Duas frases para pensar::Afinal, é Sexta-Feira::


E já que o Paquistão está mostrando a que veio…::

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Não há nada errado com as diferenças intelectuais que emergem da liberdade de pensamento, desde que tais diferenças fiquem confinadas aos debates intelectuais.

(Pervez Musharraf, presidente do Paquistão entre 1999 e 2007, amigo número 1 dos EUA na administração Bush, 2006.)

O Paquistão já foi chamado o mais aliado dos aliados dos Estados Unidos. Agora, seremos conhecidos por sermos os mais não-aliados. Talvez, no futuro, as coisas mudem novamente, mas não depende de nós.

(Zulfikar Ali Bhutto, presidente do Paquistão entre 1971 e 1973 e primeiro-ministro entre 1973 e 1977, fundador do Partido do Povo do Paquistão, em entrevista ao jornal New York Times.)::

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8 pensamentos sobre “Duas frases para pensar::Afinal, é Sexta-Feira::

  1. Sobre o Musharraf, demonstra bem como o pensamento de ditadores pode ser engraçado. Creio que podemo ler na frase dele algo como “é permitida a liberdade de pensamento desde que não passe da mesa do boteco”

  2. Pois é, Renato. Os EUA sempre escolheram qual a ditadura lhes parecia mais confiável, de acordo com os interesses do momento, némêss?

    Agora, a evolução do quadro no chamado Af-Paqui é que tomou um rumo que preocupa, em função da arrogância e da miopia da administração Bush. Em vez de servir como um anteparo para as tropas americanas no Afeganistão, o Paquistão acabou por dar ainda mais estímulo aos talebã, redivivos e cada vez mais vivos, como se lê poraí. E braços da Al Qaeda, num país onde há um sério vácuo de poder.

    O gozado é que há pessoas com memória extremamente seletiva, que não coloca Paquistão na lista das ditaduras, nem Arábia Saudita, mas que esperneia por conta do tratamento dado às mulheres no Afeganistão. Aliás, eu também esperneio. Só acho que está mais do que provado que soluções de força, não são soluções. Acabam se tornando problema.

    Entonces, um belo abacaxi para Obama descascar! 😦

  3. Prof,
    parece q essa história está sendo espalhada pela indústria francesa, em função de algumas concorrências pesadas q estão sendo disputadas por aí (Índia, China, Brasil, Nigéria, pelo q lembro). As aeronaves fornecidas à Argélia eram mm modernizadas para o padrão exportação. O problema é q o Rafale está atrasado no desenvolvimento operacional – tanto é q em todos os exercícios internacionais conjuntos eles tem mandado a última versão do Mirage. Isso dificulta as vendas. Quanto ao Flanker, não encontrei

  4. Alba,
    me parece q a importância maior do Paquistão, atualmente, é ter fronteira com o Afganistão – moeda q mudou de valor com o fim da Guerra Fria, valorizou com a “guerra contra o terror” e agora, se os EUA conseguirem se entender com o Irã, desvalorizará outra vez. O rpob é q a política dos EUA é de tal forma asnática, q eles parecem ignorar q o jogo político do país é totalmente dependente das lideranças locais, sobre as quais o gov central, mtas vzs, não tem poder algum. Vamos ver se muda…

  5. Bitt, não encontrei outras referências (a bem da verdade, não pesquisei a fundo essa (h)istória)) mas, de boa, alguma coisa acontece na Venezuela, nunca mais encontrei vídeos dos caças Shukoy comprados pelo Chaves.

    Estranho não?

    🙂

  6. Puxa, bitt, nem vi que havia me respondido.

    Pois é, além do poder fracionado em países como Afeganistão e Paquistão, aparece o Irã como potência regional. Mas aí, entra Israel, sob um governo ultra-direitista, já ameaçando com mísseis, naquela eterna paranóia.

    Bela sinuca. 😦

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