Uma ótima sacada de um ótimo blogue::Economia de (ou “da”?..) verdade: considerações::


O excelente blogue do excelente Catatau é passagem obrigatória deste redator::. Os postos que aparecem lá são, geralmente, estimulantes. Mas este aqui é duas vezes estimulante: além de um ensaio de avaliação do fenômeno midiático da hora, o Wikileaks, traz um interessante conceito: “economia de verdade”. Uma primeira leitura engana: o posto parece um tanto superficial e até algo pueril (sem ofensa – as opiniões colocadas aqui no causa:: com frequência também devem despertar sentimentos assim, nos leitores…). Entretanto, uma segunda leitura – e, diria, uma terceira… – é necessária para aclarar o conteúdo – principalmente quando já se passou pelo outro posto, que está logo em seguida e complementa o anterior. Catatau parece ter por objetivo levantar questão interessantíssima – a forma como a imprensa lida com tema, na opinião deste redator::, quentíssimo, e espinhosíssimo: a liberdade de expressão, e sua relativização por um lado, pela autoridade de Estado e, por outro, pela grande imprensa.

Comecemos pelo conceito de “economia de verdade” (eu mudaria para “da verdade”). Parece ser necessário, para a discussão que causa:: quer introduzir o que se pode entender, fora do senso comum, por “economia” e por “verdade”. A definição de “economia” (para um não-economista), diz respeito a “guardar” – por exemplo, para ficar perto do tema deste blogue, “economizar munição”. Para os especialistas, por outro lado, trata-se do “estudo do homem na atividade ordinária da vida; exame do componente da ação individual e social mais estreitamente ligado à obtenção e utilização dos requisitos materiais necessários ao bem estar” (definição do Dicionário das Ciências Sociais, publicado pela Fundação Getúlio Vargas). O mesmo verbete ensina que, num sentido originário, “economia” diz respeito à administração doméstica (a raiz do termo vem do grego oikós, “um estabelecimento doméstico”, “moradia”). De fato, esse teor de “administração”, “organização”, ainda está presente na definição: a econômia, hoje em dia, é entendida por muitos especialistas como “relação entre demandas amplas e restritas e meios escassos” . O uso da expressão, por outro lado, se disseminou: fala-se em “economia do inconsciente“; em “economia da teoria semiótica” (quem quiser saber o que diabo vem a ser isso, pode arriscar-se aqui), “economia do erotismo”, e por aí vai. O redator:: não muito versado em filosofia imagina que todas essas variações se remetam as formas como determinados recursos são mobilizados e administrados num determinado contexto (energia pulsional, no caso do inconsciente; signos, no caso da semiótica; no caso do erotismo, bem… Sabe-se lá…). Então, a “economia de verdade”… Aqui, o problema é a difícil definição de “verdade”. As ditas definições são, elas mesmas, complicadas, mas uma parece caber no texto do Catatau: “Referente ao que realmente existe, ou que realmente aconteceu” – o que “realmente existe” é, pois, verdade (consta do verbete “Verdadeiro”, do Vocabulário técnico e crítico da Filosofia, obra de referência publicada pela Editora Martins Fontes).

Os documentos que têm sido publicados no site Wikileaks exprimiriam, então, a verdade – expressam o que realmente acontedeu. A difusão desse material está, pois, relacionada à exposição do que “é verdade”, por ter “realmente acontecido”, independente de “não deveria ter acontecido”. O juízo sobre tais “acontecimentos reais” diz respeito à questões morais. Assim, a “economia de verdade” apontada pelo Catatau falaria da “administração do que realmente aconteceu” – por todos os lados, governo norte-americano, Wikileaks e imprensa formal.  

Neste ponto, poderíamos perfeitamente apelar para outra definição: “Nenhum fato poderia ser verdadeiro ou existente, nenhuma enunciação, verdadeira, sem que existisse uma razão suficiente para que fosse assim e não de outro modo…”. Essa postulação foi elaborada no século 17 pelo filósofo e matemático Leibnitz, e é apontada pelo “Vocabulário” como “antiquada”. Pois no caso da “economia de verdade”, é atualíssima. A ocultação de documentos ou sua revelação – e, portanto, da informação e, daí, dos fatos expressos por ela – acontece porque existe uma razão suficiente para que seja assim, e não de outro modo. Ocultação e revelação são, desse ponto de vista, ainda que moralmente  justificáveis ou injustificáveis, necessárias.

Razão suficiente para que seja assim… O governo dos EUA, ao vedar o acesso aos documentos alega estar agindo em benefício da sociedade e de seus interesses – a começar pelos soldados em campanha. Afirma que a difusão do material é uma ameaça e, ao lutar contra ela, está cuidando do interesse da sociedade, ameaçado, inclusive fisicamente, pelo teor da informação. A lógica das autoridades é que a liberdade de expressão está, nesse caso, limitada por um bem maior. A exceção desta última postulação, os meios de comunicação (não parece haver diferença entre Wikileaks e imprensa formal) dizem exatamente o mesmo. Entretanto, Catatau chama a atenção para a mudança de foco acontecida no momento em que o volumoso material chegou aos jornais: o conteúdo, “a verdade”, parece passar para segundo plano. O processo do qual Julian Assange e seus colaboradores são centro (bem como os próprios) parece tornar-se o sujeito do interesse dos jornais. O motivo é fácil de entender: é o quê de teoria conspiratória que cercou o surgimento do material no Wikileaks, o quê de sensacionalismo que vaza deles. E a existência de um herói solitário lutando contra o sistema, contra o governo em que ninguém confia totalmente. O conteúdo? Muito possivelmente, os jornalistas que escreveram as matérias citadas por Catatau sequer se deram ao trabalho de olhar o conteúdo.   

causa:: foi lá olhar. A surpresa inicial do redator:: não foi propriamente a divulgação dos documentos – isso sempre aconteceu nos EUA. A surpresa maior foi em torno da quantidade de documentos – mais de 75.000 (a maioria das fontes indica 92.000 – seria interessante saber de onde Catatau tirou esse número). É – noventa e dois mil! Uma biblioteca com mais de 400 livros de 200 páginas (calculando q cada documento tenha uma página, o que é a média dos relatórios de operação de uma fração de tropa). A análise desse tipo de documento é uma das tarefas mais cansativas que se pode conceber. Já o filme referido pelo Catatau é um filme, algo mais palatável para nossas mentes moldadas pela era da informação. Estamos acostumados com imagens – já com textos é outra coisa.

TF Bayonet relatou um acidente com veículo três quilômetros ao Norte de Camp Wolverine. Em 0335Z, dado elemento relatou a capotagem de veículo (M1114) que feriu um soldado americano. A capotagem foi causada pelo estado da rodovia. Um total de cinco pessoas estava no veículo. Como resultado do acidente, TF Bayonet requisitou MEDEVAC para um US-MIL.  PT foi listado como prioridade.  O PZ é FOB Lagmans HLZ e não será marcado.  Não há presença de inimigos e o PT será repassado ao KAF.  CJTF76 aprovou MEDEVAC 10-07C at 0719Z. W/D 1110Z

A tradução é do redator::, que não tem como esclarecer o significado das abreviaturas, mas é possível notar que se trata de um acidente com uma viatura militar. “TF Bayonet” diz respeito, provavelmente, ao código de uma base ou de um operativo, utilizado para radiocomunicações. Dentro da “economia de verdade”, esse evento não interessaria a ninguém, apenas aos militares que administram o cotidiano das tropas em campanha por lá. Nota-se que o próprio Luís Nassif, um jornalista de cuja seriedade ninguém duvida, parece não saber do que fala. É dele a afirmativa (ou pelo menos a veiculou): Estes documentos não descrevem a realidade no terreno, mas constituem um testemunho do grau de auto-envenenamento das forças americanas. Os relatos de inteligência afegãos, nas quais se baseam as operações das tropas da aliança no Afeganistão apenas relatam fofocas tão estúpidas, que não se pode deixar de perguntar como é possível que esses informantes tenham sido recrutados. Ele parece esperar que incidentes de campanha ou informações de combate sejam vazadas em tom de roteiro de cinema. Não é o que acontece: qualquer um que conheça arquivos militares sabe que a linguagem é exatamente essa.

Mas porque eventos bestas como esse têm de ser escondidos? Simples: porque quando avaliados em conjunto com muitos outros, fornecem informações sobre localização e procedimentos dos militares. Um analista bem treinado consegue retirar de uma série desses textos informações que estão totalmente opacas ao leigo. Provavelmente, dentro de duas décadas – caso a guerra no Afeganistão termine logo – essa categoria de documentos será aberta sem restrições. Os historiadores de operações militares trabalham principalmente com eles.

Mas não só em torno de acidentes de carro gira o cotidiano de um exército em guerra. Existem também os aliados (no caso do Afeganistão, é bem verdade, não devem ser muitos, mas eles existem…). Por exemplo, na categoria emboscadas:

Em 0200Z, o chefe de polícia de WAZA KHWA e 20 policiais foram emboscados IVO 42S VB 298 853 (GAZNI), quando voltavam de verificação (VIC. 42S VB 306 117) a 6 caminhões carregados com CERP que o governador tinha doado a eles. O engajamento durou 30 minutos . O chefe de polícia supõe que a força inimiga fosse de umas 20 pessoas em motocicletas. Houveram dois mortos e um ferido entre as forças amigas. Houve um possível ferido entre o inimigo, e uma uma motocicleta foi capturada. As forças dos EUA ouviram essa comunicação monitorando o rádio, mas estavam muito longe para reagir por terra.

Querem saber? Essa o redator:: gostaria de ter assistido – vinte caras em motocicletas?.. Parece coisa de filme, mas nota-se que também é comunicação de rotina entre as tropas dos EUA, sem nada de tão escuso.

Missões de campo, conduzidas por patrulhas preparadas para contato direto (ou seja, para cair no fogo) podem ser mais interessantes

USSF [Forças especiais dos EUA] encontram um depósito na vila de WALU TANGAY: USSF conduzem um encontro e saudação na vila de WALU TANGAY.  Membros das USSF se aproximaram de um garoto local que falou de um depósito numa caverna, numa colina próxima.  Membros das USSF investigaram e encontraram um depósito consistindo de treze granadas de morteiro 82MM, sessenta foguetes RPG, quinze caixas de munição 12.7X108MM (85 cargas por caixa), cinco caixas de correias para munição 12.7X108MM e um cano de DSHK localizados numa caverna 350107.26N 0705513.00E. USSF confiscaram a munição. O resto foi explodido numa praça.

O interessante desse relatório é a pequena quantidade de munição (daria, com boa vontade, para meia hora de tiroteio) e a origem – provavelmente soviética (os calibres todos são de armamento de infantaria ainda hoje usados pelos russos), dos enormes arsenais deixados para trás quando da retirada, quase vinte anos atrás.  Mas essas  informações não indicam nada de ilegal – a guerra em si e a intrusão de uma patrulha de combate no cotidiano de uma vila no meio de lugar nenhum podem até ser. Os procedimentos reportados, não. Ainda assim, um especialista pode, por exemplo, analisar um conjunto dessas notas e descobrir regularidades de espaçamento entre as patrulhas, o que permitiria armar emboscadas.

Claro que deve existir relatórios escabrosos, no meio desses chatos. Mais de mil entradas dizem respeito a prisões de civis, muitos deles por promoverem reuniões nas quais o maior crime deve ter sido falar mal do governo. A sugestão do redator:: é que quem quiser conferir, dê uma passeada na página disponibilizada por Wikileaks, nas abas browse by. Será preciso muita paciência para descobrir algo que valha à pena, um incidente que o governo norte-americano esteja se esmerando em ocultar. Uma sugestão? O interessado deve ir direto à aba air mission – é onde geralmente se aplica uma quantidade totalmente desnecessária de poder destrutivo, como foi no caso do tal filme iraquiano.

Portanto, é muito improvável que os 92.000 documentos venham a fazer sucesso, a não ser entre especialistas. Para estes, o conjunto pode constituir verdadeira mina de ouro. Para a imprensa, é de duvidar: a análise é árdua, tediosa e, pior, pode induzir ao erro. Isso porque muitos dos “incidentes” relatados podem constituir apenas e não mais que eventos de combate. Numa guerra onde o outro lado não usa uniforme e desaparece no terreno com a maior facilidade, como distinguir combatentes de não-combatentes? O incidente do helicóptero constituiu exatamente isso: o operador de uma plataforma extremamente letal (um helicóptero de ataque AH-64) viu um grupo de civis se reunindo: um dele “parecia” portar uma arma. “Por via das dúvidas, neutralize a ameaça”, disse o operador no centro de informações de combate ao qual a unidade se reportava (era isso que estava no áudio do filme). E tome  outro erro, como já foram reportados dezenas, no Afeganistão (por exemplo, o ataque a uma perigosa festa de casamento pela aviação dos EUA).

Essa idéia de “economia de verdade”, então, nos permite entender algumas das questões contidas nos postos do Catatau. Existe uma razão objetiva para a não divulgação dos relatórios, para além do fato de que podem ocultar incidentes não justificáveis. Por outro lado, a massa de informação, por si só, não é ilegal nem imoral – e aí reside o “xis” da questão: bastaria aos jornalões consultar um especialista para saber exatamente o que tinham em mãos. E eles certamente o fizeram, porque não são idiotas. Esse esclarecimento aos leitores foi negado, e o foco então deslocou-se para o herói solitário – economia de verdade.

Mas o administrador do Weakleaks estaria exercendo seu direito sagrado de divulgar informação. Só que todo mundo – inclusive a parte dele (e não é pequena, sejamos justos) que quer matar americanos – terá acesso ao material. É perfeitamente possível que o horário de vôo de um helicóptero de transporte possa ser levantado através da análise do material, ou a rotina de reunião de uma patrulha de campo. Nesse caso, não terá sido exagero das autoridades dos EUA dizer que vidas foram postas em risco.

“Economia” quer dizer “viver debaixo de regras”. Se existe mesmo (e o redator:: pode estar apenas delirando…) uma “economia de verdade”, então essa implica em  regras, e parece que essa discussão subjaz a procedimentos como o do Weakleaks. Se a ocupação do Afeganistão é ou não é aceitável, é fato a determinar em outros fóruns; se os atos do governo dos EUA são ou não legítimos, idem. Mas o fato é que houve um ato de guerra contra os EUA em 2001 e o Afeganistão era a base da organização agressora.  “Economia de verdade” – por vezes, ela também atinge nossas convicções…::

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5 pensamentos sobre “Uma ótima sacada de um ótimo blogue::Economia de (ou “da”?..) verdade: considerações::

  1. Bitt, esta sua análise do calhamaço de informações publicado pela Wikileaks veio preencher uma lacuna deixada pelos jornalões (e revistões): afinal, do que tratava a grande maioria dos documentos e que problemas sua publicação poderia trazer para as tropas? Ótimo!

    Só um pitaco quanto à guerra no Afeganistão: de fato, a agressão sofrida pelos EUA em 2001 não podia ficar sem resposta. Seus responsáveis tinham que ser caçados em qualquer parte do mundo e se o seu principal foco estava neste país, então era lá que os EUA tinham que agir. No entanto, após o sucesso inicial obtido praticamente sem envolvimento de tropas, somente com apoio tático, logístico e da força aérea, eles resolveram “ocupar o terreno”. Pronto, caíram na mesma armadilha dos ingleses, russos e tantos outros: entrar é fácil, o problema é sair.

  2. Obrigado pela leitura e análise. Ela ficou muito boa, especialmente a parte militar.

    Por economia “de” verdade, tentamos lá no Catatau comentar sobre uma espécie de verdadeira, digamos, “gestão estratégica” das informações durante a guerra. Numa guerra como a que assistimos, repleta de nuances (desde o relato de âmbito militar comentado por você até as coberturas reality show chinfrim da Fox News), há muito em jogo. E nesse sentido não se trata apenas de ocultar ou não, mostrar mais ou não, desvelar ou não “a” verdade. O próprio jogo de mostrar “a” verdade ou não se envolve em outro jogo, muito mais sutil, de simplesmente mostrar verdade. Não se trata, propriamente, de constatar que vamos descobrir uma verdade mais verdadeira, enterrada por sobre os discursos jornalísticos e políticos, mas sim que a própria política e o jornalismo produzem, cada qual, verdades que figurarão como moeda de troca da opinião pública.

    Daí haver um jogo relativo, difícil de detectar, entre o que um “cidadão” pode fazer com sua cidadania, qual é o papel efetivo que ele tem de denunciar ou não injustiças e desmandos, enfim, como ele poderia, no contexto em questão, denunciar mentiras e falácias sobre uma guerra.

    É mais ou menos o que está em jogo no Wikileaks: ele não traz propriamente “a verdade a tona”. Em muitos casos, é verdade que ele desvela certos elementos “ocultos” na gestão das informações de guerra. Mas, além disso, ele acaba denunciando o próprio jogo de tornar coisas mais ou menos verdadeiras, mais ou menos visíveis, mais ou menos discutíveis, e assim por diante.

    O que lhe parece? (Muito obrigado por atentar-se à expressão em questão)

  3. Absorvente.
    Como todos os temas abordados por Causa,e lidos por seus “8 ou 9 leitores”(sic),leva a reflexão.
    Aqui não me fixarei nos aspectos técnicos das mens. militares, e sim ao direito ao acesso à informação,e aos seus desdobramentos,mas sim qual o limite envolvido na segurança a qual a divulgação disso envolvem.
    Por tratarem de operações já executadas,e não a serem executadas,não colocam em risco futuras operações a serem colocadas em prática.
    Seria ,para qualquer analista com acesso a essas informações,um exercício de formulações de possíveis consequências que iriam trazer essas inf. divulgadas.Ou seja,o deslocamento de meios para fazer um aproveitamento do êxito com base nessas informações (e aqui não se discute tratarem-se de informes ou informações,esperando que os leitoras desse comentário saibam a diferença entre um e outro)e de qual forma as forças insurgentes iriam se preparar para reagir a esse desdobramento.
    Donde sou levado a pensar no seguinte:pode uma ação de Estado se sobrepor ao direito dos cidadãos componentes desse Estado,individualmente,terem acesso a essa informação ?
    Creio que sim. Afinal,para isso são eleitos os membros desse governo numa democracia. Exatamente para tomarem essas decisões sem a necessidade de plebiscitos. Ações de Estado,ainda mais as relativas a segurança nacional e emprêgo de meios militares,pressupõem rapidez,cadeias de comando anteriormente preparadas e ações efetivas que,absolutamente,demandam ingerências que poderiam colocar efetivos em risco,sejam eles humanos ou de meios.

  4. Só um complemento: informações elas existem de vários tipos:aquelas que já considerei como “Ações de Estado” e outras ,entre as quais aquelas que envolvem diretamente a credibilidade das ações do Governo constituído;p.ex.,o “Watergate”,no qual esse Governo tenta manipular as informações e seus atos a seu bel prazer,e poderiam,de uma forma ou de outra,trazer prejuízo a quem o elegeu;e não só trazer prejuízo,mas tb divergir dos seus objetivos originais,trazendo insegurança institucional.

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