Um rapaz (das Forças Especiais) às Terças::Todo mundo ama um atirador de escol::


Pelo menos é o que parece, em função do interesse que os (poucos ) cometadores aqui do causa:: demonstram ter pelo assunto…

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Dois militares da Força Aérea dos EUA demonstram a “posição de amigo para atiradores de escol”. Os dois são membros do 506º Esquadrão de Segurança das Forças Expedicionárias, estacionado na Base Aérea de Kirkuk, Iraque. Essa instalação aloja uma “equipe de engajamento aproximado de precisão”,  composta por atiradores de escol da Força Aérea. Esses caras são especialista em “ações anti-sniper”, que buscam “anular” (ou seja, “matar”, na língua dos não-militares) atiradores terroristas  que ataquem forças dos EUA ou da coalizão. Cada base aérea dos EUA no Iraque aloja uma equipe dessas, geralmente composta por seis grupos. O número de atiradores de escol (jargão do Exército Brasileiro, claro) empenhado no Iraque é, proporcionalmente, muito maior do que o empenhado na 2a GM – tentem adivinhar o porquê… A arma é um rifle M24SWS (Sniper Weapon System), versão militar do rifle esportivo Remington, cal. 7.62X51 NATO. Essa arma já foi retirada do inventário do Exército dos EUA, mas continua muito popular, devido ao peso, considerado relativamente baixo (5,571 quilos, descarregado, sem o telescópio). A munição 7.62 é considerada excelente para a função, devido à potência do cartucho. O “amigo”  procura o alvo com um telêmetro ótico portátil::

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9 pensamentos sobre “Um rapaz (das Forças Especiais) às Terças::Todo mundo ama um atirador de escol::

  1. Bitt, duas perguntas: Por que, no Iraque, os que atacam nas forças dos EUA ou da “coalizão” seriam “atiradores terroristas”? Acho que você traduziu direto algum texto americano… E essa posição não ensurdece o “buddy” que tem seu ombro usado como apoio? Sei que é perspectiva da foto, mas nesta parece que a orelha vai junto com a bala.

    Um abração!

  2. bitt,

    Desculpe pelo off-topic, mas apesar do visual ter ficado mais leve e mais agradável, acho que faltam links para posts anteriores. Eu queria linkar aquele excelente texto sobre as favelas e o crime organizado para Pandorama e simplesmente não consegui. 😦

    Um abraço

  3. De fato, Luís – trata-se de um txt em inglês, editado (era mto maior no original), mas a expressão lá é mm “atirador terrorista”, q é o pt de vista dos americanos: td mundo q ñ ache ótimo ter o pp país ocupado é “terrorista”. Qto à explosão do tiro, ocorre junto à boca da arma – é provocada pela expansão do gás saindo atrás do projetil. Na junção entre a camara e o cano, o ruído é praticamente nenhum.

    Alba, me explique o q impede q se façam os links. Eu imagino q seja o caso de colocar um link no Pandorama, não?

  4. bitt,

    Colocar um link em Pandorama facilitaria as coisas, sem dúvida, mas o post a que me referi, simplesmente não consegui achar, por incompetência minha, claro. Agora é que escrevendo esta, percebi o elenco de assuntos aí ao lado. Só me ocorreu percorrer os posts de meses anteriores. Sorry.

  5. Alba,
    continuo sem entender direito sua demanda. Não entendo tanto de blogs, portanto pergunto: é possível linkar textos indivuduais? De toda forma, o nome do texto q vc quer é “Não estamos em guerra”. Foi o q vc usou?

    Luiz,
    já um amigo meu comentou: “O q as pessoas fazem pra não levar um tiro…” :c))

  6. Não há muito a comentar, essa posição é de emergência ao lado de artilharia.
    Já fiquei assim, solicitei auxílio da telescópica e a foto mostra bem a situação.

    🙂

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