Um rapaz (das Forças Especiais)às Terças::Forças Especiais do Exército Brasileiro::


ForçasEspeciais_BR

Integrantes do 1 ° Batalhão de Forças Especiais do Exército Brasileiro. Em primeiro plano, um atirador de escol, vestindo “traje Ghillie“, carrega um Fuzil M964 7,62 dotado de mira telescópica OIP Belgio 3X6 (p´ra lá de obsoleta…).  Em segundo plano, elementos de Forças de infiltração portam o modelo-padrão. O FAL é uma boa arma para atiradores de escol (snipers, em inglês), devido à potência do cartucho e ao peso da arma, que a torna bastante estável durante o disparo. Como disse o leitor “Anônimo”, um dos famosos sete (contadinhos…) os “cabôco”  usam o padrão chamado Ragged Leaf Lizard Pattern, disruptivo de três cores: verde-escuro e castanho sobre fundo verde-claro. Apesar do nome (também aparece como Brazilian Army Lizard Pattern, segundo a terminologia adotada pelo International Camouflage Pattern Index), esse padrão foi desenvolvido por aqui mesmo, nos anos 1980, baseado no padrão M63 usado na Africa pelo exército colonial português. É considerado excelente para combate em ambiente tropical. Esses uniformes deixam no leigo incauto (como boa parte dos jornalistas da imprensa diária…) a impressão de desbotados, o que indicaria a indigência em que vivem as FA nacionais. É apenas parcialmente correto, e vale esclarecer que a aparência é proposital. O padrão busca inclusive simular o brilho provocado pelo excesso de luz característico das regiões equatoriais::

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9 pensamentos sobre “Um rapaz (das Forças Especiais)às Terças::Forças Especiais do Exército Brasileiro::

  1. Olá Srs.!
    Só a título de esclarecimento, sem nenhuma intenção de ofender, ou menosprezar o conhecimento de quem quer que seja, com certeza:
    Não são tropas de Forças Especiais essas aí da foto acima, mas sim de algum PELOPES de alguma unidade, provavelmente de infantaria, de nosso exército. As FE do EB, usam coturnos marrons (geralmente lona VO e couro marron, estilo “jungle boots”) e a boina é igual a dos PQDts, em lã ou feltro “grená”(vermelho)e como toda unidade de Fe, usam as mais variadas armas, geralmente o colt Commando ou M-4, mas a regulamentar é o Pára-FAL, 7,62mm, coronha dobrável, dos PQDt e da Infa. de Selva, esses da foto são FAL de coronha plástica fixa, padrão de tropa regular e não de FE.
    Espero ter contribuído com a correção desse pequeno equívoco, que não tira o mérito da matéria, ok?!?

  2. Corigindo o amigo ai de Cima!!! sim ele acertou algumas coisas..mas
    Eu estava nesse desfile do 7 de setembro de 2009
    Bem atraz desse maluco ai hehe
    e a proposito não são do “1 º Batalhão e forças especiais” e sim 19º Batalhão de Caçadores onde os mesmo que aparecem ai São da SUOPES )Sub UNidade de operações especiais , e essa arma que ele esta carregando e o FAL =)
    Tais como todos os outros integrantes..
    Bem como a Mag, FAP , Morteiro etc 😉 flw
    espero tbm ter ajudado

  3. Olá,
    sou um mjovem, tenho apenas 14 anos de idade, sempre tive e sempre teriei vontade de sevir no exército brasileiro, quero saber se eu posso servir o exército brasileiro com essa idade, pois tenho muita vontade de defender a nossa pátria em quelquer situação.

  4. SAUDAÇÕES LEITORES!

    Gostaria de elogiar o comentário de N°02, pois o autor “Maurício” falou tudo, muito bom! E só acrescentando, se todos estão camuflados o uso do florão metálico na boina seria muito inapropriado, juntamente com esse tal de “traje Ghillie“, sem falar na “luvinha de academia” que nosso atirador está utilizando, bem como o zarelho dos fuzis que estão completamente soltos, funcionando como um monte de “sinos”, denunciando a posição dos combatentes. Chamar esses “SULOPIANOS” de F.E seria um grande elogio, porem dizer que essa foto é de um F.E seria o contrário.

    Att,
    SDPM Lima

    que mais denunciaria sua posição do que o contrário

  5. Confirmo isso: não é um soldado das Forças Especiais. Nas forças especiais o Sniper não usa Fz FAL, mas sim fuzis de repetição mais precisos (M21, M40, M1908, M1 Garant, etc)….além, obvio, de não usar o horripilante “pé preto”…
    Outra coisa: nas forças especiais o sniper aprende a camuflar sua Ghillie Suit e não apresentar essa “mulambice” que está ali retratada na foto ! (padrão xereco)…

  6. Sem falar na luva “civil” que ele comprou na loja de bicicletas da esquina…..além de não proteger nada, o cidadão não se dignou sequer a camuflar a inscrição “branca” no verso da luva….ou seja, em combate, seria um letreiro branco luminoso chamando o tiro do sniper inimigo….
    Esse combatente aí, pra chegar no padrão RUIM, ainda teria que fazer um curso de 7 semanas….

  7. JOGO DOS 7 ERROS:

    Integrantes do 1 ° Batalhão de Forças Especiais do Exército Brasileiro (ERRO NR 001). Em primeiro plano, um atirador de escol, vestindo “traje Ghillie“, carrega um Fuzil M964 7,62 dotado de mira telescópica OIP Belgio 3X6 (p´ra lá de obsoleta…). Em segundo plano, elementos de Forças de infiltração portam o modelo-padrão. O FAL é uma boa arma para atiradores de escol (snipers, em inglês) (ERRO NR 002), devido à potência do cartucho e ao peso da arma, que a torna bastante estável durante o disparo (ERRO NR 003 – ARMA SEMI-AUTOMÁTICA, repleta de partes móveis, sem estabnilidade nenhuma, construida para ter dispersão: altos niveis de tolerância e pouquissima precisão). Como disse o leitor “Anônimo”, um dos famosos sete (contadinhos…) os “cabôco” usam o padrão chamado Ragged Leaf Lizard Pattern, disruptivo de três cores: verde-escuro e castanho sobre fundo verde-claro. Apesar do nome (também aparece como Brazilian Army Lizard Pattern, segundo a terminologia adotada pelo International Camouflage Pattern Index), esse padrão foi desenvolvido por aqui mesmo, nos anos 1980, baseado no padrão M63 usado na Africa pelo exército colonial português. É considerado excelente para combate em ambiente tropical (ERRO NR 004 – “AMBIENTE TROPPICAL” SIC). Esses uniformes deixam no leigo incauto (como boa parte dos jornalistas da imprensa diária…) a impressão de desbotados, o que indicaria a indigência em que vivem as FA nacionais. É apenas parcialmente correto, e vale esclarecer que a aparência é proposital. O padrão busca inclusive simular o brilho provocado pelo excesso de luz característico das regiões equatoriais (ERRO NR 005: é TROOPICAL OU EQUATORIAL, AFINAL ?)

  8. nao sabia que um par de coturnos trazia operacionalidade a um militar,e quanto a farda prefiro um pelotao vestido de verde oliva como antigamente que saiba o que esta fazendo seja no mar,caatinga,cerrado ou nos pampas que um bando de embusteiros que se borram ao primeiro tiro no campo srs. o que importa sem duvida e o treinamento pelo qual a tropa foi exposta e o comando que ela tem um abraço fui pelopeiro durante quatro anos e dois deles usavamos verde oliva e coturnos pretos e posso garantir que nunca decepcionamos o comando de operaçoes especiais da 8ºbrigada de infantaria motorizada 9ºbimtz o melhor pelopes que pisou aquela unidade um abraço e brasil acima de tudo

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