Uma moça (de uniforme) às Segundas::


Confessem... Estavam com saudades da garota, não estavam?..

Confessem... Estavam com saudades das garotas de causa::, não estavam?..

Muito em breve (quando o redator conseguir novamente arrumar tempo para as pesquisas…), vamos iniciar a “Semana do Programa FX-2”. Tema divertido, não? Aparentemente, nossa vibrante “imprensa especializada” não chegou a grudar no assunto, visto que coisas mais interessantes apareceram no horizonte – coisas como Manuel Zelaya num avião venezuelano…

Mas vamos esperar umas duas semanas (ainda falta o fecho do “mês dos submarinos”). Enquanto isso, aproveitem o sorriso da tenente Gudrun Johanssen, da Flyvevåbnet (Real Força Aérea Dinamarquesa – pronuncia-se, mais-ou-menos “vlifêfôznet”).   Desde os meados dos anos 1950, a RFAD admite mulheres em suas fileiras, mas foi apenas nos anos 1960 que elas começaram a assumir o lugar de piloto. Atualmente, a RFAD tem como principal item de seu inventário 60 caças-bombardeiros F16AM e F16BM. O “M” é indicativo de Mid Life Update, modernização que inclui revisão completa da estrutura e motores, atualização dos aviônicos e sensores e capacitação para armamento mais moderno. Essas aeronaves foram adquiridas depois de uma duríssima concorrência internacional vencida pelos EUA e que deixou de fora o consórsio anglo-francês SEPECAT, com o Jaguar, a sueca SAAB, com uma versão de exportação do Viggen, a Dassault-Breguet, como o Mirage F1M e uma versão proposta do YF17 (que nem existia), da empresa Northrop (que tinha perdido a concorrência para fornecer caças leves para a USAF para o próprio F16). O efetivo da RDAF é, na atualidade, de 3400 efetivos. Aproximadamente 100 conscritos, recrutados em universidades, são treinados a cada ano, e ficam em serviço durante dois anos e meio, para constituir uma reserva. O tempo de serviço é, em média, de 24 anos para os efetivos. Os reservistas são convocados de 4 em 4 anos até completarem 46 anos. A tenente gosta de andar na moda, e usa, na foto um modelito anti-G, para antecipar a chegada dos caças F-35 do programa Joint Strike Fighter. É prá logo – a RDAF é uma força aérea fashion… ::

Um pensamento sobre “Uma moça (de uniforme) às Segundas::

  1. Bitt, um assunto off-topic só para estimulá-lo um pouco:

    Nesta crise provocada unicamente pelos golpistas hondurenhos, que certamente será tratada pelo nosso guia com a mesma clarividência da sua decisão em favor do Rafale, imaginemos que o Brasil decidisse responder ao ultimato lançado pelos nunca suficientemente deplorados golpistas com uma resposta militar. Como isto poderia ser feito? O São Paulo e o restante da esquadra conseguiria navegar até a costa de Honduras, o que exigiria contornar o continente pelo sul? E lá chegando, os velhos A4 seriam capazes de fazer algo útil? E os fuzileiros e os pára-quedistas, chegariam lá? E o que poderiam fazer? E os submarinos? Ou seja, esta pretensa potência regional tem como fazer algo que as potências costumam fazer?

    Isto me veio à mente após ver um ótimo documentário argentino sobre a guerra aérea na campanha das Malvinas. Os nossos hermanos perderam, mas não deixaram barato. os A4, já obsoletos (à época, imagine agora), fizeram um estrago! E foi contra a maior potência de segunda classe do mundo. Nós faríamos igual? Honestamente…

    Em tempo: Parabéns pela simpática bárbara acima. As escandinavas morenas não são mole, não. Abração!

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