte de todos os defensores japoneses para que se pudesse proclamar o dominio do território, sabendo que o exercito metropolitano do japão era estimado em 1.800.000 mil combatentes chegamos ao total mínimo para a conquista do japão de 2.000.000 de mortos isto contando apenas os militares sem contar a população civil que seria dizimada pelos bombardeios. de 09 de março de 1945 à 02 de julho as cidades de Nagoia, Tóquio, Iocohama, Cobe, Osaca e outras foram destruidas pelo bombardeio convencional de 40% a 99,5% como foi o caso da cidade de Toiama a perda de vidas de civis e militares já chegavam na casa de 1.000.000 de mortos, e se estes bombardeios continuassem? será que ao invés dos 200.000 civis mortos(Hiroshima e Nagasaki) não teríamos alguns milhões ja que a opinião pública americana talvez e com certeza ia preferir a continuidade dos bombardeios incendiários do que se lançar numa invasão que custaria a vida de milhares de jovens soldados americanos? outra questão é o embargo que segundo alguns seria suficiente para que o Japão se rendesse, raciocinemos sobre a política de propaganda nacional japonesa ” Será preciso matar-nos a todos para nos vencer; ora, somos 100 milhões e é materialmente impossível, mesmo para os americanos, exterminar 100 milhões de sêres humanos. Somos invencíveis!!!! portanto, venceremos!!!!” esta era a política e posição nacional atiçada pelos militares para não reconhecer a derrota, será que poderíamos esquecer dos que morreriam de fome antes que um governo tão orgulhoso se resolvesse a rendição? quantos milhares morreriam de fome, menos do que os 200.000 de hiroshima e Nagasaki? lembremo-nos da bravura suicida que levava a guarnições inteiras preferirem morrer do que se entregar ao inimigo como aconteceu em Tarawa de uma guarnicão de 4.800 japoneses, os americanos capturaram 146 japoneses gravemente feridos os outros 4.654 preferiram morrer em combate do que se entregar ao inimigo se este fanatismo era tão vivo em ilhas distantes, o que podíamos esperar destes soldados defendendo o solo pátrio? Não nos esquecamos que mesmo após a bomba de Hiroshima o governo Japonês não se movimentou para o pedido de rendição, isto so veio ocorrer após a queda da segunda bomba três dias depois em nagasaki somente no dia 10 de agosto um dia apos a explosão da segunda bomba, é que houve a famosa reunião onde o Imperador decidiu se render, opinião esta tomada em desacordo com os principais chefes militares, e tambem baseada em um interrogatorio de um piloto de B-29 abatido que afirmou que a terceira bomba seria lancada sobre tóquio no dia 12 de agosto, observando a regularidade, dia 06 Hiroshima dia 09 Nagasaki os japoneses não “quiserão pagar pra ver” acho estranho e tambem por parte da desinformação que hoje mais de 60 anos depois continuemos a analisar fatos específicos sem termos a visão global de tudo que aconteceu na Segunda Guerra Mundial é claro que foi deplorável a morte de tantos civis nos dois bombardeios atômicos, mas a lógica é cruel para quem teve acesso de várias fontes diferentes a estas informações resumidas aqui. A bomba matou menos, com certeza, do que se houvesse havido uma invasão, embargo, ou prosseguimento nos bombardeios convencionais. Nenhuma enfase é dada sobre os crimes cometidos pelos japoneses na China onde centenas de milhares de civis forão mortos ou escravizados, inclusive o caso das escravas sexuais chinesas obrigadas a abandonar seus lares para servirem aos soldados japoneses quem as chora hoje? isto tem menos apelo do que a bomba A, quem chora também os milhares de civis Koreanos mortos pelos japoneses nas mesmas condições de excravidão e exploração sexual cometidas pelo Exercito Imperial Japonês? todos se lembram de Hiroshima, alguem se lembra de Dresdem? provavelmente não pois era uma cidade alemã, mais pessoas morreram nos bombardeios de Dresdem do que em hiroshima, mais de vinte mil alianças foram recolhidas em baldes, mais de 20.000 crianças foram mortas, e por que não falamos disto, por que todos eram nazistas? partindo deste princípio jamais poderíamos lamentar a morte dos civis japoneses, já que seu governo cometeu tantos crimes e assasinatos em massa. lembramo-nos constantemente dos 6.000.000 de judeus mortos pois tudo foi filmado e registrado, será que alguem sabe dos 13.000.000 de russos, poloneses, letões e outros que Stalin deportou escravisou e assasinou? lembrando que a união Soviética lutou ao lado dos aliados Americanos, Ingleses, Canadenses, Australianos e Brasileiros, já que lutamos ao lado dos aliados, por dedução somos cúmplices nesses extermínios e assasinatos em massa?
    O que sempre me propus ao começar meus estudos sobre a época mais negra da Humanidade foi a AMPLITUDE do estudo e não a análise do certo e do errado pois ambos os lados erraram e ambos os lados acertaram, tudo o que o ocidente conheceu em matéria de avanços tecnologicos e que beneficiaram a tantos foi contribuição dos ciêntistas alemães que por outro lado cometeram bárbaros crimes contra a Humanidade, assim como os aliados(nós) também em maior ou menor escala os cometeram.

    • Oliveira,
      obrigado pelo comentário. Custo a responder por falta de tempo, mas gosto de receber retornos como o seu. Concordo basicamente com sua argumentação. No entando gostaria de saber qual sua fonte para a estimativa de possíveis baixas da operação Diadema.

      • Minhas fontes são diversas, comecei a me interessar por segunda guerra por causa de meu pai que era mecânico de aviões da FAB durante a Segunda Guerra, após isso por volta de 1990 comecei dentro do meu limitado orçamento a adquirir tudo que pudesse, impresso, fotos, Rennes Etc.. até que consegui comprar por volta de 1994 num “sebo” uma enciclopédia da Larrousse completa que tem sido a base fotográfica e linha de raciocínio amplamente aceita, haja visto que todos os comentários sérios escritos são derivados dela. Hoje com as facilidades da internet e dos DVDs documentários ficou bem mais facíl para a galera que gosta do assunto estudar e se informar

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