Um rapaz (das Forças Especiais) às Terças::


E já que estamos falando no assunto…

"Homem de preto, qual é sua missão? Entrar pela favela e deixar corpo no chão. Homem depreto, o que é vc faz? Eu faço coisas que assustam Satanás."

"BOPE vai te pegar... Pega daqui, pega de lá! Homem de preto, o que é vc faz? Eu faço coisas que assustam Satanás."

Esses aí nunca andam sozinhos… O modelito preto, complementado por colete a prova de balas, proteções articulares (joelheiras e cotoveleiras de plástico de alto impacto) e a tal “touca ninja” (proteção facial inteiriça), é considerado traje ideal para combate urbano.  
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11 pensamentos sobre “Um rapaz (das Forças Especiais) às Terças::

  1. Só falta colocar as baionetas. 🙂

    Por sinal, vou fazer uma pergunta, leigo que sou:

    Algumas armas mais leves não seriam importantes nesse caso?

    Não me parece muito apropriado subir vielas e arrombar barracos com esses fuzis.

  2. Bem, barraco eles arrombam com os coturnos, mesmo. Qto ao armamento, a PM do Rio tem recebido armas de infantaria desde dez anos atrás, sob a alegação de que o tráfico tamb tem. A alegação faz certo sentido, em função da cadência de fogo de uma arma automática, e da potência do cartucho de fuzil, mto maior do q a de uma pistola ou submetralhadora. E esses fuzis não usam mais baioneta. O FAL ainda tem, mas não sei se as instruções ainda preveem uso.

  3. As baionetas foram só brincadeira, mesmo.

    Mas minha dúvida era a respeito da maneabilidade de uso em áreas de tiro restrito [vielas e barracos].

    Os esquadrões da Swat, por exemplo, usam também submetralhadoras.

  4. Tá, mas essa unidade é o BOPE da PMERJ? Está escrito GRR no colete deles.

    E os fuzis são m16A2? Pensei que usassem os FAL do exército

  5. GRR significa, se não me engano, “Grupo de Resgate e Recuperação”, um dos grupos-tarefa especializados do BOPE. De fato, trata-se de uma carabina AR15, um fuzil M16A1 com cano encurtado e coronha rebatível. O BOPE recebeu essa arma em 2006, me parece, pq o FAL, usando o cartucho 7.62X51 NATO é mto pesado e mto potente para combate urbano. O q eu não sei é se a carabina AR15 do BOPE dispara em rajadas, pois a versão de fábrica é dotada apenas do modo semi-auto (rajadas de 3 salvas, acho). Outra coisa é q a baixa potência do projetil 5.56X45 exige um regime de raiamento mais aberto, o q torna o tiro mto mns preciso. Segundo já me disseram, isso ñ faz mta diferença pq esse cartucho foi projetado para tiroteio (troca de tiros a curta distância), exatamente o q acontece numa favela ou no meio e uma rua.

  6. Ah entendi. De fato vi comentários de membros da Minustah que corroboram esse problema de excesso de potência do FAL para o uso em curta distância.

  7. O Necessário Trivial + Completo ???

    Mais uma vez vou tocar num mesmo assunto sobre O Plano Estratégico de Rearmamento Militar das FAS. O Plano é necessariamente ambicioso, mas muito longo, até 2030.
    O Brasil é um país geograficamente grande e diversificado, com vários e diferentes teatros operacionais. As nossas fronteiras são altamente cobiçadas, pelos bandidos internacionais. Por enquanto não falei nada de novo, que a opinião pública não saiba.Um Plano Estratégico de Defesa deste porte, precisará com certeza de muitos recursos financeiros, durante diversas gestões governamentais. Tem o governo de preocupar-se em mobilizar fontes de recursos permanentes, por longo tempo, que permitam a realização, sem interrupção do processo contínuo de rearmamento e modernização das nossas FAs. A instituição de um Fundo Financeiro Permanente que possua recursos suficientes para o re–equipamento total das Faz, é extremamente necessário e urgente. O receio que este Plano de Defesa fique no caminho por falta de dinheiro ou ânimo forte é amedrontador à soberania nacional, e à preservação de nossas mais sagradas instituições. Outro aspecto lamentável, que chama a atenção, é a falta de interesse do povo, da sociedade e, até, da própria Nação, extasiados com os programas sociais, atualmente, muito em moda.
    Sou profissional especialista em Gestão Pública, e posso afirmar que a nossa situação de Nação Independente é muito GRAVE. O remanejamento de tropas militares e a criação de outras Unidades Especializadas, para a região amazônica é muito oportuno, estratégico e sábio, responde com armas prontas à ambição imoral de potências estrangeiras. Mas ainda não é o bastante para a tranqüilidade da Nação Brasileira. Muitos brasileiros não tem a menor noção do que, realmente, está acontecendo naquelas “bandas” do território nacional. Acrescente-se o trabalho demoníaco desenvolvido pelas ONGs internacionais à serviço do inimigo e as ONGs nacionais que já venderam a consciência.
    Ambas operam na célula central da soberania nacional, sabotando e instigando o povo contra suas próprias forças armadas, por conta do acontecido no passado. Sou contrário, decididamente, às todas injustiças e as covardia, mas nós, brasileiros, estamos aprendendo a fechar nossas próprias feridas. Para quem sabe ler “um pingo é letra”.
    “ Os senhores deveriam tomar conhecimento do debate entre os arrogantes alunos de uma universidade norte-americana e o nosso Senador Cristóvam Buarque sobre a nossa Região Amazônica, imputesse até São Francisco”. Portanto, a necessidade de armar nosso EB com os mais modernos equipamentos bélicos permanece como uma urgência altamente prioritária, a que o País, rapidamente, tem de responder. Por isso precisamos de reservas financeiras suficientes para atender, concomitantemente ao EB, a FAB, e a MG (FNs), e que sejam realizadas sem adiamentos, cancelamentos, ou mudanças, com substituição criminosa, para outros programas de governo, “engana joão”. Também imaginem, a Venezuela possuindo um transporte de infantaria ultra moderno, de origem russo, além de anfíbio (BMP-3), poderosamente armado com canhão e metralhadora ambos de alta velocidade e precisão !!!! Está na hora do governo e a sociedade brasileiras acordarem para a realidade !!
    Medidas jurídicas, contábeis, orçamentárias, financeiras, patrimoniais, e legais devem se traduzir pela inclusão de uma EMENDA CONSTITUCIONAL referendando o Plano Estratégico Militar, além da citação, em textos da LDO, PPA e LOAs. A disciplina na aplicação e execução de programas de despesas públicas é outra medida acauteladora, exigível dos governos.
    A criação de um tributo específico para o fortalecimento bélico das nossas forças é importante, se necessário for. A redução dos custos BRASIL ( com a diminuição dos tamanhos dos Poderes Executivo/Legislativo e Judiciário ), com a conseqüente economia de custos orçamentários, podem em conjunto, constituírem-se em FONTES de RECURSOS aplicáveis na imediata produção do Plano Estratégico Militar.
    Sabemos que para o EB – a IMBEL e a AVIBRÀS estão vivas, e , a 1ª é a herdeira judicial da Engesa, Bernardini, e Moto Peças, e portanto, o acesso aos modelos, destas empresas falidas, e que são do conhecimento geral é simples e imediato, requerendo um ajustamento e um aperfeiçoamento técnico. Como as cabeças pensantes que criaram estes projetos não faliram, apenas se dispersaram , se novamente requisitados, responderam o chamado e com certeza, farão este trabalho. Mais uma vez, deixo a idéia de formar uma COLIGADA da IMBEL +AVIBRÀS dedicada á produção de Equipamentos Pesados, retomando os antigos projetos do Tamoio, Osório, Sucuri, Charrua, Ogum Jararaca, Cascavel e URUTU, etc..Em minha opinião, em nome deste passado de blindados, ao invés de assinar um contrato com a Fiat/Iveco, melhor seria, ativar uma empresa brasileira para executar todos os projetos antigos. O governo brasileiro não tem a menor noção do grande perigo que está correndo com a compra pela Venezuela, de blindados anfíbios transporte de tropas pesadamente armados, o russo BMP-3, capaz de danificar quaisquer blindados do EB.Abra o olho Sr. Presidente do Brasil !
    A FAB tem a EMBRAER e a HELIOBRÀS bastariam aumentar as encomendas, assinar um acordo de cooperação militar (Aviões e Helicópteros ), e ter reservas suficientes para cumprir os compromissos.
    Os FNs poderiam ser atendidos pelas opções acima citadas. A MG teria que responder se encontra-se em condições técnicas de produzir, inicialmente, Navios – Patrulhas, poderosa e modernamente armados.
    Os submarinos com se sabem, surgirão do Acordo Militar com a França. Submarino atômico, por que , se vc não tem nem submarinos convencionais e, nem, uma grande esquadra de apoio???? O resto é pedir a DEUS para dar tudo certo !!!! Luiz.

  8. Projeto de armas hoje em dia é algo caríssimo e de retorno incerto. E apesar de gostar da indústria de blindados brasileira dos anos 80,os projetos estariam todos muito desatualizados, o melhor é que fossem feitos novos projetos mesmo.

    E a maioria dos países está fazendo parcerias para dividir os riscos e custos, como a que o Brasil entrou para o projeto do míssil A-darter com a África do Sul. O nosso melhor caminho seria seguir algo como a índia, que vem fazendo parcerias interessantes como o Brahmos e parece que vai entrar na do PAF-FA russo.

  9. Saída Honrosa l!!! ( com revisão)
    O tamanho geográfico do Brasil e suas incomensuráveis riquezas naturais nos estimulam a pensar com ousadia militar. Ou nós, nos preparamos, militarmente, com muita cautela e sabedoria, ou então, estaremos com risco de enfrentarmos graves problemas. E este preparo envolve muito dinheiro, algo em torno de 100 bilhões. Alguns equipamentos bélicos, como os da FAB e da MG são muito caros. Citamos o exemplo da Suécia, não tem um exército muito e nem se intromete na vida política dos outros países. Tem uma industria militar sólida, conta com a compreensão dos governos e da bem esclarecida sociedade sueca. O mais importante, o exército sueco só usa equipamentos novíssimos. Por isso, no Brasil, sem determinação do governo, não haverá nenhum Plano Estratégico de Defesa.
    Resumimos os pontos que já citamos, antes, repetidas vezes, e que devem ser relevados para fins de finalização com conclusão de idéias.
    1)- Temos a assinatura do Plano Estratégico de Defesa. Temos de assumi-lo, como uma verdade incontestável, ou uma enganação política, uma mentira cretina eleitoreira, para iludir nossas FAs
    2)- Precisamos, urgentemente, a instituição de um Fundo de Reserva Orçamentário/Financeiro para garantir a aplicação do Plano Militar, de maneira permanente, pois, os materiais ainda que novos se desgastam e ficam defasados diante do processo natural de evolução; e, também, explicitar, legalmente, as Fontes de Recursos, que formarão este Fundo Financeiro Militar para esta total execução. Como por exemplo, não 2,5 % do valor do PIB nacional destinado às FAs, mas 10% do valor do PIB nacional.
    Por exemplo, como já disse em outros comentários, é imperioso, aplicar-se o Sistema de Redução de Custos Públicos ou melhor temos de diminuir os Custos Brasil. Na verdade, não precisamos de um Poder Executivo com este tamanho, dez Ministérios(acompanhando o raciocínio da discriminação das funções do orçamento) e algumas secretárias a eles agregadas, são o suficiente; com a colocação para comanda-los técnicos jovens com saúde, e aliás, tendo o particular cuidado de afastar todos os velhos do governo. Sugerimos o mesmo remédio que o governo usa para os velhos aposentados sem poder.
    Um Poder Legislativo, com um excessivo número de cadeiras parlamentares, é absolutamente, dispensável. A pujança democrática, a força da democracia e do exercício da liberdade não são desta forma, medidas( se constituem, apenas, num luxuoso e caro empreguismo político ) mas sim pelo grau de participação da sociedade brasileira nas riquezas do Brasil, devidamente, garantidas por um conjunto de FAs realmente FORTE.
    Do total do número de cadeiras parlamentares, nos três níveis de governo, devem ser, proporcionalmente, reduzidas para apenas 1/8 do seu efetivo. Diante do que, nós brasileiros, estamos diariamente, presenciando por meio das informações da mídia, pela atuação política das Casas Parlamentares, o efetivo de 1/8 são o suficiente.
    A conseqüente redução destes custos inúteis, geram uma receita ou um ingresso econômico( anulação de despesas fixas de pessoal = despesas orçamentárias não realizadas ), cujo produto deve ser reconduzido para o Fundo de Reserva Orçamentária/Financeira das FAs.
    3)- Temos de estabelecer, com honestidade, a Priorização dos Programas e Projetos de Despesas Orçamentárias da Lei Anual do Orçamento. Olhando-se as Funções e Programas da Lei Orçamentária, temos as seguintes: Legislativa; Judiciária; Administração e Planejamento;Agricultura;Comunicação; Defesa Nacional e Segurança Pública; Desenvolvimento Regional; Educação e Cultura; Energia e Recursos Minerais; Habitação e Urbanismo; Indústria, Comércio e Serviços; Relações Exteriores; Saúde e Saneamento; Trabalho; Assistência e Previdência;Transporte; Diante deste enunciado, não é difícil entender que o simples cumprimento legal da Lei do Orçamento, dispensa, inteiramente, a criação dos PACs pelo governo, que, na verdade, torna-se uma bela justificativa social, para os desvios dos recursos orçamentários. Programas eleitoreiros demagógicos, como Fome Zero, Sem Teto e outros iguais, devem ser imediatamente, parados, pois, em todos os tempos e em todas as civilizações humanas, sempre existiram povo com fome e sem teto. Espero que me entendam !!! Quem estiver interessado na confirmação desta informação, por favor, volte a ler e estudar a história das civilizações antigas. Temos de inicialmente, priorizar, a certeza que o povo vai participar das imensas riquezas do País, com a garantia militar de nosso solo pátrio, assegurando ao povo e à sociedade brasileira, menos favorecida, o direito inalienável ao benefício desta participação social, com distribuição da renda, do trabalho, moradia, saúde, educação e lazer. As lutas dos grandes exércitos do passado, sob o comando de personalidades realmente sábias que governavam seus estados, visavam (na maioria das vezes, pois, o povo da época dava a eles sustentação governamental) a garantia das riquezas da terra para que toda a sociedade dela participasse. Mas, agora, não são necessários os chamados programas dos PACs, sem cunho técnico, apenas, na condição de bandeira demagógica de um governo e com a intenção de adiantar e mostrar resultados concluídos com muita rapidez, sem observação legal da Lei nº 8.666/93!!! Nos procedimentos, previstos em legislação própria, de elaboração da Lei Orçamentária( da LOA), devem ser incluídas as reservas orçamentárias que permitam a realização por várias gestões governamentais do Plano Estratégico de Defesa Militar, para isto, como determina a boa técnica orçamentária, assegurando-se o planejamento estratégico com a utilização de instrumentos técnicos, como os denominados, PPA( Lei do Plano Plurianual ), e, LDO( Lei das Diretrizes Orçamentárias). Um governo sensível a correta e legal realização financeira das dotações orçamentárias aprovadas, faz com que, num processo de verificação que lhe é devido por atribuições constitucionais, ocorra a intervenção regular e periódica do Sistema de Controle Interno, nos processos de revisão e coleta dos atos e fatos considerados fora da lei.
    4) Para melhor assegurarmos a execução permanente deste Plano Militar, inclusive, com a garantia legal da inclusão dos Planos de Rearmamento Bélico das nossas FAs, no percentual já citado de 10% do PIB nacional ( embora se tenha recusado politicamente o percentual de 2,5%) considerando-se o tamanho territorial do Brasil, sugerimos a edição de uma” Emenda Constitucional”que determine a necessidade permanente da assistência financeira às FAs no percentual estabelecido do PIB brasileiro. Como complementos a estas medidas, sejam assegurados o financiamento e ao investimento nas FAs, não só pelo Plano Estratégico de Defesa,mas, como incentivo à instalação das Indústrias para Produção de Equipamentos Bélicos Pesados, com o estabelecimento de linhas de crédito originadas do BNDES, da Caixa Econômica Federal, do Tesouro Nacional, da Petrobrás e do Pré-Sal, desde que já está em produção este campo de exploração; e, também, que seja convocada a sociedade brasileira para dar uma decisiva colaboração no pagamento dos tributos específicos de segurança, a partir do momento, que sejam criados pela União, como mais uma Fonte de Recursos da formação do Fundo de Reserva Financeiro das FAs, para financiamento do Plano Estratégico de Defesa do Brasil.
    5)- É necessário, a Criação de uma Empresa com o fim de produzir Material e Equipamento Bélico Pesado p/ as FAs do Brasil. Não adianta, falar, a ENGESA nunca mais !!! Temos de encontrar outra solução. As inteligências, a técnica, o preparo e o conhecimento não faliram, não se perderam !!!!
    6)- A evolução de quaisquer conhecimentos para o gênero humano, exige uma contínua pesquisa, e aprimoramento de seus projetos, infelizmente, os governos brasileiros, pelo o menos da área militar não respeitam nem consideram de relevância as experiências acumuladas com o desenvolvimento de projetos e modelos bélicos. Assim, se paramos no tempo na área de defesa militar, existe a necessidade de assinaturas de Acordo de Cooperação e Ajuda Militar com países que se dispõem a transferir de imediato tecnologia militar para incorporar às empresas ainda existentes como a IMBEL, a AVIBRÁS, e países, esses, que comprovam e justificam, suas próprias experiências ultrapassando situações que as colocaram num patamar de destaque militar, como a atual Rússia, que enfrentou e ganhou a guerra contra a Alemanha no 2º Grande Conflito Mundial;
    7)- Vamos formar uma lista de produtos e materiais bélicos prioritários, conforme indicação feitas pelos especialistas das nossas FAs, ou, quando da futura recriação do Estado Maior das Forças Armadas, de forma que, mereçam realce nos esforços de imediata produção pelas nossas Indústrias de Materiais Bélicos do Brasil.
    8)- Como exemplo, alguns modelos de produtos bélicos, que formaram experiência, depois de devidamente revitalizados com o concurso técnico destes Acordos de Cooperação Militar, assinados com a França, a Rússia, a Alemanha ou a Itália, na opinião deste civil: como abandonar nossos modelos e projetos do passado, que demandaram altos custos totais de produção: Urutu, Cascavel, Jararaca, Sucuri, Ogum, Charrua, Tamoio, Osório, que a partir deles podem ser modernizados e aprimorados tecnicamente. Como falei as inteligências que os produziram, ainda não faliram, portanto, vamos continuar com sua evolução técnica.
    9)- Num tempo não muito longe, produzimos aqui, aviões de caça, com ajuda da Itália. Da mesma forma, produzimos submarinos com supervisão da Alemanha. Portanto, as experiências não se perdem e, sempre, devem ser aproveitadas, seja em que ramo de atividade técnica profissional do ser humano, para prosseguirmos na nosso caminho de crescimento das nossas industrias bélicas. Aliás, à propósito, todas as experiências vividas por nós outros, devem sempre, em qualquer campo de atividade humana, serem consideradas. Não entendo, como uma área tão sensível, como a militar, não se leva em conta, as experiências passadas que envolveram milhares de horas/custo de trabalho, estudos, pesquisas, testes de verificação, etc, para gerarem os produtos bélicos solicitados, nesta época, que demonstraram grande qualidade.
    O tamanho geográfico do Brasil e suas incomensuráveis riquezas naturais nos estimulam a pensar com ousadia militar. Ou nós, nos preparamos, militarmente, com muita cautela e sabedoria, ou então, estaremos diante do risco de enfrentarmos desvantagens em relação à equipamentos de qualidade nas proporções dos índices de 1 para 200, e com certeza, graves problemas irão resultar deste confronto. Acho até que, os governos não estão levando à serio estas questões militares, em função das sombras projetadas sobre o Brasil pela grande “aliado” do norte. Talvez, pensem assim: “ quando nós precisarmos, realmente, diante de um confronto, nossos mui amigos do norte” vão nos ajudar e socorrer com armas novas. Enquanto isto, vamos gastar o dinheiro brasileiro nas farras políticas!!!
    Mas, considerando que ainda sobrem algum bom senso e consciência lúcida em alguns brasileiros de coração verde amarelo, resumiremos os pontos antes já citados, e que devem ser relevados para fins de finalização como conclusão de idéias.
    Resumo dos Equipamentos Bélicos, mais imediatos:
    a)- aviões de caça.(cooperação Itália).
    b)- navios-patrulhas marítimos e fluviais.(cooperação da França ou da Alemanha)
    c)- submarinos convencionais.( cooperação da Alemanha)
    d)- porta-helicópteros( cooperação da França)
    e)- helicópteros, várias versões(cooperação da França ou Rússia)
    f)- barcos de desembarques:( cooperação da França)
    g)- Tanques: Osório, Tamoio; Sucuri; Cascavel ; Charrua(tem 11 versões); Guará; ( nova empresa brasileira criada); todos artilhados com canhões e metralhadoras especiais, e com sistema de mísseis(cooperação da Rússia ou da França)
    h) Sistema Astros(Avibrás).
    i)- Artilharia de Campanha /Auto Rebocados(cooperação da Rússia )
    j)- outras viaturas( nova empresa brasileira criada)
    A IMBEL deve receber a ajuda técnica militar(cooperação da Rússia) para produzir canhões. obuseiros e metralhadoras, de alta velocidade, em várias versões para instalação de diferentes formas(blindados, barcos, navios, aviões, helicópteros).
    Mas paciência tem limites !!!!!
    Saudações aos patriotas brasileiros, que ainda restam ! Luiz

  10. Que Realidade !!
    ( da Coluna O Patriota Velho O Plano Brasil)
    O Brasil precisará com certa urgência, não somente de seis (06.) fragatas ou navios patrulhas e quatro (04) submarinos, mas, muito mais. Ora, vejamos, consideremos o tamanho do nosso mar territorial e de nossa riquezas recém descobertas. Com este raciocínio civil mas consciente, temos que apontar para a nossa MG a necessidade de 100 fragatas ou navios-patrulhas modernas, entre marítimas e fluviais, e no mínimo de 50 submarinos convencionais. O que parece um sonho absurdo, é apenas um desejo de acumulação de consciência nacionalista legítima em favor da soberania de nosso solo pátrio, sem exageros ou fanatismos estúpidos. Para nossa desgraça, não vemos nenhum movimento viril no sentido da aplicação do Plano Estratégico de Defesa Militar para o fortalecimento militar das nossas FAs. E pelo que entendemos, não haverá tão cedo como é o desejável. A geração plebéia pouco esclarecida, vive afogada nos discursos tribunícios dirigidos pelos arengueiros demagógicos de plantão permanente nesta Nação. Isto não está ficando bom. “Catalina, Catalina, até quando abusarás da nossa paciência.” Não são apenas a ausência das medidas práticas efetivas que deveriam ser levadas à efeito para termos o revigoramento militar das nossas FAs através do Plano Militar, mas, um governo plena de decisões equivocadas que permitem, impunemente, a saída incontroláveis de dinheiro.As requeridas ações de fortalecimento militar das FAs, são apenas, diluídas por meio de palavras festivas e vazias, anunciadas nos comícios presidenciais, como a criação da Engesaer (?), como a composição bélica orgânica do Exército Móvel, como a instalação dos Estaleiros Navais, para construção de navios patrulhas e submarinos, como a fábrica (Helibrás) para a produção dos helicópteros militares, como a solução definitiva para a compra dos caças para a FAB, como o Urutu III, da IVECO/FIAT, que seria apresentado ao povo no 7 de setembro de 2009,e, segundo, se dizia, será o protótipo do carro blindado sob rodas do EB e dos FNs, nas suas diversas versões que substituirão os já cansados Cascável e Urutu da Engesa, sem citarmos, também os tão criticados M-113 do EB, transportes anfíbios de tropas de infantaria. A inconseqüência política destes governantes não tem limites lógicos !!! Fazem qualquer coisa, usam qualquer expediente para chamar atenção sobre si mesmo. Não há dúvidas o governo está em plena campanha eleitoral para 2010. Muito lamentável, entretanto, são as recentes decisões de diplomacia internacional envolvendo Honduras e Brasil. O Brasil mal “segura suas próprias calças no lugar” foi se intrometer com assuntos, puramente, domésticos da casa dos outros, e o fez de maneira pouco inteligente. Vamos falar sério, “ – que força militar o Brasil representa na América Do Sul, hoje “ ??? Que o Sr. Presidente Lula não possui facilidades culturais, todos nós sabemos, mas o Sr. Ministro Amorim que teria obrigação técnica, por formação profissional, de possuir certo nível de cautela no trato destes assuntos “ enfiou o pé na jaca” provocando um desgaste precipitado, totalmente, desnecessário na imagem internacional do Brasil num momento impróprio. No Brasil não falta só dinheiro, mas também, muita e muita competência política !!! Que realidade dura para os brasileiros que possuem um mínimo de vergonha na cara, pois, isto, é fruto da má escolha política exercida por esta sociedade interesseira e egoísta do Brasil. O governo brasileiro caiu na cilada do Sr. Chaves, que articula para envolver o Brasil em situações ridículas, vejam o Equador, a Bolívia, o Paraguai, e agora, a Honduras. “Abra o olho, Brasil!!!”. Fico me indagando onde estão os responsáveis pela estratégia e logística das FAs do Brasil que não se pronunciam ???? Têm clara obrigação de assessorar o governo nestes tipos de relação internacional, onde exala o “cheiro” de franca hostilidade política, cuja evolução para o posicionamento militar dependerá de um conjunto de fatores, inclusive, o “nível” de agressividade militar, capacidade militar de pronta reação, e, a própria estrutura orgânica das forças militares do Brasil. “- Quem impunemente, vai desafiar uma potência militar, conhecendo-se, antecipadamente, os resultados que poderão advir
    O dinheiro que deveria ser destinado à operacionalização do Plano Estratégico Militar das FAs do Brasil parece que não cedo não vai aparecer mesmo!!. A corrupção é um mal universal, mas no Brasil toma rumos de grande tragédia nacional. O mal que os Srs. Militares estão fazendo por sua retirada do governo assume uma dimensão desproporcional, e, é muito pior para a opinião pública inteligente, é o Silêncio assumido por eles que o encastelam, como se a Classe Militar fosse apartada da sociedade, vivendo uma outra realidade brasileira. No Brasil qualquer iniciativa governamental é motivo e pretexto para roubos e desvios de recursos financeiros. Recentemente o TCU vem de bloquear as obras do PAC, que originalmente, são programas de despesas demagógicas de fundo eleitoreiro para angariar a coleta de votos para o governo, mas, que foram paralisadas por irregularidades. O dinheiro no Brasil, só não existe e não é destinado ao fortalecimento das FAs, face ao desvio de conduta do próprio governo. Na verdade o governo brasileiro não está, em hipótese alguma, identificado com os assuntos do fortalecimento militar das FAs, apenas, “joga” com a atenção da opinião pública. Exemplo prático, são as notícias divulgadas pela mídia, como: “- Congresso aprova redução de meta de superávit”; motivados pelas despesas do PAC e dos Programas Habitacionais do governo, a alteração da LDO permitirá acomodar os gastos crescentes deste exercício, período estratégico que produzirão os efeitos eleitorais para 2010, como premeditado. São as manobras vertiginosas e inescrupulosas do continuísmo político no Brasil. Esta é a razão principal pela qual não são fornecidas as Fontes de Recursos que suportarão à longo prazo as ações do bem aventurado Plano Estratégico Militar para o fortalecimento bélico das FAs do Brasil. E não poderão ser poucos recursos, como requer os ensaios politiqueiros deste governo, muito pelo contrário, exigirão vários bilhões de reais. A definição da origem destes recursos, conforme minha opinião de especialista da gestão pública, já foram longamente dissertadas nos comentários anteriores. Infelizmente, não existe ninguém consciente deste governo que “se permite perder um tempo para considera-la em análise”. Não é necessário dizer que não o sou o dono da verdade, mas considero o exercício governamental do silêncio, funesto e criminoso para a Nação. Estão muito ocupados, metidos em falcatruas financeiras que lhes rendem dividendos melhores para seus bolsos. Como não lemos a manifestação dos especialistas militares em organização, estratégia, e, logística alertando à Sociedade, que “dorme em berço esplendido” e, sacudindo este Governo “ babão”. Mesmo sem as palavras exatas dos especialistas militares, a lógica e a consciência nos permitem aventurar, dizendo que, o tamanho territorial do Brasil exige do governo maciços investimentos bélicos na quantidade e na ordem, um exercício literal, como sugerimos no quadro hipotético abaixo:
    1)- blindados sobre lagartas em números de 5.000 unidades, ou sejam, Tamoios de 105mm e Osório de 120mm.
    2)- blindados sob oito (08) rodas Sucuri de 105mm e 120mm em números de 6.000 unidades , para apoio estratégico das colunas blindadas, e, perseguição e destruição das defesas inimigas.
    3)- transporte de tropas de infantaria sobre lagartas, anfíbios, para 18 fuzileiros, equipados com canhões anti-aéreos de alta velocidade e lançadores de mísseis anti-aéreos, em números de 800 unidades.
    4)- baterias de mísseis anti-aéreos sobre lagartas ou 10 (dez) rodas, em números de 3.000 unidades.
    5)- baterias de mísseis Astros da Avibrás, em números de 1.000 unidades.
    6)- baterias de 105mm e 155mm auto-rebocados em viaturas sobre lagartas, em 2.000 unidades.
    7)- lanchas de desembarque da infantaria, com suporte e apoio de fogo terrestre e anti-aéreo, em 3.000 unidades.
    8)- helicópteros de vários tipos, mas são importantes os de ataque e proteção, tipo Apache. Para cobertura segura do deslocamento de nossas colunas blindadas, e, de desembarques anfíbios de nossas forças terrestres e navais, estimados em, 3.500 unidades.
    9)- helicópteros de transportes para nossas forças especiais, devidamente armados com os melhores e mais modernos equipamentos bélicos de combate e apoio.
    10)- para a FAB, como disse o Sr. Secretário da Força, seriam necessários 150 aviões de caça e não 36. Este civil que vos fala, cita o número de 200 aviões, pois, é necessário ter a reserva estratégica de 50 aviões.
    11)- ainda, para a FAB, helicópteros de transporte e ataque para uso do PARASAR e de suas Tropas Especiais.
    12)- para os FNs, considerando o efetivo atual, 600 unidades de transportes de infantaria e tanques blindados de calibre moderno, ambos anfíbios e artilhados com canhões magnéticos ( de alta velocidade ) e sistemas de mísseis anti-aéreo, 500 unidades.
    13)- a criação da Engesaer, quando criada, seria uma excelente oportunidade para nossos engenheiros militares, técnicos especializados e especialistas das nossas FAs, a partir das experiências dos projetos anteriores, inovarem com grandes modelos militares brasileiros, terrestres, anfíbios, etc.
    14)- lanchas rápidas de desembarque e assalto para os FNs, com convincente armamento de proteção e apoio anti-aéreo, em número de 700 unidades. Não vamos nos esquecer das necessidades de defesa, segurança e soberania nacionais da região amazônica, do pré-sal e da própria nação.
    15)- helicópteros de transporte e de ataque para os FNs, com 400 unidades. A Helibrás com certeza se preparará para atender estas demandas operacionais diferenciadas.
    16)- não cabe perdemos de vista, os respectivos estímulos próprios que o governo deve transferir à AVIBRÁS ( foguetes ) e a IMBEL( armamentos leves e pesados ).
    17)- como citado no início deste comentário. A MG do Brasil terá a necessidade permanente, no mínimo, de 100 fragatas ou navios-patrulhas marítimos e fluviais e de 50 submarinos convencionais, para patrulhamento constante de nossos mares e costas. O estaleiros navais prometidos pelo governo, através da aliança militar com a França, devem ter, logo, suas instalações iniciadas. A segurança decorrente da proteção marítima da Nação tem de ser imediata.
    18)- para levar mais próxima dos conflitos a proteção aérea requerida pelas operações dos FNs, temos de possuir alguns porta-helicópteros, com centenas de aeronaves de transporte e ataque, na ordem de 200 unidades.
    19)- a reorganização das unidades militares das nossas Faz, levará com certeza o fortalecimento do 4º exército, e a criação do 5º e 6º exércitos.
    20)- para deslocamento de curta distância as tropas, os nossos exércitos deverão utilizar-se de alguns milhares de blindados sob quatro (04) rodas, do tipo Guará, devidamente, artilhados com canhões(definir calibre), metralhadoras e sistemas de mísseis,
    20)- em termos de Tropas Especiais do Brasil:
    a)-Da Brigada de Paraquedista, devem ser originadas quatro divisões, com localização em Goiana, Amazonas, Recife e Rio de Janeiro;
    b)- Da Brigada de FNs, devem ser originadas quatro divisões, com localização em Mato Grosso do Sul, no Amazonas, no Sul do País e no Nordeste;
    c)- das Brigadas de Operações Especiais do EB devem originar cinco divisões com localização de quatro na Região Amazônica e uma, em Brasília;
    d)- das Brigadas das Selva devem ser originadas oito divisões, todas localizadas na Região Amazônica;
    e)- entendemos que como a soberania nacional, não deve ser preocupação só do Governo Federal, portanto, cada Estado da Federação devem contribuir com um contingente de 800 homens (batalhão completo) para integrar as Divisões Especiais de Polícia da Selva, sob o comando unificado do EB. Os custos orçamentários, com a operação destas tropas, devem ser cobertos pelos seus respectivos estados de origem;
    Esta análise( me desculpem os especialistas das FAs) não é nenhum devaneio louco ou outro plano paralelo ao existente Plano Cruzeiro do Sul, mas uma chamada de alerta, grave e urgente, para termos uma idéia exata da mobilização dos recursos financeiros que seriam necessários na quantidade suficiente para desenharmos a organização bélica exigida pelas modernas FAs do Brasil. Este resumo hipotético demonstra a verdadeira face da segurança militar necessária da nossa soberania e dos Custos Gerais de Execução, Manutenção e Operação do Plano Estratégico Militar Nacional, uma vez que, a Sociedade brasileira não tenha dúvidas, serão necessários grandes valores de recursos financeiros, Ontem, Hoje e Amanhã, para investirmos solidamente nas FAs brasileiras. Malezas sociais sempre existiram em todos os tempos e em todas as grandes civilizações. Dar atenção governamental a elas é muito bom, mas o que não é correto, é transforma-las em bandeira de campanhas eleitorais. Não adianta pensar timidamente ou com falsos conceitos sociais repetitivos já desgastados no tempo, se de fato desejarmos ser olhados com o devido respeito, como potência econômica, como potência militar da América do Sul, e afastar da nossa terra os abutres internacionais que sempre cheiram carniças, temos de planejar um orçamento anual (LOA), um PPA e uma LDO que contemple permanentes recursos financeiros para a realização de profundos empregos do Plano Estratégico Militar das FAs do Brasil. Só para concluir se já tivéssemos da posse da empresa militar Engesaer(sumiu como fumaça), muito concorreria para redução dos custos militares dos diversos programas de produção e manutenção dos equipamentos bélicos militares necessitados para a moderna atualização das nossas FAs, embora, tenhamos algumas opções de aquisições no mercado interno que deveriam ser consideradas. Nós, como Nação, Povo e Sociedade vamos fazer um sacrifício financeiro coletivo em favor do fortalecimento bélico das FAs, ou, então, vamos nos preparar para receber aqui no Brasil, o lixo bélico que esteja incomodando na grande potência que conhecemos. OK.
    -Opatriotavelho, Luiz Pinelli

  11. A ENGESAER !!
    ( da Coluna O Patriota Velho O Plano Brasil )
    O Brasil é farto de engenheiros militares e técnicos especializados de alta capacidade, que podem e trabalham em quaisquer projetos e modelos militares para as nossas FAs com sucesso garantido, não temos a menor dúvida. Mas, também, para desgraça da nação brasileira, fomos abundantes em corrupção nas gestões públicas. A corrupção é um fenômeno universal, mas sua ocorrência em economias em desenvolvimento, de nação e sociedade com o perfil brasileiro, tornar-se-á sinistro. Sabemos nós todos das intenções do governo pela modernização das nossas FAs e na criação de suporte industrial estratégico para assegurar seu contínuo abastecimento bélico em quaisquer tempos e condições políticas, como, a desejada criação da Engesaer. Qualquer seja a ajuda da potência militar estrangeira, oriunda de Acordo Militar (França. Itália, Alemanha ou Rússia) temos de ter a preocupação da garantia da produção brasileira, com a incorporação da assistência tecnológica transferida ao país, pela potência militar selecionada, de todos os equipamentos bélicos adquiridos e necessários ao fortalecimento com o suprimento estratégico contínuo as nossas FAs. Isto será feito através do estabelecimento local da produção bélica brasileira com raízes profundas e sólidas, evitando-se nunca ocorrer o acontecido com a Engesa, a Bernadini e a Motopeças. Os políticos do nosso Congresso Nacional, juntamente com as nossas FAs, a Sociedade e a Nação devem estar atentos e vigilantes no resguardo dos legítimos interesses nacionais, policiando para que a Engesaer( ou a empresa que ficar no lugar com as funções ), e demais empresas industriais fabricantes de peças bélicas, não venham a sofrer quaisquer tipos de retaliações por parte de nossos queridos aliados. Acusar estas empresas falidas de má administração é muito fácil, mas, quantos modelos e projetos militares de incontestável qualidade técnica foram desenvolvidas por elas cujos sucessivos governos brasileiros, seguindo à risca a orientação dos nossos estimados amigos e aliados, não foram aproveitados e, nem tiveram autorizadas suas compras pelas FAs, levando –as à falência pela estagnação do capital de giro empatado nestas produções bélicas. De fato apostaram todas as “ suas fichas financeiras” na produção destes modelos militares, revelando ousada confiança técnica na qualidade de seus produtos, e o que, realmente, era verdade. Só não contavam com as manobras de traição dos governos da época, após “abertura” política do regime ditatorial então vigente no Brasil. Sem a renovação do fluxo de caixa, cujo disponível corajosamente aplicado na conclusão do projeto, deixou estas empresas que ousaram apresenta-lo ao mercado de ofertas bélicas, inteiramente, sem fôlego financeiro para cumprir e saldar seus próprios compromissos legais de rotina.Entendamos que estas empresas de material bélico, em momento algum, receberam quaisquer financiamentos( de peso) por parte do governo brasileiro da época, omisso, traidor e covarde, para enfrentarem a desleal e criminosa concorrência das potências militares estrangeiras interessadas no aniquilamento total da iniciativa privada representadas nestas empresas, que afinal em última análise, significariam com a falência, o bloqueio destrutivo da independência bélica militar para o Brasil, que foi, orgulhosamente, iniciada pelo governo do Sr. General Ernesto Geisel. Na verdade, a vida saudável desta empresas de materiais militares, além de significarem a permanente e contínua produção bélica que asseguravam o suprimento sempre renovado para as FAs do Brasil, permitiriam, se necessário fosse, a remodelação e repontencialização de outros projetos já em uso, cuja modernização útil corresponderiam à custos menores, se comparados aos da fabricação de novos modelos militares. A definição desta estratégia é que devemos chamar de Plano Bélico e Estratégico de Defesa Militar das FAs do Brasil. Não é difícil entender que Engesa, Bernardini e Motopeças assumiam, então, para as FAs do Brasil uma posição logística de sensível estratégica militar. Para recordar, antes do Brasil ser “convidado” por manobras sórdidas do seu eterno aliado, para entrar na 2ª guerra mundial, o EB seguia orientação orgânica e estratégica oriunda da assistência logística da França, mas, ao explodir o conflito mundial o Brasil ficou, inteiramente, sem provisões bélicas externas( só dos EEUU) e sem poder recorrer ao nosso mercado interno, pois, não existiam nada que ajudassem as FAs, neste triste momento, para se fortalecer.Agora, nos dias atuais, com supervisão do Centro Tecnológico do Exército, a Agrale S/A, produziu o Vespa, o novo blindado para as PM dos estados da federação brasileira, e com igual objetivo também já foi definido o Guará, na versão para a PM, pela AVIBRÁS, também com a assessoria do CTE do EB, revelando esta duplicidade bélica uma farta criatividade técnica de nossos engenheiros.Numa dada ocasião, soubemos que o EB tinha interesse na aquisição de uma grande quantidade de blindados sob quatro (04) rodas, e tudo se encaminhava ao modelo Guará, como seria lógico de se esperar. Até agora, não temos comprovação da compra e incorporação dos Guarás em alguma Unidade Militar do EB. À propósito, se existir algum “bloquista” que testemunhe esta efetiva transação, favor informar a este “ Patriota Velho, embora, deixemos claro que, o EB vem realizando algumas aquisições dentro do maior sigilo militar( e está totalmente correto ).
    Quanto a existência imediata da Engesaer, nos parece ,no cenário internacional, de extrema importância estratégica militar, até mais que a simples aquisição de modernos equipamentos no mercado externo, pois, há muito devemos isto as nossas FAs, não apenas a atualização / modernização dos seus armamentos, mas sobretudo, a garantia estratégica de permanentes centros de suprimentos e abastecimento bélicos às Forças, para viabilizar uma contínua substituição por equipamentos novos, sem data fixada para o Plano Estratégico Militar extinguir-se, e, sim, incorporando-se, definitivamente, como mais uma rotina, à vida da Sociedade Brasileira. A Engesaer, uma vez criada, de preferência com 49% de capital social do governo, permitirá, como concluímos, futuras e profundas manutenções e repontencializações dos materiais em uso, visto ser o Arsenal de Guerra de São Paulo, uma unidade importante, mas ainda, não o ideal industrial para reformas bélicas dos equipamentos das FAs, além de tornar a Nação auto-suficiente e livre das ingerências externas. Aproveitar as experiências anteriores de produção bélica, e dar prosseguimento na linha de pesquisa e fabricação, são as atitudes técnicas mais sábias que devemos proceder. Qualquer processo produtivo contínuo, civil ou militar, de fato, inteligente, considera tudo o que foi obtido como resultado e até onde chegamos, quais foram nossos limites, dentro de cada período de vida industrial. Assim sendo, a existência da Engesaer, embora até agora, sem definição das suas diretrizes industriais básicas ou sem quaisquer indicações das suas atribuições, a certeza de sua existência material consolida seu importante papel estratégico na história das FAs do Brasil.Quando falamos (mais uma vez) em experiências da indústria militar do Brasil, falamos de Urutu, Osório, Tamoio, Charrua(substituto do M-113), Ogum, Cascavel, Sucuri, Jararaca, etc.. cujos alguns como o Urutu e Cascavel, já demonstram excelente qualidade operacional pelos relevantes serviços prestados as nossas FAs ( EB e CFN ), inclusive, nos conflitos urbanos de Haiti, onde o Brasil participa como polícia da ONU, e de onde o EB colheu experiências com o uso do velho Urutu. Temos de considerar que tais projetos militares são o somatório dos custos/horas gerais de pesquisas, experiências, observações, ajustamentos, operações e, produção. Em qualquer procedimento de produção, pela lógica, as pesquisas devem ser permanentes em busca do melhor projeto e modelo final. Foi um erro táctico grave, assinar um contrato para produção do Urutu III com a IVECO/FIAT, pelo contrário, antes providencias iniciais da criação da Engesaer deveriam ter sido tomadas com a devida urgência, não só para ela transferidas as intenções de fabricação do Urutu III, mas de todas as outras que constituem necessidades irrevogáveis das FAs brasileiras. Acrescentemos que a Engesaer, uma vez fundada, estimularia o surgimento de uma dezena de outras empresas industriais de objetivo militar, transformado nosso produto em 100% nacional.De maneira geral, as medidas técnicas militares decididas pelo governo tem motivação estratégica e razões logísticas muito corretas, sem dúvidas, mas o que representa a derrota brasileira, é o atraso funesto decorrente da aparente falta crônica de recursos financeiros, ao constatarmos a decepcionante ausência tácita da Destinação Legal ( por Emenda Constitucional ) das Reservas Orçamentárias e das Fontes de Recursos( específicas com formatação da LOA, PPA e LDO) direcionadas ao fortalecimento geral das FAs do Brasil.As FAs, o Congresso Nacional, a Nação, o Povo e o País não sabem exigir, com redobrado vigor e vibrante virilidade do atual governo, ( e dos outros passados também não) medidas efetivas no sentido do imediato fortalecimento militar das nossas FAs, cujo silêncio de seus titulares, já está incomodando. E conscientemente é difícil compreende-lo, pois, as FAs brasileiras se recusam a manifestarem-se sobre este assunto que é eminentemente de sua competência profissional. Fico pensando, imaginem vocês, se a Sociedade Brasileira, ao invés de viver no doce Brasil, tivesse como pátria a Alemanha ou a Itália, e tivesse divido, no passado, a vida com o Nazi-Fascismo. Acho, que assistiríamos a um “festivo” suicídio coletivo em nível nacional, ou obteríamos a prova definitiva que a sociedade brasileira é hipócrita e interesseira. Confunde, propositadamente, a legítima liberdade, com desordem, indisciplina, desobediência civil, rebeldia estúpida, desonestidade profissional e ética, enfim, grande parte desta sociedade infeliz, costuma repetir pelos quatros cantos onde anda: “ —-não gosto de militar e tudo que se refere, direta e indiretamente aos militares, e pronto !!!!”Por primarismo, a sociedade brasileira, se assemelha a civilização da Antiga Roma, só deseja “ Pão e Circo”, além do já consagrados “ Samba, Carnaval, Futebol (jogos) e Cerveja”. —–Então, o que é mais importante, a segurança plena do Brasil, ou, a efusiva celebração de jogos olímpicos na cidade???A existência de uma empresa de produção militar, como a Engesaer, é a garantia que as FAs do Brasil poderão usufruir de longa modernização bélica, só faltando a disponibilizar recursos orçamentários com este fim específico.
    Luiz –OPatriotaVelho.

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